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Em boa hora Miguel Abrantes chamou a atenção para uma interessantíssima passagem sobre a permanência de Dias Loureiro no Conselho de Estado da entrevista de Jorge Sampaio. Trata-se de uma tomada de posição a meditar, até porque o que o ex-Presidente diz nesta matéria se aplica na perfeição a outros casos de actualidade. Um exemplo ao acaso:

 

Pergunta — Existindo suspeitas sobre o seu envolvimento no caso Freeport, deve o Primeiro-ministro José Sócrates abandonar a liderança do Governo?

Resposta — Só posso responder "a solo", isto é, com o que eu faria se, por hipótese, estivesse colocado em posição semelhante. Não sou julgador do que quer que seja, nem faço imputações. Mas, naquela hipótese, libertaria a maioria parlamentar, e também os colegas do Governo, de qualquer constrangimento.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Luis Melo a 05.05.2009 às 09:34

Sampaio revela-se (http://mudaportugal.blogspot.com/2009/05/sampaio-revela-se.html)


Jorge Sampaio considera que, após as eleições, e em nome da “estabilidade”, pode ser necessário criar um Governo de Bloco Central.

O Prof. Marcelo acha que podemos tirar das palavras de Sampaio, a admissão que o PS não vai ter maioria. Eu discordo.

Depois de, em 2004 ter demitido um governo de maioria (PSD-CDS), Jorge Sampaio vem agora dizer que está preocupado com a estabilidade.

Das duas uma, ou está a ficar "chéché" ou então prova que o que o levou a demitir Santana Lopes foi uma questão puramente partidária.
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De Nuno Castelo-Branco a 05.05.2009 às 11:54

Este fulvo emplastro que criou um precedente constitucional pelo qual o próprio PS pagará caro, vem agora debitar mais um palavrório de encomenda CIP, bolsa, Balsemão, etc. Apenas se pode agora dizer:
Volta, Monarquia!
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De Aristes a 05.05.2009 às 15:43

"Libertaria a maioria parlamentar, e também os colegas do Governo, de qualquer constrangimento."

Eu quando for crescido também gostava de falar assim, não percebi lá muito bem, mas que soa bem, soa.

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