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A recondução de Barroso (I)

por Bernardo Pires de Lima, em 30.04.09
Há duas formas de olhar para a recondução de Barroso na Comissão Europeia. Uma, pelo lado português. Outra, pelo seu trabalho. Sem desvalorizar a primeira no debate – sobretudo no nacional -, eu prefiro a segunda via. E há pontos onde Barroso se mostrou verdadeiramente capaz de liderar a Comissão. Se a avaliação destes pontos for positiva, como julgo ser o caso, os Estados, no Conselho Europeu da Primavera e por maioria qualificada, devem apontá-lo como sucessor de si mesmo. A legitimidade da sua recondução virá então com a nova formação do Parlamento Europeu. E aqui, também há dados concretos: a sua família política, o PPE (onde estão PSD e CDS) apoia-o; os Liberais, também; a nova formação política liderada pelos conservadores britânicos também o confirmarão no cargo; e o próprio Martin Schulz, líder alemão do PSE (onde está o PS) afirmou anteontem ao Financial Times alemão que apoiará Barroso. Ao nível do Conselho, Barroso tem apoios de peso já conhecidos: Alemanha, França, Grã-Bretanha, Polónia, Espanha, Itália.

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