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Afinal...

por Nuno Gouveia, em 20.02.17

Sérgio Monteiro, o líder da equipa de negociação do Banco de Portugal, era um alvo fácil, aceitou um papel que tinha tudo para correr mal. Simplesmente, porque o Novo Banco não era, nem é ainda, um banco livre de problemas. E a economia portuguesa está ainda longe de inspirar a confiança dos investidores, está, aliás, pior do que já esteve. Não é por acaso que no fim da corrida fica um fundo de private equity e não um qualquer banco internacional. Fez o seu papel, e fê-lo bem. Levou 'a carta a garcia' e já pode sair.

António Costa, no Eco.

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