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Começou a guerra no PSD

por Henrique Burnay, em 09.12.06


Um dia é Rui Rio que dá uma entrevista onde diz que não está a pensar em ser candidato a líder,  nem a pensar em não ser. Sobre Mendes, diz apenas que há que deixá-lo trabalhar e fazer contas no fim (depois das próximas legislativas, presume-se). Com precisão cirúrgica, dois dias exactamente  depois, Morais Sarmento explica que Mendes não existe enquanto líder, que isto assim não vai lá e que ele até gostava de mandar. Ou de co-mandar. Menezes, esse farol de Gaia, já grita há vários meses. Borges, aposto, não tardará em fazer-se entrevistar.
Com tanta excitação, sobram apenas duas dúvidas. Mendes chega às legislativas ou, com tanto atropelo entre candidatos a candidatos, acaba por ser removido antecipada e intempestivamente? E Cavaco, quanto é que Cavaco vai levar por tabela? No tom em que a coisa está, vai ser impossível discutir o PSD sem discutir Cavaco.
E o ubíquo Dias Loureiro, por onde anda?
Isto vai ser giro. Não necessariamente bom, ou bonito. Mas vai ser giro.

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