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– Não podemos vender produtos verdadeiros?
– Podem!
– E estes não são produtos verdadeiros??
– São!
– Mas não os podemos vender???
– Não!

[*A ler: aqui]


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De António de Almeida a 12.01.2008 às 16:04

-Os srs da ASAE não passam duns talibãs da burocracia portuguesa.
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De David Silva a 12.01.2008 às 16:27

Talvez pequem por demasiado intrasigentes, mas estão apenas a fazer cumprir a lei.

Se os estabelecimentos comerciais são obrigados a dizer previamente o que vendem e depois começam a vender outras coisas, estão sujeitos a isto.

Como já se escreveu neste mesmo blogue, se não há fiscalização, fala-se mal; se há fiscalização, fala-se mal à mesma!

Este surto de notícias sobre a actividade da ASAE é muito bom, menos para a ASAE, keep this in mind...
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De cadeiradopoder a 12.01.2008 às 16:57

Sanha persecutória ainda vai ser sinónimo de ASAE!
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De blogdaping a 12.01.2008 às 17:15

OOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHH Dª Braganca !

Confiscaram a Cartier porquê ?? Pode informar cá a malta ?
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De António de Almeida a 12.01.2008 às 18:47

-Não contesto que a ASAE apenas cumpra e faça cumprir a lei. Só que numas matérias invocam legislação comunitária, noutras obrigam ao cumprimento de legislação única na Europa, entendam-se, ou um dia destes Portugal será encarado como uma bizarria.
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De António de Almeida a 12.01.2008 às 18:47

-Não contesto que a ASAE apenas cumpra e faça cumprir a lei. Só que numas matérias invocam legislação comunitária, noutras obrigam ao cumprimento de legislação única na Europa, entendam-se, ou um dia destes Portugal será encarado como uma bizarria.
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De blogdaping a 14.01.2008 às 16:39

Anda muitaaaaaaaa distraido !!!

Portugal é uma bizarria desde o ano 1128 !
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De zedeportugal a 12.01.2008 às 18:53

"A falta de licenças apanhou de surpresa as empresas e os seus departamentos jurídicos."

Estes até têm departamentos jurídicos. Os juristas que cumpram a sua função e questionem (são pagos para isso) a legalidade das acções da ASAE. Pena tenho eu dos outros, dos que não têm departamento jurídico.
A questão não está na acção, está na forma. Os inspectores tomam decisões fundadas muitas vezes em juízos próprios, causando prejuízos por vezes muito graves à sobrevivência das pessoas. Por isso mesmo, só poderá ser bom que uns quantos juristas venham a conseguir fazer condenar alguns destes actos e inspectores por ilegalidade na forma ou na acção.
Mas afinal, foram os portugueses que puseram lá os actuais mandantes, não foram? Seria bom que não se esquecessem disso, e também de que de lá os podem tirar. A propósito, vejam este poste:
http://umjardimnodeserto.nireblog.com/post/2008/01/12/o-aeroporto-em-alcochete
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De Pedro Xavier a 13.01.2008 às 15:35

Acho extraordinário que toda a gente se exalte com o facto da ASAE ter apreendido uma serie de material na LV, Cartier e Hermes.
Eu não sou apologista do regime ditatorial em que a ASAE quer colocar todo o comercio...mas qt a este assunto, estas questões colocam-se a todos os comerciantes portugueses à dezenas de anos.
Tudo isto tem a ver com uma legislação muito especifica no que concerne aos materiais preciosos.
Todas as ourivesarias são obrigadas a uma serie de obrigações e restrições no seu comercio. E sempre têm vivido assim. Já as grandes marcas( GA, LV, Cartier, TOUS, etc ) têm vendido nos últimos anos muitos artigos em materias preciosas sem cumprir um unico dos critérios obrigatórios. Mas como eram os XP's da moda ninguém lhes tocava.
Se nos tocam a nós pelo menos toquem a todos. E era importante não falar sem primeiro conhecer as razões e toda a história. Aquela noticia é encomendada e tem um propósito-alterar a legislação(algo pelo qual luto há 15 anos). Mas enquanto permanecer assim e nós formos obrigados a cumpri-la...que cumpramos TODOS.
Se quiserem posso detalhar as obrigações e restrições que são impostas, as quais estas lojas violam quotidianamente....
Um abraço.
Pedro Xavier
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De Anónimo a 13.01.2008 às 21:02

"Por isso mesmo, só poderá ser bom que uns quantos juristas venham a conseguir fazer condenar alguns destes actos e inspectores por ilegalidade na forma ou na acção."

Claro que vai ser bom, ou melhor, muito bom. Porque no fim, a conta irá parar sempre aos mesmos. Pagamos para andarem a brincar ás brigadas anti-terroristas, pagamos os subsídios de sobrevivência dos que trabalhavam nas tascas subversivas e sem torneiras de bloco operatório e vamos também pagar os processos que lhes irão estalar em cima, mais cedo ou mais tarde.
Mas tudo continuará bem desde que a cigarrada festiva esteja assegurada no casino mais próximo.

O Juiz Roy Bean está vivo e fuma cigarrilha.

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