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mediocridade

por Rui Castro, em 29.11.07

Quando se candidatou à presidência da capital, António Costa bem sabia que a maioria PSD na Assembleia Municipal não lhe daria descanso. Aparentemente acossado pelo mais que provável chumbo da propostas de financiamento da Câmara para pagar 500 milhões de euros a fornecedores e aumento das receitas tributárias, ameaça agora demitir-se. Depois da instabilidade vivida no final de mandato de Carmona Rodrigues e da forma atabalhoada como o PSD geriu a crise, o executivo PS tinha a oportunidade de mostrar serviço. Pelos vistos, Costa optou pelo caminho mais fácil, a martirização política. Até pode ser que lhe permita a reeleição daqui a 2 anos, mas torna-o igual aos demais.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De César David Sousa a 29.11.2007 às 13:06

Não tinha ideia porque não é verdade, era apenas um exagero meu. De acordo com o Público, o número correcto é de 37,39% de participação, a mais baixa de sempre em autárquicas.

Dos 524.248 eleitores inscritos no concelho de Lisboa, pouco mais de 196 mil foram às urnas. Desses 196 mil, 29,5% votaram em António Costa.

O candidato socialista recolheu um total de 57.907 votos, num universo de 196.041 votantes.

Em 2005, 52,65 por cento dos eleitores inscritos na capital participaram no escrutínio.

Mediocridade, meu caro Rui Castro, para mim, é isto: fazer eleições e ganhar câmaras municipais sem o mínimo de 50% de votantes do total de inscritos. Dir-me-á, talvez, que a culpa é das pessoas, que não querem saber; mas repito o que lhe disse anteriormente: nesse dia, estava vento, não estava nada bom para praia...

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De César David Sousa a 29.11.2007 às 13:11

Ah, sim: e desses 57 mil votos que António Costa recebeu, não se esqueça de descontar o "cacique" e os votos contados do partido; e de acrescentar a isso o grupo sénior que viajou de Castelo de Paiva para abanar bandeirinhas no Largo do Rato sem saber ao que vinha. Medíocre? Não! Nadinha.

Desde que lhe permita a reeleição, daqui a dois anos...

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