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para quem não tenha percebido

por Rodrigo Moita de Deus, em 18.10.08

Francisco Pinto Balsemão foi à II conferência da ERC defender a auto regulação. É mais ou menos o mesmo que ir à Assembleia Geral das Nações Unidas defender a sua extinção.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Luis Melo a 18.10.2008 às 15:46

Não conhecia esta faceta utópica de Pinto Balsemão... é que só pode...
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De João Pereira a 18.10.2008 às 16:07

A verdade é que as entidades ditas de regulação têm sido uma fantochada em Portugal. Mas verdade também é que a não haver nenhum tipo de regulação seria abrir ainda mais o caminho para a autodestruição dos media. Os jornalistas antes de o ser são pessoas que podem cometer erros, não estão de forma alguma isentos desta qualidade humana que é errar. Daí existir um orgão externo, isento, que vá dando algumas sugestões.
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De blogdaping a 18.10.2008 às 16:16

E não tinha bebido nada ?
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De Costa Mendes a 18.10.2008 às 22:21

Há uma diferença de monta.
A Assembleia Geral das Nações Unidas ainda merece algum respeito.
A ERC não merece nenhum.
Posts destes ajudam a prolongar a absurda existência do aborto.
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De Anónimo a 19.10.2008 às 12:02

Julgo que o que FPB defende não é a extinção do regulador, mas a substituição da ERC por um orgão diferente (um autoregulador.
A ONU é, de certa forma, um orgão autoregulador (por isso o exemplo do Rodrigo não é adequado).
As ordens profissionais são organismos de autoregulação: criam as regras que se aplicam ao próprio sector.
O que FPB defende, parece-me, é a criação de uma ERC eleita pelo sector e não nomeada pelo Governo).
Se é isto eu estou de acordo com FPB.
Um abraço do
JAC
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De onitsuaf a 20.10.2008 às 18:22

quem pode, pode (e felizmente ainda vai havendo quem possa - são cada vez menos)

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