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Nova tentativa

por Henrique Burnay, em 10.09.08

De explicar que a religião, na política e na sociedade americana, tem de ser entendida de forma diferente da que a entendemos cá.

 

Quem disse isto?

" "I believe all Americans are born with certain inalienable rights," (...) declared in his opening statement. "As a child of God, I believe my rights are not derived from the Constitution. ... They were given to me and each of my fellow citizens by our creator, and they represent the essence of human dignity." "

 

Para não perdermos muito tempo, foi Joe Biden (candidato a vice presidente de Obama.Com um módico de seriedade, imaginem que tinha sido dito pela Palin e imaginem a gritaria.

 

Biden, apesar de Católico, é insuspeito de fanatismo religioso e nesta ocasião estava a atacar um juíz anti-aborto.

 

Vale a pena discutir as opiniões da senhora, o que não vale muito a pena é perder tempo a discutir sem perceber o contexto.

 

(Ou a fazer como a Teresa de Sousa, no Público de hoje, que diz que Palin disse que Deus tinha encomendado a guerra do Iraque aos americanos).

 

 

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Daniela a 10.09.2008 às 16:07

Alguém religioso, já nem digo cristão ou católico, tem para si que Deus tem um propósito. Não me parece que a senhora com essas afirmações tenha querido dizer que a guerra foi uma encomenda de Deus ou algo do género. Penso sim que a Sra. Palin esteja, como para muitas outras situações o deve fazer a justificar o que se passa como sendo um propósito de Deus, ou seja, que teria que existir esta guerra em nome de um bem maior designado por Deus.

Se é uma ideologia errada ou não (a meu ver, enquanto cristã, é) já se prende mais com a dose de "fanatismo" de cada um.

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