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Momentos surreais*

por Sofia Bragança Buchholz, em 06.06.08

Debruçado entre as pernas de uma paciente qualquer, concentrado, algures, numa leucorreia ou numa dilatação para o parto, o meu amigo A. sente vibrar no bolso da sua bata uma chamada minha, seguida de uma mensagem onde podia ler: “Espreita aí, a ver se tem o capitão cuecas e a bronca com a malta do wc escarlate.”.

Julgando-o em casa, referia-me, obviamente, ao título de um livro para o seu filho; ele estava de urgência no hospital; e eu passeava alegremente pela Feira do Livro.

 

 

* ou: “Como uma mensagem minha pode tornar muito mais divertida uma noite de trabalho no Sistema Nacional de Saúde”


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Jeremias a 08.06.2008 às 00:50

Pois é. No meu trabalho não posso utilizar o meu telemóvel. Parece que é para eu não me distrair e perder tempo. Acho que tem a ver com essa coisa da produtividade. Os gestores da empresa entendem que se me pagam 8 horas de trabalho por dia, tenho que trabalhar essas 8 horas. E o cliente não é um "sujeito qualquer". Se não há cliente, não há empresa, não há salário. Pois.

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