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O elogio fúnebre que nos próximos anos não se vai ler

por Rodrigo Moita de Deus, em 11.12.06

Falar de Pinochet. Foi dos poucos ditadores que arriscando ser perseguido deixou o poder pelo seu próprio pé, devolvendo o país em melhor estado do que quando o encontrou. Viveu os últimos anos acossado por processos judiciais e detenções  mas recusou a fuga. Tinha a arrogância própria de quem estava certo de ter cumprido a sua parte. Foi a peça do dominó que nunca caiu.

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