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confesso. confesso tudo.

por Rodrigo Moita de Deus, em 06.10.08

Agradeço mas sinto a falta do Manjerico.

 

Piedade! Misericórdia! Socorro!

Por Deus! Detenha-se o processo!

Nem mais uma quadra popular…

É verdade (tudo). Assim o confesso.

Que horror! O Guinote sabe rimar.

(reparem como a métrica me sai perfeita)

Que a gente opina, esgrima, argumenta,

vem o Guinote e acusa: betinho.   

Que a gente insulta, maltrata, vilipendia,

vem o Guinote e acusa: betinho.

O Guinote não é Zola, e betinho não é grave.

mesmo a referência ao tio rico,  

(digo) suporto. O que não aguento

é mais um verso de travo a sardinha e manjerico.

Se o Guinote me revelou as vergonhas,

Eu confesso tudo e exponho as outras:

Sou betinho e mau cristão,  

Bebo imoderado mas aguento tipo campeão,

Sou vaidoso, arrogante e cobiço a mulher alheia

Uso meias altas e (juro-vos) disso não procuro salvação.

O Guinote e o seu betinho. O Guinote, conheço-o bem.

Estudei com Guinotes, cresci com Guinotes, trabalhei com Guinotes.

Houve tempos em jurei estar rodeado de Guinotes

que, de quando em vez, me guinotavam sobre tios ricos,

falsas caridades e supostos pergaminhos.   

Depois disso caiu o muro.

Afinal, só ficaram mais difíceis de encontrar.

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De José L. a 06.10.2008 às 11:23

Deve ter-se em muito boa conta, o senhor P. Guinote. O post que fez no seu blogue foi algo desproporcionado. Não passou uma boa imagem dos professores, deixe-me que lhe diga.
Felizmente, nem todos os professores são assim.

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