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A política da terra queimada

por Augusto Moita de Deus, em 18.10.17

Estava-me a lembrar duma canção antiga dos NZZN, Deixa Arder. É muito triste dizer isto, mas pelo que se tem visto ano após ano, uma maneira de resolver o problema dos fogos florestais é não fazer nada. Ao ritmo daquilo que se passou este ano, o coberto vegetal irá praticamente desaparecer e portanto mais cedo ou mais tarde acabam-se os incêndios. Apenas tem de se ter o cuidado de não replantar as árvores. Em muitos locais a coisa funciona lindamente. Por exemplo, apesar do calor extremo, são raríssimos os incêndios no Saara.

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De Anónimo a 18.10.2017 às 15:31

Agora é que percebi a maior revolução florestal desde d. diniz.
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De Anónimo a 18.10.2017 às 16:09

Toda gente fala na limpeza da floresta, pois penso que está em curso essa limpeza , de outra maneira não era possivel
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De Anónimo a 19.10.2017 às 17:54

Errado!
Para o ano o mato cresce e torna a poder ser queimado. A maior parte do que arde é mato -arbustivas.
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De Anónimo a 22.10.2017 às 12:16

Tem razão, o fogo é uma boa maneira de regenerar a floresta. Algumas pessoas pensam que as árvores sabem ler e que lêem as decretos-lei, e que não nascem se por lei for proibido por decreto; mas não é assim, as árvores regem-se unicamente pelas leis da natureza, nascendo com mais força e em maior quantidade, depois dos fogos.
Isto para dizer que a questão dos fogos florestais é muito complicada, sendo certo que não se apagam fogos atirando-lhe mais dinheiro para cima. Aguardemos, vigilantes.

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