Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




(cont.)

"Entrar neste estádio cheio bloqueou-me um pouco. Acabei a prova fresco, o que é estranho."

""As pernas não responderam ao tiro de partida. Queria baixar dos 21 segundos, mas tem de se aprender com as contrariedades. Eu gosto de aprender. Foi bom ter apanhado aqui este banhozinho, esta tareiazinha e agora ir para casa descansar"

"Não sou muito dada a este tipo de competições"

"Não consigo é lidar muito bem com o facto de nestas provas fazermos só três lançamentos. Em Portugal normalmente há sempre seis."

"Foi por pouco tempo e não deu para nada"


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

Sem imagem de perfil

De Paulo Sousa a 19.08.2008 às 11:26

Há dias no Causa Nostra da Antena1 Carlos Magno e Carlos Amaral Dias falavam do Maio de 68 e de um dos slogans mais conhecidos: "Sejamos razoáveis, exigamos o impossível". Um dos locutores disse sobre isto que uma das grandes diferenças entre os EUA e a Europa tem a ver com esta ideia, pois nos EUA o mesmo sogan seria mais do tipo: "Sejamos razoáveis, façamos o impossível".
Claro que há países europeus com resultados melhores que os nossos, mas se o sucesso olímpico passasse por exigir condições/apoios ao Estado em vez de ter de fazer por eles, então os Europeus estariam na frente com os Portugueses em grande destaque.
Só um americano seria idiota ao ponto de querer bater o nº de medalhas do Spitz. Para Phelps sete medalhas de ouro e uma de prata seria insucesso, e a bacana da Vanessa ficou satisfeitissima com a prata mesmo sendo a atleta mais premiada de sempre na modalidade. Claro que os portugueses depois de ouvirem a sua explicação de que teria sido apertada na água por duas americanas e que tinha sido vítima do trabalho de equipa das australianas, lhe perdoaram ter perdido o ouro. Desculpas é connosco. Até o Primeiro Ministro nas sua declaração sobre o assunto felicitou a Vanessa pela prata e alé dela só se referiu ao Obikuelo que desisitiu dos 200 mt sem competir...
A inveja piolhosa dos portugueses levaria a que se o Phelps fosse português, e ainda assim insistisse em bater o record do Spitz, teria de lidar com uma legião de torcedores nacionais que fariam figas pelo seu insucesso, pois passaria por vaidoso, convencido e que tinha a mania que era 'special one'.
Lembro que a delegação olímpica portuguesa está em 7º lugar no valor dos prémios aos atletas medalhados, e cá para mim conhecendo esta atitude portuguesinha, até podia estar em 1º lugar porque não teriam de desembolsar nenhum.

Comentar post