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O país tomado por bandidos de beira-de-estrada

por Carlos Nunes Lopes, em 22.08.08

Os postos de abastecimento de combustíveis de Silves e Loulé localizados na A22 foram hoje de madrugada alvo de assaltos, tendo os criminosos conseguido levar uma caixa Multibanco.

Mais dois assaltos em concessões rodoviárias com policiamento pago.
Temos muita sorte por viver num dos países mais seguros do mundo.
Tem-me vindo à memória a campanha eleitoral para as legislativas de 1995, quando o então candidato socialista a Primeiro Ministro lançava o alarme sobre o clima de insegurança que o país vivia, relatando assaltos a familiares seus. Que país tranquilo, o Portugal desses tempos.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De blogdaping a 22.08.2008 às 16:19

Zé do Telhado alcunha de José Teixeira da Silva, nasceu a 22 de Junho de 1818 na Aldeia de Castelões, comarca de Penafiel, filho de um capitão de ladrões e no seio de uma família onde extorquir o alheio era actividade de raízes fundadas.

Foi um famoso salteador Português do século dezanove e era chefe da quadrilha mais famosa do Marão. Juntos levaram a cabo um grande número de assaltos em todo o norte de Portugal entre 1842 e 1859. É conhecido por "roubar aos ricos para dar aos pobres" e por isso muitos consideram-no como o Robin Hood português.

No dia 3 de Fevereiro de 1845 casou-se com a sua prima Anna Lentina de Campos. Zé do Telhado foi apanhado pelas autoridades em 31 de Março de 1859 quando tentava fugir para o Brasil, e preso na Cadeia da Relação , onde conhece Camilo Castelo Branco. Em 27 de Abril de 1861 foi condenado ao degredo em África. Viveu em Malange, fez-se negociante de borracha, cera e marfim.

Casou-se com uma angolana, Conceição, de quem teve três filhos.

Morreu de varíola em 1875.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Z%C3%A9_do_Telhado"
Como popdem verificar, a segurança que a monarquia nos oferecia , era muito "superior" à que temos actualmente !
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De blogdaping a 22.08.2008 às 16:29

Maria Branca dos Santos (Portugal- 1902 - 1992) mais conhecida por Dona Branca, foi a famosa "Banqueira do Povo" que causou um enorme escândalo financeiro nos anos 80 em Portugal [1] [2] [3].

Índice [esconder]
1 Infância
2 Actividade
3 Método
4 Declínio da actividade
5 Processo em Tribunal
6 Morte
7 Telenovela
8 Referências



[editar] Infância
Devido aos acontecimentos políticos da sua época, prevendo-se o declínio da monarquia e mais tarde o frágil e novo regime republicano acrescida futuramente com a participação da 1º Grande Guerra Mundial, o nível de pobreza aumentava desmesuradamente. Maria dos Santos, é descendente de família humilde e bastante pobre como muitas tantas, recebe formação escolar muito básica (sendo praticamente analfabeta mas com grande capacidade de raciocínio matemático) e forte aptência para a estratégia bancária/comercial.


[editar] Actividade
Desde cedo começou a sua prática "bancária": guardava o dinheiro da venda das varinas ao longo do dia recebendo ao anoitecer uma pequena "compensação" pelo "depósito". Destacou-se pela sua honestidade e carisma e a ser solicitada também pelos vendedores ambulantes. Era o primeiro passo.

No decorrer dos anos 50, com a politica Salazarista em que reinava a pobreza nacional, torna-se numa pseudo-bancária quando iniciou a sua actividade clandestina. Estrategicamente começou a atribuir juros a quem confiasse as suas economias e quanto mais elevada as fosse.

Assumiu posição diferente à da Banca e da técnica bancária: recebia depósitos acrescidos de 10% de juros quem aplicasse as suas poupanças e concedia empréstimos a juros elevados. Esta medida foi crucial para a sua expansão da sua actividade. Num ápice, fosse rico ou pobre, desde pescador a empresário, todos se recorriam à "Banqueira do Povo" como passou a ser conhecida.

A festa contínua... esta rapaziada sempre a dizer mal.... !!! Perdoai-lhes senhor !!!

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