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de todas as coisas que lhe podiamos apontar...

por Rodrigo Moita de Deus, em 13.03.17

O país descobriu que teve um secretário de estado dos assuntos fiscais que percebia realmente de assuntos fiscais. Compreende-se a surpresa. Esta coisa dos políticos que não são políticos faz confusão.

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De Fernando S a 14.03.2017 às 12:53

Os tais milhões não tinham que regressar a Portugal. De resto, uma parte significativa até dizia respeito a pagamentos de importações de mercadorias (que entraram em Portugal).
Há milhões que entram e milhões que saem - faz parte da actividade económica em economias abertas e dinâmicas.
Os milhões em questão foram declarados : cabe às autoridades fiscais verificar e identificar eventuais irregularidades.
Se porventura existirem impostos a pagar, as entidades em infracção podem ser processadas e executadas (os milhões não têm de regressar).
De qualquer modo, o historico deste tipo de transferências tem mostrado que os contrôles efectuados detetaram poucas irregularidades e que os eventuais montantes de impostos por regularizar são muito limitados.
De resto, parece até que a maior parte das declarações relativas às transferências em questão deram entrada na administração fiscal apenas em ... 2016 !...
Que se façam então os contrôles necessários e, se existirem irregularidades e forem descobertos impostos por pagar, que se faça o que deve ser feito.
Estar a lançar a confusão e a instrumentalizar politicamente uma questão como esta é desonestidade e mera demagogia !
E é nefasto para a economia portuguesa numa altura em que muitos paises procuram tomar medidas para incentivar e atrair investidores internos e externos (por exemplo, a Itália acaba de estabelecer um plafond anual de 100 mil Euros de impostos para grandes fortunas).

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