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O artista era um bom artista. Não havia necessidade.

por Sofia Bragança Buchholz, em 11.10.08

O post do Rodrigo despertou-me o saudosismo. Pôs-me a rever vídeos antigos, a ouvir sons da infância, do tempo em que o Festival da Canção fazia parar o país, e que era quase a sua única forma de divulgação no estrangeiro. Dei comigo a ver a interpretação do tema – lindíssimo, por sinal – “Estrela da Tarde”, pelo Carlos do Carmo. É indiscutível o timbre de voz do cantor e a beleza do poema do Ary dos Santos. Mas bolas, sejamos realistas, com uma performance destas do poeta, como é que alguma vez poderíamos imaginar, sequer, ganhar algum concurso?!

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De al kantara a 13.10.2008 às 11:58

Pois, cara Sofia, a Arte raramente ganha concursos. Já agora, deixe-me dizer-lhe que esta é uma das canções ligeiras mais bem "construídas" do ponto de vista melódico e harmónico que eu conheço de compositores portugueses, para além de ser servida por um poema absolutamente genial. Não tenho dúvidas em afirmar que se esta "cançãozita" fosse em inglês, gravada em Inglaterra e promovida globalmente, os seus autores e intérprete estariam ricos e a salvo de qualquer crise...

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