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Ao cuidado de comentadores vários

por Afonso Azevedo Neves, em 20.04.17

(...) A jovem que morreu de sarampo estava internada no Hospital de Cascais com um infecção respiratória/pneumonia. Teve um cancro diagnosticado em bebé e continuava em quimioterapia devido a isto portanto tinha o sistema imunitário de rastos. Para além disso não tinha completado o programa de vacinação por aconselhamento médico devido a uma grave reacção adversa a uma vacina em bebé. As irmãs estão vacinadas. Os pais não são anti-vaxxers e ninguem merece ir para fogueira nenhuma (...) mas os trolls dos comentários já fizeram o seu juizo e não vão dar aos pais desolados desta rapariga o respeito que merecem por terem lutado todos os dias ao seu lado - nem agora que choram a sua morte (...)

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comentários

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De Ana Maria Oliaz a 20.04.2017 às 06:02

A linguagem não é sensacionalista nem muito jornalística..mas tem bastante pudor, gostei da humanidade para defesa dos Pais e para que as línguas sujas se calem! Nota 20 para a notícia, parabéns.
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De Carlos Silva a 20.04.2017 às 10:44

Nenhum pai merece ver um filho morrer.
Não existirá dor mais profunda, para estes progenitores!
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De Marco a 20.04.2017 às 14:48

Mais de metade deste post é bullshit.

No Expresso (hoje):

«Elementos da equipa médica que acompanhou a jovem durante o internamento no Hospital de Cascais e uma fonte da tutela da Saúde afirmaram ao Expresso que as meninas, de 5 e 12 anos, também não foram vacinadas.

A decisão de não imunizar as duas meninas foi justificada aos profissionais de saúde daquela unidade hospitalar com o receio de efeitos adversos semelhantes aos que terão ocorrido na irmã mais velha após a toma das vacinas dadas aos dois meses, no caso difteria, tétano e tosse convulsa. A mãe, que marcou sempre presença no hospital deixando as filhas mais novas ao cuidado do pai, disse à equipa que a adolescente tinha sofrido uma reação alérgica muito grave, um choque anafilático, e que esteve hospitalizada, "quase em coma, no hospital das crianças em Lisboa", contou um elemento ao Expresso.»

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2017-04-20-Irmas-da-jovem-que-morreu-com-sarampo-nao-foram-vacinadas
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De Afonso Azevedo Neves a 20.04.2017 às 15:34

Pelo contrário, a notícia do Expresso confirma a reacção alérgica e o estado de imunodeficiência da criança que faleceu. O facto de não terem vacinado as irmãs - cujo o racional é certamente discutível - baseia-se na experiência com a irmã mais velha.
Dito isto, não me parece difícil imaginar com algum bom senso que a dor dos pais da criança merece algum cuidado e é disso que falo no post.
Concluindo e se ler atentamente quer o post, quer a notícia do Expresso, não há "bullshit" nenhuma mas há imensa dor que merece, creio que me acompanha nesse ponto, algum respeito.
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De Marco a 20.04.2017 às 16:36

«Teve um cancro diagnosticado em bebé e continuava em quimioterapia devido a isto portanto tinha o sistema imunitário de rastos.» Bullshit. Teve um caso de mononucleose, e por isso é que tinha o sistema imunitário de rastos.

«Para além disso não tinha completado o programa de vacinação por aconselhamento médico devido a uma grave reacção adversa a uma vacina em bebé.» Se não é bullshit, só pode andar muito perto. Nenhum médico iria recomendar que se parasse TODO o programa de vacinação por causa de uma reacção alérgica aos dois meses.

«As irmãs estão vacinadas.» Completo e total bullshit.

«Os pais não são anti-vaxxers» Imitam muito bem, então.

«E ninguem merece ir para fogueira nenhuma» - É discutível. Não defendo que devam cumprir pena efectiva de prisão, mas deviam ser julgados por negligência parental. No mínimo. É a justiça em formato pedagógico e não penal.

«não vão dar aos pais desolados desta rapariga o respeito que merecem por terem lutado todos os dias ao seu lado» - Respeito? Não me lixem. Têm a minha empatia - também sou pai - e lamento imenso a morte da filha, mas não me peçam respeito. Sim, têm que ser duramente criticados, porque há mais duas que ainda se podem salvar.
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De Anónimo a 21.04.2017 às 09:40

Você sabe o que é um choque anafilático? Sempre que fui com os meus filhos vaciná-los os enfermeiros pediam que ficássemos meia hora após a toma da vacina na sala de espera, não fosse haver alguma reacção... não deve ser caso único o dessa rapariga, portanto. Partilhando herança genética com as irmãs e estando o país largamente vacinado e daí com imunidade de grupo, também pesava bem os riscos e benefícios de vacinar as outras, que espero que seja o que todos os médicos em funções façam: pesar os riscos e benefícios. Obviamente é uma avaliação sem bola de cristal. Podia ter morrido agora aos 17 anos ou antes por outro choque anafilático.
Negligência parental é ter os filhos às 10 da noite num centro comercial (ou a ver televisão ou a jogar computador) com escola no dia a seguir. Por vezes cometo-a e nunca me apercebi da indignação popular em relação à minha atitude negligente. É certo que não morrem por causa disso (já), mas para o futuro do país é capaz de ter muito mais impacto esta negligência comum do que os casos muito pontuais de quem não leva os filhos às vacinas.
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De Luís Teixeira Neves a 23.04.2017 às 16:31

As irmãs estão vacinadas. Informa o CM. A mãe não é "anti-vacinas". Bandalhos como você estão a omitir factos relevantes (pelos quais há responsáveis médicos).
O tratamento da psoríase com um imuno-supressor (segundo a TVI) do que decorre a entrada no hospital com mononucleose. O tratamento desta (não sabemos com quê) e o contágio com sarampo durante o internamento.
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De Marco a 24.04.2017 às 11:56

As irmãs não estão vacinadas, confirmado pelo Ministério da Saúde ao Expresso.

CM? Isso deve ser para rir, não?

Uma delas foi internada preventivamente hoje, *precisamente* porque não está vacinada e apresenta alguma sintomatologia.
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De Luís Teixeira Neves a 24.04.2017 às 15:02

Pois. O Público até dizia que ela tinha sarampo, mas o JN dizia que ela estava internada por precaução e observação e que ainda não sabiam se os sintomas que apresentava eram de sarampo. O CM ouviu a família. Vamos ver quem é que sabe mais ou é mais idóneo.
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De A.Lopes a 25.04.2017 às 16:56

O que mais me deixa estupefacto é a sua falta de sensibilidade! Pobres pais!
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De A.lopes a 25.04.2017 às 16:57

Claro que me refiro ao sr.Marco!
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De AB a 21.04.2017 às 21:25

A questão há muito extravasou a situação particular desta rapariga. O que se tem discutido é a validade ou não duma filosofia new-age que levou a que muitos pais renegassem cuidados básicos de saúde, por moda. A avaliar pela afluência aos centros de saúde, estão arrependidos.
Não há nenhum medicamento 100% inofensivo, nem os chamados "naturais". Um choque anafilático pode ser desencadeado por coisas do dia-a-dia. Quem é pai sabe que a partir do momento em que cessa o aleitamento materno qualquer alimento novo é um risco - é por isso que morangos e amendoíns são das últimas coisas a dar, e com muito cuidado.
Nunca estaremos 100% seguros, mas é preciso combater um certo obscurantismo contra os medicamentos - vacinas em particular -, porque regra geral salvam mais vidas do que as que tiram.
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De Luís Teixeira Neves a 22.04.2017 às 10:21

Obscurantismo? Há um documentário que é censurado num festival de cinema em Nova Iorque. Não por vontade do director, mas por imposição de um dos financiadores do dito. Nos EUA isto é falado abundantemente. Aqui algum jornal, rádio ou televisão noticiou isto. O novo presidente americano nomeou uma comissão para averiguar a verdade sobre as vacinas. Cá algum jornal, rádio ou televisão falou nisto? Eu quero ouvir o que os "anti-vacinas" têm a dizer - quero-os ouvir na praça pública e não às escondidas - e não consigo com a vossa histeria, Acho que o que eles têm a dizer é mais interessante do que aquilo que vocês repetem. Mononucleose, a doença do beijo, parece-me que é uma coisa muito inócua. Dizem-me que a TVI noticiou que ela tinha psoríase - uma doença auto-imune - e que se tratava com um imuno-supressor. Aguarda-se confirmação. Mas sabem o que é um imuno-supressor? O nome é bastante sugestivo.
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De AB a 22.04.2017 às 13:37

Obscurantismo, sim. Leia o que escreveu. Quer saber a "verdade" sobre as vacinas? Compre uma e leia a bula que está lá a verdade - estudos, mortalidade, efeitos secundários, comparação com grupos de controle.
O diz-que-disse não leva a nada. Teorias de conspiração não faltam. Muita gente a acusar a indústria farmacêutica de só visar o lucro - e esquecem que se o produto não funcionar não há lucro?
Os anti-vacinas não têm nada a fazer numa discussão séria, não têm argumentos. Têm "sabedoria milenar" e "instintos" e coisas não quantificáveis científicamente. A maior parte dos vendedores de banha-da-cobra aproveita essa crendice e superstição - para lucrar -, e isso é obscurantismo.
Um imuno-supressor não tem nada de misterioso - é um supressor do sistema imunitário, como diz o nome. É o que se pode fazer quando uma doença se apropria do sistema imunitário e começa a destruír o doente. É perigosíssimo, quem toma isso pode morrer de uma simples constipação. No entanto a alternativa é a morte certa.
Você tem uma dôr de cabeça e toma uma aspirina - ou arranje casca de salgueiro que tem o mesmo princípio activo. Na Idade Média as dores de cabeça eram consideradas "humores", e como esses "humores" eram mais leves que o ar, a solução era pendurar o paciente pelos pés, até os "humores" subirem para os pés, e depois era só dar um banho de água a escaldar aos pés para "destruír os humores". Prático e muito científico...
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De Luís Teixeira Neves a 23.04.2017 às 16:25

Não é o que se pode fazer. Há alternativas. Mais eficazes. com menos efeitos secundários. Com efeitos secundários menos graves. Mais baratas. E com fundamento científico (para quem gosta). Não tem a ver com ciência. Tem a ver com política.

Já viu o Vaxxed? Acha mesmo que o que o filme denuncia é mentira? Centenas de milhar de crianças com autismo após a vacinação é mentira? O que é que a sua posição tem a ver com ciência? Tem a ver com encobrimento DESCARADO de factos reais.

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De AB a 23.04.2017 às 21:01

Eu explico-lhe o que é ciência. Os antigos usavam chá de casca de salgueiro para combater as febres, e um CIENTISTA não olhou para a coisa e automáticamente virou as costas à realidade. Olhou e reconheceu como FACTO que o chá aliviava a febre, ou seja, reconheceu a VERDADE. Vai daí ESTUDOU a casca de salgueiro e descobriu que o princípio activo que fazia baixar a febre é o ácido acetil-salicílico. O resto da casca é inútil para baixar a febre. A partir daí é isolar o princípio activo, o que evita que tenha de andar com um feixe de lenha às costas por causa duma dôr de cabeça.
A aspirina não é caso único de medicinas tradicionais que foram estudadas e originaram medicamentos. Isso é CIÊNCIA. Vacinas são ciência, são baseadas numa propriedade NATURAL do organismo, que é criar anticorpos.
SE A VACINA PROVOCA AUTISMO, A DOENÇA TAMBÉM.
A ciência erra? SIM. Mas os cientistas RECONHECEM O ERRO. Ao contrário de certas crendices, a ciência não é determinante da verdade, É DETERMINADA PELA VERDADE. É por isso que evolui. É por isso que você me está a responder por esta via de comunicação e não por sinais de fumo.
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De AB a 23.04.2017 às 21:07

Ah, e o tipo que descobriu que era o chá de casca de salgueiro que baixava a febre? Provávelmente experimentou outros chás, e eliminou metódicamente os que eram inúteis. Era um CIENTISTA.
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De Luís Teixeira Neves a 23.04.2017 às 21:33

A ciência não é ninguém. Os cientistas há-os de todas as formas e feitios, "pró-vacinas" e "anti-vacinas", e por aí fora. O que é denunciado em Vaxxed é um encobrimento da verdade. E há cientistas de ambos os lados. É denunciado um pouco mais do que isso. É denunciada uma instituição. Conhecia a verdade, sonegou-a ao público e não tomou as medidas que se impunham tomar em defesa da saúde pública.
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De Anónimo a 24.04.2017 às 01:23

"SE A VACINA PROVOCA AUTISMO, A DOENÇA TAMBÉM." Mas enquanto a ciência não descobrir qual a origem do autismo (ou da esquizofrenia, ou de muitas outras doenças) pode estar a gerar-se doença por procedimentos generalizados que não são absolutamente controlados uma vez vez que a verdade, mesmo que verdadeira, é limitada. A esquizofrenia estatisticamente afecta mais pessoas nascidas no inverno. Daí, os cientistas puseram a hipótese de que um vírus pudesse estar na origem, ou ser um dos factores, a propiciar o desenvolvimento da doença. A hipótese ainda não passou a tese. Outras hipóteses existem. Actualmente, e na medicina, a ciência apoia-se fortemente na estatística. Saber de que forma a medicina encontra as suas práticas e estabelece procedimentos ajuda-me a ter um papel activo pela minha saúde. Eu não sou um número na estatística científica, sou um ser único. Que percebe as vantagens do estudo estatístico. E que não é passivo perante as "ordens do sr. Dr." - o Dr. conhece a sua arte, eu conheço-me a mim. A evidência estatística surge antes dos 100% - não é mentira, mas também não é verdade absoluta. A ciência "É DETERMINADA PELA VERDADE" mas também é determinante da verdade através dos métodos de validação dessa mesma verdade. É por isso que evolui.
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De AB a 24.04.2017 às 14:06

A ciência dispensa a arrogância de muitas doutrinas alternativas. É por isso que após 102 anos a Teoria da Relatividade é apenas isso, uma teoria. Não é a Lei Da Relatividade. Ainda não teve esse direito.
Aceito que uma vacina possa provocar autismo, mas ainda não vi estatísticas relevantes nesse sentido. De qualquer modo, não seria intencional, e permitiria compreender muito melhor o autismo e talvez curá-lo. Em ciência também se aprende com os erros - e é claro que há erros, e ganância, e é claro que sempre haverá coisas que só se saberão após anos ou décadas - quem diria que a laca que as senhoras punham no cabelo estava a destruír a camada de ozono?
A estatística tem de ser levada a sério. Por exemplo há vacinas incubadas em ovos e destiladas com penicilina - quem tem alergia ao ovo ou à penicilina terá reacção alérgica e estatísticamente é possível evidenciar isso, mas por outro lado é tão frequente a estatística ser mal usada.
Eu já tomei medicamentos que matam uma pessoa em cem mil. O médico valoriza os 99999 que são beneficiados - eu, lógicamente, fico a pensar se não serei "o tal". A decisão é minha, mas compreendo o ponto de vista do médico. Quando me apresentam um que tem efeitos secundários gravíssimos em uma em cada dez pessoas, bem, já levo a coisa doutra maneira. É assim a vida...
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De Luís Teixeira Neves a 24.04.2017 às 15:13

Mais uma vez. A ciência não é ninguém. Supostamente é feita por cientistas que são pessoas e como tal podem não ser sérias e podem ser mentirosas. Acontece ainda vulgarmente não trabalharem por conta própria e com financiamento próprio, mas em instituições. Públicas ou privadas. Públicas com financiamentos privados. Se públicas, nem sempre incorruptas defendendo o interesse público. Se privadas defendendo primeiro o interesse de accionistas. Inseridos numa estrutura hierarquizada. Sujeitos a ordens e a regulamentos.
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De Luís Teixeira Neves a 24.04.2017 às 15:17

A ciência é também aquela para a qual há dinheiro para se fazer. É também aquela que tem permissão para ser publicada. A que chega ao conhecimento generalizado do público é aquela que é difundida pelos media. Sequer toda a que é publicada. Cuidado com essas categorias e generalizações hipnóticas.
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De A.Lopes a 25.04.2017 às 17:08

Parabéns AB por todos os seus comentários! Fiquei muito mais elucidado sobre muitos dos aspectos que me criavam dúvidas quanto a este caso! São comentários como os seus que me "obrigam" a frequentar este blogue! Cumprimentos!
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De AB a 25.04.2017 às 21:52

Espero que não seja sarcasmo. Eu acredito na humildade da ciência, na capacidade dos cientistas reconhecerem os erros, abandonarem teorias em que trabalharam durante vidas. Ciência séria, sujeita ao escrutínio dos pares, colaborativa. Quem inventou o laser, o led, o microondas, não ficou rico. Eram trabalhos académicos, investigação pura, apenas com o desejo de compreender melhor o mundo. Outros se aproveitaram disso e ficaram muito, muito ricos. Mas esses são comerciantes.
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De Alvaro Silva a 25.04.2017 às 21:49

Ide mas é rezar um "terço" e uma coroa de Glorias por alma da adolescente que se finou graças á incúria dos progenitores
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De Bah a 25.04.2017 às 22:00

Acusador, juíz e carrasco. Já falou com os pais? Não se limite a ler baboseiras na net, procure a verdade.
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De Alvaro Silva a 25.04.2017 às 22:15

Oh Bah!
Sou profissional de saúde há mais de 40 ano (já estou aposentado) e não acredito nas boas intenções nem "estórias da carochinha" e de "choque anafiláticos" que ao longo da minha vida profissional nunca vi nenhum associado a nenhuma vacina, (admito que os haja), desculpabilizantes daqueles que não cumpriram dolosamente o programa de vacinação e tinham responsabilidade de o fazer. Se o tivessem feito a moça poderia ter morrido atropelada, afogada, ou de AVC, mas de certeza de "sarampelo" não morria! Reitero o terço para sufrágio da alma dos progenitores. cumprimentos
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De carneiro a 27.04.2017 às 16:40

Se a taxa de cobertura não fosse de 90% mas apenas de 50 % já não havia tanto xicoesperto a jogar com as estatistica. Cada vez vez que vou á neve há sempre uns espertos que estão na berma à espera que haja quem abra a estrada. E no meu condomínio há lá 3 gajos que nunca foram administradores. Há sempre uns gajos mais espertos do que os outros. Quando os não vacinados forem obrigados a pagar as despesas que provocam ao Sistema Nacional de Saúde talvez lhes passe o escrúpulo. A que propósito os meus impostos estão sobrecarregados com o oportunismo destes snobs que não se importam de colidir com os direitos dos outros ? Vão-se lixar. Para egoista, egoista e meio...Ora que porra... Ou nós que andamos aqui a cumprir somos uns otários ? Querem ver os otários a sair dos sapatos e começarem a falar grosso ? Julgam que esta merda é o quê ? Ou há democracia ou comem todos...

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