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O «Ocidente» e o resto

por Tiago Geraldo, em 11.08.09

Texas v. Johnson, 491 U.S. 397 (1989)

 

«Johnson was convicted for engaging in expressive conduct. The State's interest in preventing breaches of the peace does not support his conviction, because Johnson's conduct did not threaten to disturb the peace. Nor does the State's interest in preserving the flag as a symbol of nationhood and national unity justify his criminal conviction for engaging in political expression. The judgment of the Texas Court of Criminal Appeals is therefore

 

Affirmed


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De mário borges a 11.08.2009 às 12:25

E lá vai a canalha arrebanhar tudo o que pode para justificar o que não pode...

Queria ver é o 31 da Armada ter tomates e ir ao estádio da Luz e içar a bandeira do F.C. Porto. É que era de macho...
E igualmente construtivo para o restaurar duma nova nação.

E não se preocupem que o modelo de regime que tanto atacam não tem eficácia para colocar quem quer que seja de vós no chilindró.
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De Anónimo a 11.08.2009 às 12:43

Isto agora é só gajos a dizer deviam era ir aqui e ali fazer isto e aquilo. É só machos...
Só não sei é porque é que os que agora se fazem corajosos nunca tentaram trocar a bandeira sequer da junta de freguesia...
É muito português, isso.
O resto são tretas.
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De machado a 11.08.2009 às 22:51

Ganha tomates ó borsches e irmão e faz tu qualquer coisa de útil para a sociedade.
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De Javier Dias a 11.08.2009 às 12:33

O Povo bem Lusitano nunca foi Republicano viva El Rei de Portugal
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De João Paiva a 11.08.2009 às 12:59

Parabéns pela iniciativa. Viva Portugal!!!
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De Voz da Revolta a 11.08.2009 às 13:43

Por quanto querem vender a bandeira da CMLx?? 
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De Paula Valente a 11.08.2009 às 13:47

Mais um que está a elevar a GLÓRIA de PORTUGAL:
----  O Professor Joaquim Veríssimo Serrão (Presidente da Academia Portuguesa de História de 1975 a 2006. Catedrático jubilado da Universidade de Lisboa), que redigiu o prefácio do novo livro, adiantou que ficou convencido do argumento apresentado por Manuel Rosa, após ler e reler o seu primeiro livro.   "Posso dizer que estou 99 por cento de acordo com os pontos que oferece para o leitor contemplar," adiantou Serrão.

Depois do êxito de "O Mistério Colombo Revelado", Manuel da Silva Rosa oferece ao leitor uma síntese actualizada das suas investigações sobre a portugalidade de Cristóvão Colombo no novo livro COLOMBO PORTUGUÊS - NOVAS REVELAÇÕES. A 1ª edição, lançada em Maio de 2009, esgutou em 2 meses. Uma 2ª edição está já nas livrarias.

O novo livro COLOMBO PORTUGUÊS-NOVAS REVELAÇÔES, Ésquilo, 2009, ( http://esquilo.com/colomboportugues.html ) junta 18 anos de investigação mostrando que Cristóvão Colombo só poderia ter sido um nobre português e filho do Rei Ladislao III que vivia escondido na Madeira desde 1450 com o nome falso de Henrique Alemão. "Já efectuámos análises de ADN com D. Duarte de Bragança e esperamos poder efectuar análises de ADN em breve para poder comprovar estes novos indícios" adiantou o autor.

 ---- A historiadora portuguesa Fina D'Armada realçou que o trabalho de Rosa devia ter sido feito pelas universidades portuguesas.   "Como Portuguesa e Historiadora, muito obrigado ao Manuel Rosa.  O trabalho que aqui demonstra devia ter sido feito pelas nossas Universidades. Acontece que as nossas universidades são conservadoras e para perseguimento de carreiras os mais novos são seguidistas dos mais velhos... vai dar muito trabalho aos historiadores daqui para a frente continuarem a afirmar que era um tecelão genovês sem demonstrarem má fé ou ignorância," escreveu a historiadora.   ( http://esquilo.com/colomboportugues.html )

  ---- O Dr. Manuel Luciano da Silva, de Bristol, R.I., que há muitos anos que pesquisa as raízes portuguesas do navegador e também já escreveu um livro sobre o assunto, elogiou a investigação de Rosa.   "Ele tem feito um trabalho admirável para divulgar a verdade, que o navegador era 100 por cento português," salientou Silva. "Tem sido um lutador para trazer a lume a verdade. Só tenho que louvar com muito respeito e entusiasmo o trabalho que tem feito."  Manuel  Rosa sublinhou que é difícil contestar a sua teoria porque se baseia em inúmeros documentos.
( http://www.zwire.com/site/news.cfm?BRD=2677&dept_id=543384&newsid=20333980&PAG=461&rfi=9 )

"Entre os livros que não pude ainda preparar para o prelo, deixo uma obra com o título de 'Cristóvão Colombo de Portugal' de que pude reunir uma larga cópia de argumentos nos últimos 20 anos. Devo confessar que muito contribuíram para a minha investigação as oportunas pesquisas que Manuel da Silva Rosa teceu acerca do problema do Colombo português. Na paixão sem limites que consagrou à biografia do descobridor do Novo Mundo, esse historiador nascido na ilha do Pico (...) construiu um dos sonhos grandes da sua vida. Quero eu dizer que procedeu ao estudo meticuloso da vida e obra de Colombo (...)." --- Joaquim Veríssimo Serrão, no Perfácio.

www.CristovaoColon.Com
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De PDA a 11.08.2009 às 14:13

A diferença fundamental em Texa vs Johnson é que o sr. Johnson queimou a bandeira que tinha adquirido, não tendo furtado a bandeira de ninguém, muito menos de uma entidade pública.

 
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De Anónimo a 13.08.2009 às 18:47

D. MANUEL II
 
Com ele terminou a dinastia
com outro Manuel iniciada:
há quase nove séculos fundada,
findou também com ele a monarquia.

Previsto não estava que reinasse
por ser filho-segundo, mas o certo
é que o acaso quis ou Deus decerto
que esse destino ingrato lhe tocasse.

Renunciou ao trono muito moço
e sem alarde, em paz, sem alvoroço,
partiu para o exílio... de bom grado.

No Panteão Real jaz sepultado
ao pé do seu irmão, cujo lugar
ele assumiu no ofício de reinar!

JOÃO DE CASTRO NUNES
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De Anónimo a 13.08.2009 às 20:03

 
UM JOVEM REI NO EXÍLIO
 
Discretamente, de cabeça erguida,
sem qualquer enxovalho popular,
D. Manuel Segundo na partida
foi simplesmente nobre e singular.
 
Leva no peito em sangue uma ferida
que nunca mais havia de passar,
uma chaga recôndita, escondida,
que faz questão de para si guardar.
 
Entregue aos seus estudos na Inglaterra,
nem por isso, na sua solidão,
deixou de cogitar na sua terra.
 
Com ele morre toda a esperança
de persistir a Casa de Bragança
à frente dos destinos da Nação!
 
JOÃO DE CASTRO NUNES
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De Anónimo a 14.08.2009 às 15:01

 
TRÁGICO DESFECHO
 
El-Rei D, Carlos com Mulher e Filhos
no Terreiro do Paço, em carro aberto,
com a coragem própria dos caudilhos
enfrenta a turba a peito descoberto.
 
Sabe que anda no ar, por culpa alheia,
uma ameaça de conspiração;
o Monarca, porém, não se rodeia
da mais recomendável precaução.
 
Bravura, brio, intrepidez, denodo
foram estados de alma que o marcaram
e em circunstância alguma lhe faltaram.
 
Ouvem-se tiros, corre o povo todo,
e de morte ferido o Soberano
a vida entrega a Deus... caindo o pano!
 
JOÃO DE CASTRO NUNES
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De Anónimo a 14.08.2009 às 15:27

EPITÁFIO

Glória a ti, D. Carlos de Bragança,
intemerato Rei de Portugal,
que deste o peito às balas na esperança
de o povo ser por ti... na capital.

Deixando o teu lugar de preferência,
ou seja, o Paço de Vila Viçosa,
para ao governo dar tua assistência,
deram-te morte em hora tormentosa.

Caíste fulminado, sem defesa,
baleado por detrás cobardemente
colhido em carro aberto de surpr4esa.

Glória a ti, que ficarás na História,
como um monarca intrépido e valente
que o povo terá sempre na memória!

JOÃO DE CASTRO NUNES
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De Respública a 14.08.2009 às 15:38

Sim, sim é mais corajoso um rei odiado pelos cidadãos, que aqueles que livraram Portugal desse rei e do seu governo ditatorial (não se esqueçam do João Franco, do caso dos Aditamentos e da alteração da lei eleitoral para impedir uma maioria Republicana).

Para a próxima arranjem melhor que os braganças.
O povo prestou homenagem aos regicidas, ao ponto de serem enterrados em segredo para o seu funeral não se tornar numa Revolução, enquanto que o rei e o Infante foram enterrados com pompa e circunstância, mas sem apoio, audiência ou pena do povo que tanto os odiava.
Viva o 5 de Outubro de 1910

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De Anónimo a 14.08.2009 às 18:18

VERGONHA!

Assim vai Portugal... achincalhado
dentro de portas por vontade sua
faltando apenas ver, por todo o lado,
seu símbolo arrastado pela rua!

Que deplorável foi no parlamento
ser denegado um voto de pesar
pelo modo cruel e violento
como D. Carlos se mandou matar!

E que dizer da sórdida baixeza
com que a televisão à portuguesa
confeccionou as cenas do homicídio!

Perante os estrangeiros Portugal
está-se a degradar por forma tal
que parece buscar... o suicídio!

JOÃO DE CASTRO NUNES

(Poema publicado por ALTERNATIVA - CULTURA OUTRA, em 17 de Janeiro de 2008)

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