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somos quase 31

por 31, em 10.07.08

Nasceu no dealbar da década de 80. Não conseguiu guardar nenhuma memória de Sá Carneiro, mas tem em Cavaco Silva uma referência desses anos. O seu primeiro contacto com a política foi num grande comício, precisamente no Cavaquistão. A sua adolescência foi influenciada pelos sons de Sex Pistols, The Exploited e de outros meninos do género. Hoje aprecia estilos diversos: bossa nova, jazz, pop-rock e em certos dias é apanhado a ouvir José Afonso. Em 1997 adere ao capitalismo popular e compra uns lotes de acções da EDP. Com a correspondente mais-valia parte numa viagem à descoberta de capitais europeias. É de Mangualde, essa “nobre terra hospitaleira” no coração da Beira Alta. A Universidade levou-o para Lisboa e a vontade de contribuir para a res publica obriga-o a ter morada na capital e a pagar aí os seus impostos. A sua última grande desilusão foi a de ter sido “embarretado” com aquela história das weapons of mass destruction, que acabou por justificar a participação portuguesa na “intervenção” iraquiana. Tem uma atitude eclética perante a vida e a rigidez das ideias fixas entristece-o. É sociável e simpático, mas evitem-se as piadas a propósito do maratonista do concelho vizinho. Tem sido pequeno empresário com incursões em publishing, pequeno investidor com tangentes ao subprime, estudante, assessor. Um dia quis ser Blogger. Foi adiando essa aspiração, massacrando porém os amigos com sugestões disparatadas para os seus blogs. Alguém se fartou e foi então convidado para o 31.

 

 

 

Senhoras e senhores: Carlos Lopes é o novo 31.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Paulo Colaço a 10.07.2008 às 17:15

Fico mesmo muito contente com esta aquisição do 31.

O Carlos é um dos meus bons amigos. E tem as características certas para tudo aquilo que desempenha.

Como assessor é sério, trabalhador e rigoroso.
Como dirigente partidário é realista, empenhado e honesto.
Como blogger é atento, satírico e certeiro.

Boas postas, Carlos.
E nunca te esqueças: os croatas têm um hino alegre para se esquecerem da Guerra...
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De Carlos Nunes Lopes a 10.07.2008 às 17:34

O Paulo é um bom amigo. Das características que mais aprecio nele, destaco aquela sua tendência para o exagero.
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De Paulo Colaço a 10.07.2008 às 17:39

Agora que me chamas a atenção, reconheço que fui excessivo quando apelidei de "alegre" o hino croata.
É engraçadito, vá.

;)
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De Anónimo a 11.07.2008 às 10:20

O Carlos tem ar de ser simpático e boa pessoa. E tem uma profissão... vá, "actividades", interessantes: publishing, investidor, assessor... coisas finas. Mas há uma coisa que não entendo: então, nasceu no dealbar dos anos 80 e foi fá dos Sex Pistols na adolescência? Foi uma onda revivalista que me escapou?...

Pedro
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De Anónimo a 13.07.2008 às 00:14

oh diabo... gente sem profissão fixa, ou melhor quer-me parecer que mais um "herdeiro de profissão"

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