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É pena

por Henrique Burnay, em 08.02.07
Se o Ricardo Araújo Pereira fosse um tipo decente, já que veio à blogosfera comentar o assunto, tinha aproveitado para dizer aos comentadores (não preciso de dar exemplos, pois não?) - e não ao Paulo (é esse o ponto) – que a rábula do provedor nada tinha que ver com o Paulo Mascarenhas. Em vez disso, fez músculo e um texto parvo.
E se fosse corajoso  - coisa que ninguém pode exigir a ninguém – tinha dito quem eram os pequenos poderes que os tentaram intimidar. Em vez disso, insinuou. E terá enviado um sms.
Quem acha que um bom humorista tem que ser um tipo decente ou corajoso é capaz de ter ficado desiludido. Acontece muito a quem tem ilusões sobre a natureza humana ou se fascina com a fama. É pena.

Sobre o assunto principal já disse o que tinha a dizer.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De anón a 08.02.2007 às 10:41

O que desilude em RAP e normalmente nos artistas e intelectuais de esquerda é que usam caçadeiras para matar mosquitos. O que PPM disse deve ter de facto tocado num nervo dos Gatos, ou do RAP, que vai dar ao mesmo. Tanta artilharia pesada, tanto argumento irrelevante aduzido, tanto uso da fama e proveito, tanta intenção. E para quê? Bastaria ignorar PPM ou o que ele disse. O direito à crítica de PPM ou de qualquer outra pessoa defende um determinado tipo de liberdade. Temo que RAP e PPM tenham diferentes conceitos de liberdade. Prefiro a de PPM. De longe. Porque a de PPM inclui a de RAP e a de RAP não inclui a de PPM.

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