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Valsa de um Homem Carente

por Carlos Nunes Lopes, em 20.06.09

A tarefa não era fácil. Sócrates teve apenas dez dias para ler o guião e representar esta nova personagem. A peça foi longa e não havia ponto.

Aqui fica uma singela homenagem pelo desempenho na apresentação pública da nova personalidade.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

Sem imagem de perfil

De Afonso a 20.06.2009 às 20:04

O Carlos acertou em cheio, assistimos todos a uma farsa. Ou não fosse o Pinóquio agora o Polichinelo

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