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ler os outros

por Rui Castro, em 30.11.07

Apesar de ser pouco habitual, não posso deixar de subscrever o artigo de opinião de Fernanda Câncio de hoje no dn:

"Um comércio cuja essencial tradição é a do imobilismo, um comércio que não viaja, não conhece nem se informa, um comércio que não pensa, um comércio que não oferece, exige. Um comércio, em suma, que não se sabe vender. E que, na sua esquizofrenia, vai ao ponto de ameaçar greve - como se o seu problema não fosse a greve que os clientes há muito lhe declararam."


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De António de Almeida a 30.11.2007 às 10:23

-Subscrevo. Conheço umas quantas lojas pequenas, que souberam modernizar-se, responder ás exigências do mercado, repito, pequenas, e únicas, não pertencem a qualquer grupo, nem tão pouco são franchisings, e o negócio vai de vento em popa, apesar da crise. No entanto, quando se fala com comerciantes vizinhos, alguns no mesmo ramo de actividade, vem a conversa da zona, da clientela ser diferente, há muita gente que pensa que ser comerciante é abrir uma porta, e o dinheiro aparece. Já presenciei até, um comerciante indignar-se com um cliente, quando este reclamava estar a abertura da loja, atrasada 20m, face ao horário afixado. Provavelmente, são os mesmos que querem fazer greve, e um subsídiozinho, não?

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