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o melhor, mesmo, é ligar-lhe

por Rodrigo Moita de Deus, em 12.10.08

João,

Não se trata de desconversar ou não responder às tuas perguntas. Eu continuo sem perceber esta lógica de responsabilizar a Igreja por causa da sua posição em relação ao preservativo.

 

Repara que estás a partir do princípio que um bom católico possa estar disposto a trair a mulher, a família e o juramento feito no altar perante Deus mas que o faz sem preservativo. Porque, o preservativo, “o Papa não deixa”. Tipo vamos às meninas mas sem preservativo. Porque, o preservativo, o Papa não deixa”. Tipo vamos a uma orgia mas sem preservativo. Porque, o preservativo, “o Papa não deixa”. Sim. Um católico que não controla o instinto, mas controla-se ao ponto de não usar preservativo. Porque “o Papa não deixa”. Um católico que comete dezenas de pecados mortais mas que não usa preservativo. Porque, o preservativo, “o Papa não deixa”. Sim. Para um católico com comportamentos de risco, subjugado pelos seus vícios e de alma condenada ao inferno, a palavra do Papa sobre o preservativo é que é importante. É a palavra do Papa sobre o preservativo que mais incomoda um pecador. Acho que percebi.


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