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O balanço da acção de restauração da Monarquia

por Carlos Nunes Lopes, em 11.08.09

feito pelos especialistas.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De jbmagalhaes a 11.08.2009 às 14:14

Escrevi, a propósito, no meu blog margemesquerdatribunalivre.blogstop.com

Por alguns momentos nos braços de uma duquesa!

Será por causa de uns tipos hastearem a bandeira monárquica que deixo de ser republicano?!... Evidentemente que não! Mas não deixo de pressentir que ando fora do tempo. O tempo que vivemos é muito mais monárquico que republicano. Andamos a ser governados por barões, duques, princesas e outros que vivem em “re(g)alezas”.

A bandeira é o símbolo representativo de uma sociedade e a monárquica é a que mais se ajusta à nossa sociedade dominante. Onde encontram presunção maior, loquacidade mais sublime, que a de um barão?!... Não será esse o título que melhor se adequa a Sócrates?!...

Perguntem a Eça e reparem que, nas épocas de decadência, os reis e os nobres tinham sempre presente a necessidade de garantir ao povo que as suas barrigas ficavam abarrotadas a troco do apoio que lhes desse.

De igual forma, Sócrates garante que é dele, e só dele, a felicidade dos portugueses. Até já descobriu que é vantagem o que sempre desprezou: tornou o socialismo das novas tecnologias, do TGV e das auto-estradas a rodos no maná que irá cair sobre toda a república!

Lembram-se de quem escreveu um dia: "O patriotismo das formas de governo é o último refúgio de um imbecil"?!...

Este senhor, Samuel Johnson, editor das obras de Shakespeare, garante que “ Se não fosse a imaginação, o homem seria tão feliz nos braços de uma criada quanto nos de uma duquesa”. A nossa imaginação tem-nos traído. Julgávamos que Sócrates viria resolver os nossos problemas, a ponto de nos sentirmos nos braços de uma duquesa, e ficamos estendidos na penúria. Coloquemos um chapéu de coco e pensando debaixo para cima, deixemo-nos elevar pela imaginação ao nivel dos braços de uma duquesa. Pode ser que, pelo menos, durante alguns instantes, nos sintamos honrados e felizes.

Estou certo que foi esse o propósito dos homens do “31 da Armada”: amaciar o nosso “ego”! E não são nenhuns andrajosos verdes eufémios!

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