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A não perder.

por Carlos Nunes Lopes, em 04.10.08

Rodrigo Moita de Deus, no debateEducação: "A responsabilidade primeira está em quem ninguém tem coragem de apontar o dedo: nos professores"


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De reb a 04.10.2008 às 19:11

Não entendi a "novidade" da tese defendida por esse senhor Rodrigo. Afinal, a ideia não é peregrina: a Ministra sempre disse que a culpa era dos professores!
Mais fácil fazer a opinião pública pensar que a responsabilidade das políticas educativas está nos que as aplicam no terreno, porque a isso são obrigados!
O que não compreendo é que este texto tenha sido referido no vosso blog, que aprecio e consulto frequentemente, por não abordar "vulgaridades"...
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De Fernando a 04.10.2008 às 21:25

De facto, o texto do Rodrigo-escritor é de uma mediocridade absoluta. Que alguém o acuda.
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De quatro_tempos a 05.10.2008 às 05:38

Não se pode critiar os profs... ???

Porquê ?
São algumas rainhas de Inglaterra...?
Pronto, já podem destilar o veneno que desejarem, mas... não mordam a lingua !
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De Ana Maria Aires a 05.10.2008 às 11:39

Em quem ninguém tem coragem de apontar o dedo?? Em que país vive o Rodrigo?

Dá-me impressão que nos últimos anos não se tem feito outra coisa a não ser culpar os professores de todos os males existentes na educação. Mas se calhar é só impressão minha. Se calhar sou eu que ando a ver mal.
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De Pedro Marcos a 05.10.2008 às 12:43

Aborrecem-me estes textos pueris de meninos com pretensões a secretário de estado / ministro de qualquer coisa que procuram a notoriedade com o recurso à polémica barata e à mais crassa ignorância da realidade do sistema "educativo" português.

Menino Rodrigo, saberá V. Exa que os professores estão a ser transformados à força em burocratas que têem apenas que trabalhar para a estatística colorida, à boa maneira soviética?

Saberá que quem não alinhar nos delírios marxistas, políticamente correctos, niveladores por baixo, femininos e internacionalistas é perseguido?

Conhecerá, eventualmente, em que é que consistem as escolas de formação de professores?

Saberá também que a escola pública, obrigada por natureza a lidar com as realidades socio-económias dos seus alunos (e professores) modeladas pelo intervencionismo de nosso "nanny-state" tem vindo a transformar as consciências de muitos professores "progressistas"?

Saberá o menino Rodrigo que a escola pública será eventualmente, neste momento e sobretudo graças às políticas "modernaças" o maior viveiro de conservadorismo em Portugal?

O menino Rodrigo não sabe nada. Afinal, outra coisa não seria de esperar de um pretenso "fazedor de opinião" de "Lesboa", que ignora completamente o país.

Mas tem toda a pinta para dar em ministro ou boy.
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De ente externo já em rigor mortis a 06.10.2008 às 12:19

Eu sei, é um recurso baixo, mas o mínimo que se espera de um professor é que saiba conjugar os verbos correctamente: assim sendo, "têm" não leva dois "e"s.

E com esta já fica um bocadinho mais habilitado a ensinar.
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De Pedro Marcos a 06.10.2008 às 18:11

Caro Lopes,

Não sou professor, portanto não se preocupe com isso. Mas registo o "lapsus linguae" que detectou.
Em todo o caso seria mais interessante que tivesse utilizado melhor o seu tempo a rebater o que eu disse em fez de se deixar distrair com minudências.
Aliás isso é uma velha técnica canhota.

Gostava do 31 da Armada mas vejo-a demasiado povoada por engraçadinhos que julgam que tudo sabem e que tudo tentam destruir com ironia infantil.

É que a coisa não tem piada nenhuma.
O mais certo é por conhecermos realidades diferentes.
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De ente externo já em rigor mortis a 08.10.2008 às 13:23

É o que dá ser anónimo... acredite, não sou nenhum Lopes nem ninguém que conheça. Caí aqui totalmente de paraquedas, e achei por bem lançar o comentário, não para participar na discussão, mas porque acho grave que os professores dêem erros ortográficos.

Assim sendo, descansou-me. Ainda assim, um reparo: desde quando é que a língua é uma minudência?

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