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fazer política social com o dinheiro dos outros

por Carlos Nunes Lopes, em 13.11.18

Livrarias ameaçam boicote dos manuais escolares em 2019 por falta de pagamento

 

Passes para estudantes em risco por dívida do Governo

 

Os Bombeiros Voluntários de Viseu podem não pagar os salários deste mês de novembro e do subsídio de Natal aos seus funcionários por causa dos atrasos nos pagamentos do Estado pelo transporte de doentes não-urgentes.

 

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À portuguesa

por Augusto Moita de Deus, em 12.11.18

O verão de S Martinho está a chegar. À portuguesa. Atrasado.

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Certamente por causa das alterações climáticas.

por Rodrigo Moita de Deus, em 11.11.18

O verão de S. Martinho foi um dia normal de inverno. 

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Um marxista Grouchiano

por João Vacas, em 11.11.18

O António Costa anti-tauromaquia de hoje é o mesmo que condecorou os forcados de Lisboa e lhes concedeu a medalha da cidade no decurso de uma corrida no Campo Pequeno? Tal como Groucho Marx, António Costa tem princípios. Se não gostarmos deles, tem outros.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 10.11.18

Fiquei com a ideia que as unhas de Emília Cerqueira não estavam arranjadas.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 10.11.18

Relativamente às faltas de José Silvano fica por explicar a ausência de virgens no alto Minho. De resto está quase tudo bem.

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Polígrafo

por Rodrigo Moita de Deus, em 07.11.18

O Polígrafo foi ontem apresentado na Web Sumitt. É por aqui que passa o futuro do jornalismo. Para além disso, dá imenso jeito...a alguns.

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até onde vai um argumento?

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.11.18

O "superior interesse da Nação" e o "prestígio das forças armadas" não foram os argumentos que os envolvidos invocaram para justificar o caso da estranha aparição da chamusca?

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grandes questiúnculas

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.11.18

Na são caetano à lapa há livro de ponto? 

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Ouvido no elevador:

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.11.18

Se a dita "maior parada militar da democracia" tivesse sido feita no tempo do Portas ou de José Pedro Aguiar Branco tínhamos a esquerda aos saltos com gritos de "fascistas".

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pensar a longo prazo

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.11.18

Já não vai haver greve no metro de Lisboa esta semana

Administração aceitou prolongar por mais um ano a vigência do acordo de empresa e com isso travou a paralisação, que coincidiria com a Web Summit

 

Boa. Há só aquele pormenor do contrato com a Web Sumitt prever mais nove edições.

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agenda

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.11.18

Amanhã o Fernando Esteves apresenta uma pequena surpresa na Web Summit. Vale a pena acompanhar.

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por João Vacas, em 05.11.18

É enternecedor ver tantos extremistas de esquerda a explicar quem são os moderados de direita.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 02.11.18

O negócio de José Peseiro nunca são os contratos, são as indemnizações. É justo.

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Uma questão de civilização (e de mau gosto)

por João Vacas, em 30.10.18

Começa bem a nova ministra da Cultura que hoje dividiu os portugueses em civilizados e incivilizados, ao arrepio da lei que qualifica a tauromaquia como "parte integrante do património da cultura popular portuguesa" e do bom senso que deve nortear a acção governativa.

 

A esse propósito, retomo o que escrevi noutro sítio:

 

Estamos verdadeiramente em lados diferentes da civilização. Somos, aliás, de civilizações diferentes.
Eles são da que nunca existirá; nós de uma que é muitas vezes milenar.
Eles apostam em promover a animalização do homem enquanto propagandeiam a humanização de animais que não conhecem; nós estamos cientes da nossa humanidade e somos conhecedores da natureza, características e potencialidades desses mesmos animais.
Eles são crentes num homem puro, asséptico e desenraizado; nós nas fraquezas humanas e nas suas virtudes, nos seus ritos e tradições.
Eles andam resolvidos a impor totalitariamente a sua visão do mundo; nós em defender as nossas antigas liberdades.
Eles caluniam quem não comunga do seu radicalismo delirante; nós suportamos as ofensas até ao limite do tolerável.
Eles desprezam os que não têm os seus hábitos maniqueus e ofendem quem se dispõe a sentar-se com eles à mesa; nós privilegiamos a amizade, a valentia, o convívio e o respeito pelos mais velhos.
Eles mascaram a sua intolerância em politicamente correcto; nós estamos tão convictos da força e da justeza das coisas autênticas que nos esquecemos de lutar por elas.

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E se?

por João Vacas, em 30.10.18

Javier Levy Hernández, Secretário da Embaixada de Cuba em Portugal, pergunta hoje no Público "E se levantarem o bloqueio a Cuba?"

Como resposta, Hernández merece uma pergunta: "E se libertassem os presos políticos e acabassem com a censura?"

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Falta pouco para as europeias

por João Vacas, em 27.10.18

Francisco Assis, cuja total falta de actividade da primeira vez que passou pelo Parlamento Europeu o qualificou para liderar a lista do PS num novo mandato, foi subitamente acometido de energia e quer salvar o Brasil. Nada menos.

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Saudades do Brasil que podia ter sido

por João Vacas, em 26.10.18

 

Olhando para a história atribulada do Brasil e para o novo capítulo que se iniciará com as eleições presidenciais do próximo fim-de-semana, é justo perguntar o que ganhou o país-irmão com a troca do Império pela República. Aqui.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 22.10.18

Estamos quase, camaradas. Estamos quase a garantir um resultado histórico para o Bolsonaro. É mantermos a estratégia: insultar a inteligência do eleitorado brasileiro e explicar que a culpa é do WhatsApp.

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"A residência oficial do presidente da Câmara de Lisboa está disponível para alojamento local num site de reservas turísticas, sendo que a licença de utilização é da empresa MCO II, que também gere outros espaços públicos em Lisboa."

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Também não me recordo...deixa-me ir ao Google...

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.10.18

Mesmo assim, instalou-se um estranho debate: a competência de João Galamba para ser secretário de Estado da Energia. Estranho porque inédito. Não me recordo de alguém alguma vez se ter perguntado quais eram as qualificações de Adolfo Mesquita Nunes para a pasta do Turismo, de Luís Campos Ferreira ou de Francisco Almeida Leite para a Cooperação, de Berta Cabral para a Defesa, de João Almeida para a Administração Interna, de Pedro Lomba para o Desenvolvimento Local.

Daniel Oliveira em 2018

 

Francisco Almeida Leite foi escolhido, em Abril de 2013, para secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, lugar que no passado foi ocupado por Luís Amado e Durão Barroso. Tirando os fretes que fez no "Diário de Notícias" e a sua curta passagem pelo Instituto Camões, onde ninguém sabe muito bem o que andou a fazer, ninguém lhe conhecia nada no currículo que o levasse para o lugar.

Daniel Oliveira em 2013

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 Deve afinal o Prós e Contras ser cancelado?

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Pequenas irritações

por João Vacas, em 17.10.18

Chefe do Gabinete e não Chefe de Gabinete. É difícil? Não me parece. 

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 14.10.18

Depois destes anos de geringonça ainda não perceberam que é escusado discutir o orçamento? O orçamento é secundário. O melhor é discutir as cativações.

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"That's one small step for a man, one giant leap for mankind". Sim, também estou a falar do filme "O Primeiro Homem na Lua", acerca da vida de Neil Armstrong, que estreará em breve em Portugal. Mas neste caso estou mais a falar deste video acabado de sair, com o robot Atlas a fazer parkour. Vão ver. Passo a passo, os saltos dele estão a ficar cada vez maiores. Quem sabe, um dia mais gigantes que a humanidade.

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Agenda cultural

por João Vacas, em 10.10.18

Amanhã há corrida no Campo Pequeno que será transmitida pela RTP. Os animalistas totalitários estão muito enxofrados com isso. É expectável que da sua ignorância intolerante resultem os números patéticos do costume. Vou comprar pipocas.

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Memória histórica

por João Vacas, em 10.10.18

António Costa disse hoje que a estabilização da democracia em Portugal se deu a 26 de Novembro de 1975. É pena que recentemente o PS tenha tido tantas hesitações em comemorar o dia antecedente.

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A falta de tacto dos contatos

por João Vacas, em 10.10.18

Diversas instituições decidiram imolar o "c" da palavra contactos numa obediência tonta àquilo que o Acordo Ortográfico não obriga. É estupido. Como o Acordo.

 

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Confiança na educação

por Augusto Moita de Deus, em 09.10.18

Vou para pagar uma despesa que consiste em duas parcelas de 15.95€. A funcionária decide fazer a conta na calculadora (tudo bem, se calhar achou que se tentasse fazer a conta de cabeça poderia errar). Começa então a digitar: "15.95" ... e quando espero um "x 2" ela escreve "+ 15.95"... 
NB- nada contra a funcionária, que foi extremamente atenciosa, e que provavelmente estava tão cansada que nem conseguiu pensar que era mais rápido digitar "x2". 

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Ricky Gervais desejou a morte aos forcados

por João Vacas, em 09.10.18

O ódio aos humanos é o que verdadeiramente caracteriza estes pretensos protectores dos animais.

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Confiança na economia

por Augusto Moita de Deus, em 08.10.18

À minha frente, na caixa do restaurante, uma pessoa entrega uma nota de 100€ para pagar a conta. Pergunta o empregado:

- será falsa?...

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Há muitas décadas que os partidos democráticos vêm trilhando o caminho do pragmatismo em detrimento de uma maior clareza doutrinária. O resultado está à vista: crescem o radicalismo, a intolerância e a polarização aliados à desconfiança e ao desencanto com a política. Mais do mesmo, ainda que com roupagem nova, levará a mais do mesmo. Depois não se queixem.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 08.10.18

Na segunda volta os eleitores brasileiros vão decidir o presidente que não querem.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 07.10.18

A economia privada portou-se bem em 2018 que o governo decidiu celebrar a coisa distribuindo o "prémio" pela economia pública.

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Os dias da rádio (I)

por Augusto Moita de Deus, em 06.10.18

Cresci literal e musicalmente a ouvir os programas do António Sérgio, o Rolls Rock e o Som da Frente. Mas também o quase desconhecido Dois Pontos. Eram duas horas, essencialmente dedicadas à passagem integral de dois álbuns. Os apresentadores eram o Jaime Fernandes, o Rui Morrison, o Humberto Boto, o Jorge Lopes e quiçá outros. Se bem me lembro tinha dois jingles, um de início e outro de fim, sendo que um deles tenho 99% de certeza que era o "Little Martha" que está aqui ao lado.

 

Que delícia era descobrir todos os dias (úteis) música nova. E música na forma de um álbum e não a redução da obras dos artistas a 2 ou 3 hits de 3 ou 4 minutos de duração, como se vê e se ouve na actualidade. Cada álbum era uma viagem, semelhante a um filme. Ou melhor, essa experiência era e é certamente mais parecida a ver a um episódio duma série, em que a discografia do artista ou banda é a série. 

 

Com o Dois Pontos (que anteriormente acho que se chamava Módulo) o ritual era: começar a gravar o programa às 11 e picos (depois das notícias) e... se a música não fosse do agrado, era só parar e fazer rewind e esperar pela hora (ou pelo programa) seguinte. Mas se a música agradasse, era mesmo para deixar gravar até ao fim, que normalmente as finanças eram curtas para comprar álbuns meramente em modo de exploração. As cassettes serviam precisamente para isso, para explorar e para ouvir as músicas com grande portabilidade (sim que os gravadores audio eram muito mais fáceis de transportar que os gira-discos). Em alguns casos a visita à loja dos discos (a discoteca, pois então) acabava por tornar-se inevitável.

 

Era aborrecido era se o álbum tivesse mais de 45 minutos, pois aí a cassette acabava com o álbum ainda a tocar...

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por João Vacas, em 05.10.18

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por Rodrigo Moita de Deus, em 01.10.18

Margem orçamental significa que o Estado está a cobrar impostos a mais. É isso, não é?

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graçolas de oportunidade

por Rodrigo Moita de Deus, em 18.09.18

como é que está a correr o referendo para o lugar de PGR?

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Discorda estruturalmente do PSD?

por Nuno Gouveia, em 12.09.18

Rui Rio: Taxa do Bloco para o imobiliário "não é assim uma coisa tão disparatada"

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Consta que pediu uma fatura

por Carlos Nunes Lopes, em 11.09.18

Diz que desfaleceu um indivíduo na festa do avante.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.09.18

Goste-se ou não do sistema de votos por antiguidade. Os clubes desportivos conseguiram fazer um filtro que os partidos políticos não conseguem fazer. Nas eleições dos clubes, normalmente mais apaixonadas que todas as outras, não constam estórias de sócios que vivem na mesma casa, de pagamento de quotas em massa ou de duas ou três mil criaturas feitas sócias no mesmo dia. 

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O PSD não tem a grandeza do seu líder

por Rodrigo Moita de Deus, em 09.09.18

Rui Rio quer que sua arte e engenho sejam "a arte e engenho do partido"

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fico envergonhado? claro que fico. nem assim chegámos penta

por Rodrigo Moita de Deus, em 05.09.18

Corrupção, favorecimento pessoal e violação de segredo: SAD do Benfica e Paulo Gonçalves acusados no processo e-toupeira

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 04.09.18

Digam o que disseram, esta reentré serviu para Rio se afirmar como líder da oposição. Não obrigatoriamente líder da oposição ao governo mas líder da oposição.

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O sucesso e o acaso

por Augusto Moita de Deus, em 29.08.18

O que determina o sucesso? É a eterna discussão: nature vs. nurture. Os genes? O treino? Ou apenas o acaso? Neste artigo no Observador falo disso, falo de vários músicos (incluindo Mark Oliver Everett, dos Eels, ou Brian May dos Queen), falo de vários físicos (incluíndo Hugh Everett, ou o astrofísico Brian May) e falo de vários programas de tv de divulgação cientifica (A Última Fronteira da RTP, ou o Isto é Matemática da SIC). O acaso está sempre presente na vida, portanto a divulgação do saber e a educação é sempre um investimento com retorno.

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O país primeiro - John McCain, herói americano

por Nuno Gouveia, em 27.08.18

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John McCain era o favorito a ganhar a nomeação republicana em 2008, depois de ter sido derrotado por George W. Bush oito anos antes. Com uma superfavorita do lado democrata, de seu nome Hillary Clinton, os republicanos viram o seu campo engrossar com candidatos de peso, como o herói do 11 de setembro, Rudy Giuliani, o governador do Massachusetts, Mitt Romney e ainda o antigo governador do Arkansas, Mike Huckabee. No final da primavera juntou-se à campanha Fred Thompson, famoso actor e antigo senador do Tennessee. Nesta primeira fase, McCain fez algo que ia contra a sua natureza: montou uma superestrutura de campanha, como favorito que era, e esperava ganhar facilmente a nomeação. 

 

Mas não foi isso que sucedeu: a campanha de McCain chegou ao verão de 2007 completamente falida e definhava nas sondagens (começou o Outono com 10% nas sondagens nacionais). A sua angariação de fundos não descolava e a sua impopularidade perante a base republicana era enorme, sobretudo devido ao seu trabalho, juntamente com o senador democrata Ted Kennedy para fazer aprovar a reforma da imigração. Nesta altura, os analistas políticos viraram-se para os outros candidatos e declararam como “morta” a sua campanha. Muitos especulavam que poderia retirar-se da corrida a qualquer momento. Mas não foi isso que sucedeu. 

 

McCain reformulou a sua estrutura de campanha, despediu metade do seu staff e fez-se à estrada. Durante vários meses, andou em campanha pelos primeiros estados a ir a votos, sobretudo no New Hampshire e Carolina do Sul, segundo e terceiro e que lhe asseguraram vitórias fundamentais para obter a nomeação. A famosa “Straight Talk Express” andou meses na rua, muitas vezes sem cobertura mediática pois McCain tinha perdido a aura de favorito, mas ele nunca desistiu. Sem mudar uma linha no que defendia, foi apresentar o seu plano aos americanos. Nessa campanha, que tive o prazer de seguir atentamente e onde estive na Convenção de Minneapolis - St. Paul, que o consagrou como nomeado do Partido Republicano, o mundo teve a oportunidade de observar toda a dimensão política, ética e humana de John McCain. A sua imagem, para o bem e para o mal, esteve toda ela espelhada naqueles longos meses que o levaram a ganhar a nomeação e a perder a presidência. 

 

John McCain foi um sobretudo um resistente, alguém que nunca desistiu de defender aquilo em que acredita, mesmo que vá contra os seus interesses políticos. Como se viu na sua opção difícil na época defender a “surge” do general David Petraeus no Iraque (quando era extremamente impopular na sociedade americana) ou ainda o seu trabalho em conjunto com o senador Ted Kennedy para viabilizar a reforma da imigração (e que colocou a base mais conservadora contra ele). McCain, ele próprio um antigo prisioneiro de guerra e torturado pelos seus captores vietnamitas, foi também um intransigente defensor da Convenção de Genebra e lutou contra o “waterboarding” quando a Administração Bush a tentava viabilizar. Tendo sido John McCain um dos autores da reforma do financiamento da vida pública, não aceitou financiamento privado para as eleições gerais, ao contrário de Barack Obama, o que fez com que tivesse feito uma campanha em grande desvantagem financeira em relação ao futuro presidente, pois apenas aceitou dinheiro público. 

 

Mas também alguém que comete erros e que os admite (mesmo que mais tarde): como a sua opção de selecionar Sarah Palin como candidata a VP para acalmar os sectores mais conservadores, quando a sua opção era escolher o seu amigo e  antigo democrata Joe Liebberman, candidato a VP com Al Gore em 2000. Mais tarde viria a lamentar não ter seguido o seu instinto, mas também nunca renegou Sarah Palin, apesar do óbvio desconforto com muitas posições desta.

 

Na noite da vitória de Barack Obama, John McCain mostrou porque razão é, talvez, o maior e mais relevante político norte-americano dos últimos 40 anos, entre aqueles que não chegaram à Casa Branca. Sabe-se hoje que uma nervosa Sarah Palin exigia discursar nessa noite (a total arrepio do que é convencional), mas McCain foi inflexível: ninguém mais discursa. Subiu a palco, agradeceu ao povo americano a oportunidade que lhe concedeu, mas ofereceu os sinceros parabéns a Barack Obama, evidenciando o significado da sua eleição para os Estados Unidos da América. Este é, provavelmente, um dos discursos mais elogiados de sempre de um derrotado à presidência. Ao perder, McCain ganhou o respeito dos seus adversários. 

 

Nos 10 anos seguintes, McCain foi aquilo que sempre foi e que temos lido por toda a  imprensa nestes dias: combativo, líder e desafiante. Nos anos Obama, foi um leal opositor do Partido Democrata e apoiante de Mitt Romney em 2012. Durante a ascensão de Donald Trump, foi critico, chegou a declarar o seu apoio quando ele obteve a nomeação republicana, mas por fim, ainda durante a campanha eleitoral, escolheu o país ao partido e “revoltou-se” contra o nomeado e depois Presidente. Numa era em que poucos políticos republicanos escolheram colocar-se no lado oposto de Trump, McCain continuou onde sempre esteve: ao lado do país.

 

O seu slogan “Country First” esteve sempre presente na sua vida: quando combateu no Vietname, quando foi prisioneiro de guerra e optou por não sair antes do tempo, para não ter privilégios por ser filho de um Almirante, mas também quando foi um dos grandes impulsionadores da normalização de relações entre os Estados Unidos e o Vietname. Durante a sua longa carreira política teve bastantes batalhas, tendo ganho muitas e perdido outras tantas. Foi um dos autores da reforma do sistema de financiamento na política com o liberal senador Russ Feingold. Tentou, por duas vezes e fracassou, aprovar uma reforma da imigração. Combateu os excessos do Estado Federal e era um defensor inflexível do excepcionalismo americano e da sua política de alianças internacionais (como a NATO). Defendeu o intervencionismo externo americano e acreditou no papel de líder internacional do seu país. Por ser um crente no papel benigno dos Estados Unidos, foi nos seus últimos anos de vida um feroz opositor de Donald Trump, pela decência e pela honorabilidade na vida pública.

 

A sua escolha para discursar no seu funeral diz tudo: os dois políticos que o impediram de ser Presidente: George W. Bush e Barack Obama. Grande John McCain.

 

*foto tirada por mim em Minneapolis em 2008. 

 

 

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Não me admirava nada se Trump daqui a uns tempos anunciasse que não se recandidata a um segundo mandato, por razões de saúde. 

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por Rodrigo Moita de Deus, em 16.08.18

segundas impressões de um conservador de férias: mais do que nunca, impõe-se uma polícia do bom senso à porta de todas as lojas que vendam bikinis.

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por Rodrigo Moita de Deus, em 16.08.18

Primeiras impressões de um conservador em férias: é mesmo preciso levarem os cãezinhos para a praia? não dá para ficarem em casa?

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Rio está a cumprir

por Nuno Gouveia, em 14.08.18

A liderança de Rui Rio não tem sido fácil e haverá muito descontentamento dentro do PSD. Todos podem testemunhar, sobretudo quem anda regularmente pelos meios do partido, que poucos militantes estão satisfeitos com o seu estilo de liderança, inclusive muitos dos que nele votaram. Mas, ao contrário de Pedro Duarte e de muitos outros, não concordo que Rio deva sair da liderança antes do ciclo eleitoral. Foi eleito há pouco tempo, tem toda a legitimidade para cumprir o mandato e mais, considero que está a fazer aquilo que defendeu, sendo fiel a si próprio e ao que prometeu durante a campanha. Está certo que podia ser menos quezilento com os críticos internos, mais acutilante na (fraca) oposição feita ao Governo e, sobretudo, ter-se rodeado de melhores quadros e não de uma versão anos 90/00 do PSD. Mas não me parece que seja justa a crítica que está a ser diferente do esperado.

 

Muitos dos seus apoiantes de primeira hora bem anunciaram: o PSD iria virar à esquerda (Salvador Malheiro recordou que Rui Rio é de centro-esquerda), ia mudar a forma de fazer oposição ao PS (David Justino disse que a forma como Passos Coelho fazia oposição fez o PSD perder votos), que havia um vazio de ideias no PSD (o terrível Ângelo Correia, que desde muito cedo deixou de apoiar o governo de Passos Coelho, bem avisou). E muitos outros seus apoiantes, como Morais Sarmento ou Silva Peneda, foram deixando muitas criticas ao PSD de Passos Coelho. Isto para não falar dos avisos sobre as alterações na política de justiça que Rio foi defendendo (as escolhas de Elina Fraga e Mónica Quintela apenas reforçaram essa ideia deixada durante a campanha eleitoral). Se somarmos a estas intervenções tudo aquilo que Rio foi dizendo sobre a sua visão para o PSD na oposição, como se relacionar com PS ou o distanciamento em relação ao CDS, ninguém pode dizer que a liderança de Rio está a ser diferente do prometido.

 

No entanto, é necessário deixar explícito que este caminho é errado e contra o património histórico do PSD. Acredito que uma parte substancial do partido não se revê nesta aproximação ao PS. Como bem explica o Miguel Pinheiro nesta brilhante peça no Observador, Rio está a seguir a tradição das Opções Inadiáveis e não a de Sá Carneiro ou de Cavaco Silva, acrescento eu, quando este rompeu com o Bloco Central. É uma opção legítima, sufragada pelos militantes nas últimas directas, mas não deixa de ser perigosa e danosa para os interesses do país. Não acreditando que haverá alterações na liderança até ao próximo ciclo eleitoral, serão os resultados que vão selar o destino de Rui Rio à frente do PSD. Se vencer as eleições, estou certo que o PSD se unirá à sua volta. Mas se perder contra este António Costa, que tem governado o país recordando os piores tempos de José Sócrates, ninguém lhe perdoará.

 

Nota para Pedro Santana Lopes: foi candidato à liderança do PSD há pouco mais de seis meses. Teve quase 50% dos votos dos militantes (entre os quais, o meu). Lamento que tenha abandonado o PSD, não cumprindo com o que afirmara durante a campanha. Sei que muito poucos no PSD o vão seguir nesta nova aventura e não posso desejar-lhe felicidades para o resto da sua carreira política. Mas como nada é eterno em política, espero que regresse daqui a uns anos à sua família de sempre.

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A transiência da memória

por Augusto Moita de Deus, em 11.08.18

Quando comecei a tirar fotos com a Kodak do meu pai, achava que o slogan "Para mais tarde recordar" não fazia muito sentido. Ora, eu recordava-me de todos aqueles acontecimentos!, e recordei-me deles por anos a fio. Até que isso deixou de acontecer.

 

No início tirava poucas fotos. Mas as revelações rápidas foram-se tornando cada vez mais rápidas e acessíveis. E depois veio o digital. O meu espólio fotográfico passou de meras dezenas para milhares de fotos. Mas não foi só o número de fotos tiradas que disparou. A vida avançou, complexificou-se e cada vez mais acontecimentos foram ficando enterrados no passado, passado que foi ficando cada vez mais longínquo. Afinal de contas, chama-se a isso a passagem do tempo. O "para mais tarde recordar" passou a fazer sentido. Sem as fotos... eu nunca mais iria recordar muitos daqueles momentos. Como se tornou óbvio. A ilusão da redundância das fotos e da persistência da memória deve fazer parte daquela sensação de imortalidade que acompanha os primeiros anos da vida adulta.


Vem isto a propósito de (parece óbvio...) ter estado a ver fotos antigas. E de ter visto o filme Mamma Mia! - Here We Go Again. A este respeito, devo dizer que detestava os Abba na época em que essas músicas foram saindo. Tenho uma memória de até ter gostado de Waterloo, que ganhou o festival da Eurovisão de 1974 (aquela guitarra do Björn Ulvaeus era o máximo!), mas a partir daí a música dos Abba representava para mim o comercialismo e a música de dança que eu menosprezava -para mim a música era para ouvir, ponto final. O facto de ouvir essas canções no lo-fi da onda média durante tanto tempo, e por essa ser a época do Disco Sound (música que na maior parte dos casos era enjoativa de ouvir, vamos ser honestos) pode ter contribuído um pouco para esse enfado.

Entretanto comecei a escutar o Rock em Stock, o Rolls Rock e depois o Som da Frente, e portanto eram as bandas rock que eu gostava de ouvir. Primeiro os Police, e depois The Doors, Ultravox, U2 (especialmente os 4 primeiros álbuns), The Stranglers, Joy Division, Bauhaus, Echo and the Bunnymen, Kraftwerk, Camel, Yes, Genesis, Pink FloydLed Zeppelin e mais tarde (viajando até ao presente) Radiohead, Jeff BuckleyInterpol, Arcade Fire, Sufjan Stevens e Steven Wilson.

Entretanto comecei a ouvir aqui e ali por acaso Abba (coincidindo naturalmente com o revivalismo associado à banda que se começou a sentir há cerca de uma década atrás) e, anos depois, a coisa passou estranhamente a soar melhor, especialmente agora que os ouvia em hi-fi. Vinha ao de cima a excelente qualidade de produção musical e as melodias cativantes. E o facto das canções dos suecos afinal estarem bem construídas e não serem tão repetitivas e pobres quanto a maioria da pop comercial, pelo contrário. E depois vi o filme Mamma Mia e agora a sua sequela. Os filmes não são profundos, mas estão muito bem feitos e a integração das canções no enredo parece ser sempre natural, não forçada. E as memórias? O que é incrível é que ambos os filmes despertaram memórias que eu já não me lembrava que tinha. É uma sensação difícil de descrever.

 

A internet é curiosa, pois o que lá cai, fica lá indelevelmente gravado em servidores redundantes feitos de memórias digitais, bastando depois apenas um motor de busca para reavivar essas lembranças. Sinceramente, acho que escrevi tudo isto, links incluídos, para mais tarde googlar.

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o sucesso V

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.08.18

Provavelmente teria sido melhor ligar para a Glassdrive.

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o sucesso IV

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.08.18

Não percebi muito bem. As autoridades controlaram o fogo em Monchique ou foi a serra que ardeu toda?

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o sucesso III

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.08.18

Segundo o ministro da administração interna o facto da cidade de silves não ter ardido foi um dos sucessos da operação

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o sucesso II

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.08.18

O ideal num combate a um incêndio é não existir incêndio.

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O sucesso I

por Rodrigo Moita de Deus, em 10.08.18

É claro que em Monchique as condições eram difíceis para o combate ao incendio. Temperaturas altas, ventos, a serra densamente arborizada e o relevo do terreno. Toda a gente sabe que o ideal para combater incêndios é um terreno plano, sem árvores, num dia de temperaturas amenas sem vento.  

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 07.08.18

é evidente que, em Monchique, falharam as cabras sapadoras.

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Efeito bitaite

por Augusto Moita de Deus, em 06.08.18

Adoramos dar palpites sobre assuntos, mesmo que não os dominemos. (Algo muito comum nas redes sociais e nos blogs). Os incêndios. O futebol. O papel do mar no desenvolvimento do país. Temos em português um termo bem castiço para isso: o bitaite. Descobri recentemente que afinal o bitaite foi estudado num contexto mais geral em psicologia, onde tem um nome mais pomposo: efeito Dunning-Kruger

 

Podia pôr-me aqui a descrevê-lo, mas isso apenas serviria para o confirmar ainda mais. Sendo assim, deixo aqui este video que explica esse efeito, do qual todos padecemos em menor ou maior grau, e que indica duas medidas para o contrariar, uma das quais sendo a aprendizagem contínua -e perdoem-me o spoiler, mas espero que agora queiram mesmo saber qual é a outra. Temos de nos documentar, que nos cultivar. Não é bitaite afirmar que a educação permanente, ao longo da vida, é fundamental para todos os cidadãos.

 

Em suma: só sei que nada sei. Mas... mandar bitaites é sempre mau? Não necessariamente. Porquê? Não sei ao certo, mas soa-me bem.

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Pelo menos a confusão não envolveu Viena

por Augusto Moita de Deus, em 05.08.18

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Temperaturas recorde. Tudo ali para os lados do Alentejo e Ribatejo. Com uma excepção no Minho?? Aquele pontinho estranho ali no mapa não deu que pensar? Que fenómeno meteorológico estranho seria esse que traria 45 °C junto à costa no extremo norte de Portugal? Aparentemente foi o fenómeno da deficiente edição, visto que esse valor foi afinal atingido em Viana do Alentejo

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Da série "E o ângulo recto ferve a 90º"

por Augusto Moita de Deus, em 03.08.18

Em algumas localidades, a temperatura ultrapassou hoje os π/4.

(E já agora, e desta vez a sério: a água ferve a 90 ºC aos 3 km de altitude).

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A cantora voltou a deixar rasgados elogios a Lisboa:

Madonna diz que “Portugal é governado pelos três F: Fado, Futebol e Fátima” e compara o país com Cuba

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eu que não sou de intrigas IV

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.08.18

Nem tudo é mau. Há grandes possibilidades da Glassdrive ser mais eficiente no combate aos fogos que a Autoridade de Proteção Civil.

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eu que não sou de intrigas III

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.08.18

A próxima grande tendência dos "famosos" no instagram é aparecerem vestidos.

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eu que não sou de intrigas II

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.08.18

O caso robles serve para calar os críticos que diziam que o Bloco não tinha experiência de economia privada suficiente para chegar ao Governo.

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.08.18

A ideia de que o Presidente se deixou "assessorar" numa decisão é própria de quem não conhece Marcelo. 

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revista de imprensa vi

por Alexandre Borges, em 02.08.18

E sequestraram os editores com a 4ª classe completa.

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revista de imprensa v

por Alexandre Borges, em 02.08.18

Prémio: quando o "E" da revista do Expresso também pode ser de Esquerda.net versão papel.

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revista de imprensa iv

por Alexandre Borges, em 02.08.18

Uma pessoa sabe que os jornais estão perdidos quando já nem na tira do Calvin se pode confiar para encontrar escrita correcta. #nominar

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revista de imprensa iii

por Alexandre Borges, em 02.08.18

Prémio: Os artigos publicados nesta secção respeitam a norma ortográfica escolhida pelos autores, mesmo quando os autores escrevam frases de 10 linhas, pondo os leitores em perigo de asfixia, ainda por cima com este calor.

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revista de imprensa ii

por Alexandre Borges, em 02.08.18

Prémio: nós náo somos como vocês, que pensam que a Celeste Rodrigues era só a irmã da Amália; por isso é que fazemos este epitáfio a dizer que ela era muito mais do que a irmã da Amália; curioso é que não nos tenha ocorrido que a melhor (única?) forma de demonstrar que ela não tinha sido só a irmã da Amália fosse fazer-lhe precisamente um epitáfio oposto, que não se referisse ao facto de ela ser a irmã da Amália.

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revista de imprensa i

por Alexandre Borges, em 02.08.18

O Negócios diz que a Catarina Martins é mais poderosa do que o Proença de Carvalho. Fofinhos.

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Da coerência (II)

por Carlos Nunes Lopes, em 31.07.18

Catarina Martins, política:

"(...)salário mínimo nacional, que é baixo e indigno"

 

Catarina Martins, a empresária: trabalho pago abaixo do salário mínimo!

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Da coerência (I)

por Carlos Nunes Lopes, em 31.07.18

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Acção Política:

Catarina Martins fala do "falhanço" da União Europeia

“É urgente preparar o país para o cenário da saída do euro ou mesmo do fim do euro”

 

Acção pessoal e empresarial: Apoio comunitário de 143 mil euros.

Catarina Marins - Fundos.png

 

 

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 30.07.18

Robles acaba de anunciar que vai vender o prédio.

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 29.07.18

Estou solidário com a irmã do Robles. A única verdadeira vítima de todo este caso.

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Por uma habitação com dignidade (II)

por Carlos Nunes Lopes, em 29.07.18

25m2 por família?

Até os bunkers unifamiliares do Enver Hoxha tinham mais área útil.

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Por uma habitação com dignidade

por Carlos Nunes Lopes, em 29.07.18

Fico muito preocupado quando o BE assume a defesa de um conceito de habitação própria permanente de 25 m2 por família.

Estas pessoas votam as matérias de habitação em Lisboa?

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 27.07.18

Seja qual for a reação oficial do Bloco de Esquerda queria deixar o convite para o Ricardo Robles filiar-se no PSD. Há muito que o meu partido precisa de alguém que defenda verdadeiramente os interesses dos empreendedores e dos empresários.

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mais ou menos sobre o orçamento de estado

por Rodrigo Moita de Deus, em 24.07.18

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Para quem acha que os professores estão em risco de "exaustão emocional" e "afogados" em trabalhos administrativos aqui fica um link para a página que alguns criaram...sobre mim. Uma delícia. 

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...

por Rodrigo Moita de Deus, em 23.07.18

Alguém está a manter um registo de tudo o que o Bloco de Esquerda tem dito nos últimos três anos? É que pode dar imenso jeito no futuro.

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Contraste

por Augusto Moita de Deus, em 21.07.18

Hoje (20/7), no Primeiro Jornal da SIC

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Engraçado: mais uma reportagem em Rabo de Peixe em que têm que se inserir legendas...

 

Triste: leia-se com atenção aquilo que aquele jovem está a dizer. A clamar, aliás. Falava-se ali do abandono escolar. Se ouvissemos apenas, mesmo que entendessemos o sotaque, se calhar não pensaríamos muito no assunto. As legendas ajudam mesmo. Claro que o jovem está errado, mas é a convicção dele. Aliás, mais à frente ele diz que não quer regressar à escola, nem que lhe batessem. Tanta discussão sobre ensino e professores (relevante, claro) e se calhar a maioria nem repara que há jovens em Rabo de Peixe e por esse país fora que acham que a escola não dá pão. Dá que pensar.

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um brinde ao defunto!

por Carlos Nunes Lopes, em 20.07.18

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10/01/2014 - Coroa de flores na entrega dos Estaleiros de Viana do Castelo à Martifer [por José Maria Costa, Presidente da CM de Viana do Castelo]

 

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20/07/2018 - West Sea está a construir seis navios e emprega mais de mil trabalhadores em Viana

Na foto, de hoje, José Maria Costa num brinde a bordo de um navio construido nos estaleiros de Viana do Castelo.

 

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 19.07.18

No caso hell angels é complicado distinguir os advogados dos arguidos.

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Vi ontem as declarações de Rovisco Duarte sobre o material desaparecido em Tantos. Pouco habituado a dar explicações experimentou uma nova doutrina: o desaparecimento de material de guerra em quartéis das Forças Armadas é um problema dos civis. Concordo. O estado das chefias das forças armadas é, cada vez mais, um problema dos civis e para os civis.  

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Fechem a Portela

por Carlos Nunes Lopes, em 12.07.18

Vi um tuk-tuk em Alfragide.

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O poder do elogio

por Augusto Moita de Deus, em 11.07.18

Em Portugal lidamos mal com a crítica. Em primeiro lugar porque não gostamos de ser criticados. Depois, porque a crítica é frequentemente ad hominem, subjectiva, em vez de se circunscrever ao assunto objectivamente em causa. Para além disso, há a incoerência essencial de criticar mas depois não elogiar. Porque fazer bem é considerado o normal. Porque se se faz bem é porque não há mais nada a dizer, uma espécie de stiff upper lip à portuguesa. (E já agora: porque se a pessoa faz bem, então a crítica negativa deixa de ser um instrumento de poder; pior: se faz bem, aquela pessoa passa a ser um rival).

 

Mas tudo isto é miope. Uma sociedade em que se valoriza o elogio sincero é uma sociedade mais exigente e produtiva. Veja-se a estratégia de colocar autocolantes nos cadernos dos alunos dos Primeiros Ciclos do Ensino, sempre que fazem bem uma tarefa. O que os miúdos se esforçam para ter e para manter a recompensa dum sticker com um smiley!! O elogio sincero e fundamentado é uma parte importante duma crítica construtiva e objectiva, visto que: a) na ausência do elogio, a própria pessoa começa a avaliar o que pode ter feito mal; b) a pessoa está mais receptiva a ouvir a crítica de alguém que anteriormente a elogiou. 

 

O que é que isto tem que ver com Cristiano Ronaldo? Simples. Para além de ele querer um novo desafio; da ingratidão dos adeptos espanhóis; da perseguição do fisco; e também daquele detalhe dos 120 milhões de euros que ele vai ganhar, ninguém me tira que um dos motivos de CR7 ir para a Juventus foi aquelas palmas espontâneas com que os adeptos italianos o agraciaram após o memorável golo que marcou em Turim. Aquele momento pode ter mudado tudo. Um elogio sincero e fundamentado pode mesmo mudar uma vida. É esse o poder do elogio.

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Quem irá ganhar o Euro 2018?

por Augusto Moita de Deus, em 06.07.18

 

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eu que não sou de intrigas

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.07.18

Alguém aproveitou a coisa para perguntar ao Obama se Guantánamo já fechou?

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Ricardo Camacho

por Augusto Moita de Deus, em 04.07.18

Sétima Legião. Os Joy Division portugueses. Não é exagero, é elogio. E isso vinha do Ricardo Camacho, que agora nos deixou.

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Essa é que é essa

por Augusto Moita de Deus, em 04.07.18

A Selecção estava claramente em crescendo de forma, cada vez mais entrosada, nomeadamente desde o jogo com Marrocos. Mais uns três jogos com a equipa a jogar junta e Portugal poderia perfeitamente ter chegado à Final do Mundial.

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Deixem a senhora em paz

por Augusto Moita de Deus, em 03.07.18

Pode ser que aqueles lugares de estacionamento façam falta a alguém. Mas também é óbvio que ela tem uma posição negocial mandona.

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Ou melhor, disto tudo

por Augusto Moita de Deus, em 03.07.18

Deixem a senhora em paz. É a Madonna. Diz tudo.

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valores altíssimos de gente que se enganou na profissão

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.07.18

Dados provisórios sobre burnout dos professores indicam valores "altíssimos"

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Leave her alone

por Augusto Moita de Deus, em 02.07.18

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Cada vez que se fala de Madonna é uma agitação. A presença e assuntos corriqueiros das celebridades que vivem em Roma, Paris ou Barcelona receberá assim tanta atenção dos media de referência? Eu sei, não estávamos habituados. Mas acho mal tanta atenção. A senhora pode ter vindo para cá precisamente por apreciar o sossego. E nós com isso? É fácil. Tenho para mim que cada vez que Madonna põe um tweet com a palavra Portugal, o PIB nacional aumenta pelo menos 1 milhão de euros.

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Mudando de assunto, que isto da bola já chateia

por Augusto Moita de Deus, em 02.07.18

LeBron James assinou pelos Lakers.

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Eu que não sou de intrigas

por Augusto Moita de Deus, em 01.07.18

Cristiano Ronaldo desta vez até não estava assim tão chateado com a derrota. Percebe-se. A Argentina de Messi foi eliminada no mesmo dia. Ou seja: CR7 permanece como principal candidato à Bola de Ouro.

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Portugal e o duro choque com a realidade

por Augusto Moita de Deus, em 01.07.18

Portugal até merecia mais, mas quando uma equipa a sua própria derrota cava... ninguém depois se admira assim tanto com o resultado. A Selecção lutou até ao fim e isso deve ser realçado. Mas não é por meramente suares que chegas lá. É preciso cabeça, acertar muitos mais passes, ter atacantes na área e titulares no pico da forma. E aprender com os erros. Cavani tem muito mérito, mas o 2º golo do Uruguai fez-me lembrar ligeiramente aquele que esteve quase para ser o 2º golo do Irão... Quando a realidade choca com as nossas expectativas dói, mas é a vida. E pode ser uma boa lição de vida. 

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A realidade é tramada. Ela própria pode ser uma simulação

por Augusto Moita de Deus, em 29.06.18

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Tal como no Europeu, há um lado do bracket que aparenta ser mais fácil. Os espanhóis estão aliás radiantes. Trata-se neste caso, ironicamente, do "ramo europeu" (está lá a Colômbia, mas vamos fingir que é a Polónia). Só que desta vez Portugal não está "nesse" lado. E de quem é a culpa? Nossa, não! A culpa é do árbitro e do video-árbitro!! O Cedric não fez penalti!!! 

 

Aparenta ser mais fácil. A Bélgica lutou para ganhar o seu jogo com a Inglaterra e assim acabou por ficar nesse lado do bracket, quando podia ter meramente empatado, o que a levaria a um trajecto supostamente mais fácil. Deve ter sido engano do treinador belga.

 

Dessa forma, Portugal ficou no "ramo mundial", que aparenta ser o mais difícil. E as dificuldades são em crescendo. Se ultrapassar o Uruguai e depois a Argentina ou a França (qual deles o "melhor" embate), não se espera que Portugal vá defrontar o Japão...

 

Em suma, eu tinha razão, só que ao contrário, nesta questão de Portugal aterrar num bracket previsivelmente mais fácil. Enfim, estou aborrecido com a realidade. A realidade é tramada. A realidade persiste em contrariar as previsões feitas acerca dela. E a questão fulcral é que a própria realidade talvez seja uma simulação.

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E agora, Portugal?

por Augusto Moita de Deus, em 25.06.18

A táctica é importante, bem como acertar mais os passes. Mas... vamos ver que bracket vamos ter pela frente. É que o bracket também joga. É preciso não esquecer: campeões europeus e tal e tudo o que isso significou e significa. Com todo o mérito. Mas na altura o bracket ajudou e muito. Obrigado Islândia, por ter marcado golo nos últimos instantes e assim termos ficado em 3º no grupo, evitando o lado dos tubarões. Vai na volta e ainda vamos agradecer ao árbitro por ter dado aquele penalti a favor do Irão.

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PS- com este bracket, tudo se alinharia para uma final Portugal - Rússia :-)

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agora é que ninguém vai apresentar um bom modelo de gestão

por Rodrigo Moita de Deus, em 25.06.18

Sporting. Sobrinho vai apoiar candidato com melhor modelo de gestão

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