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O balanço da acção de restauração da Monarquia

por Carlos Nunes Lopes, em 11.08.09

feito pelos especialistas.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Estranha Indignada a 13.09.2009 às 20:27

Primeiro que tudo não estou aqui para convencer ninguém, aceito as opiniões dos outros mesmo que sejam contrárias às minhas, não as tenho é que aceitar. Vim apenas para demonstrar o meu desagrado perante as tamanhas atrocidades que aqui foram ditas. Segundo, entristece-me ouvir as suas palavras e tenho pena de si, por se julgar tão sabedor, quando na verdade é apenas ignorante (sem ofensa, claro). Os comentários que tece sobre as pessoas que, como o Sr. diz, se julgam superiores por nascerem em determinada família, só podem provir de um ignorante ou alguém com dor de cotovelo. Gostava de saber que sentimento de raiva recalcado é esse que tem para com a Monarquia e para com essas tais "famílias que se acham superiores", ainda me há-de explicar, porque sinceramente não entendo. Posso fazer-lhe uma pergunta? Sente alguma repugnância por homossexuais? Duvido que a sua resposta seja sim. Como tal, faço-lhe outra pergunta. Então porque é que sente repugnância pelas "famílias que se acham superiores"?
Acho lamentável que prefira uma bando de ladrões escolhidos pelo povo a um homem íntegro (que pronto, tem o senão de nos ser imposto), na minha opinião isso só demonstra a sua "ignorância". Peço que não me mal interprete, não estou a querer insulta-lo (e não estou a usar sarcasmos como o Sr. fez). Para terminar gostava de lhe fazer outra pergunta (peço desculpa de o incomodar), diga-me o que é a Monarquia para si (e por favor não me escreva duas linhas, esta é uma pergunta de desenvolvimento)? (para ver se percebo melhor essa sua antipatia).
Ah, e mais uma vez lhe digo, cuidado com o Português, ao menos verifique a ortografia... Iria-me? Ai!!!
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De Mário Ramos d´Almeida a 19.09.2009 às 18:04

Cara senhora, é óbvio que sou ignorante em muitas matérias - felizmente - e nunca me afirmei sabedor. Não preciso que tenha pena de mim, não tenho dor de cotovelo alguma, nem sentimentos de raiva recalcados. Se pretende prosseguir nesse estúpido caminho da ofensa pessoal ao menos escreva o seu nome, não se esconda atrás de pseudónimos, porque eu também não o faço. Já que se presta tanto a corrigir os meus erros de português, explique-me lá porque é que "iria-me" está incorrecto? Quando muito é inestético, poderia ter optado por ir-me-ia ou por repugnar-me-ia, mas escrevi apressadamente e foi a primeira opção que me ocorreu. Se for esse o caso dou-lhe razão absoluta. Agora não faça essas medíocres tentativas de humilhação porque elas simplesmente não resultam.
Minha senhora, Quando se refere aos ladrões está-se a referir ao presidente da república, certo? Sim porque ainda que instaurássemos uma monarquia continuaríamos a ter um governo eleito democraticamente, e a figura estatal a ser substituída seria o presidente da república pelo rei. Nesse caso continuaríamos a ter esse problema de ladroagem que a senhora refere. O que me faz abominar o sistema monárquico é simplesmente isto: eu quero ter a liberdade de escolher o meu chefe de estado, e não que ele me seja imposto. ok? entendidos? Se para si isso é um pormenor de somenos para mim não. Bejinhos
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De Rosa de Maio- Plebleia a 19.09.2009 às 19:37


Sr  Mário Ramos de Almeida

Desculpe intrometer-me, mas a existencia de eleições, não pressupõem que exista uma Democracia.
Pressupõem, isso sim, uma Partidocracia.

Não são os melhores que são escolhidos, são os Políticos, que são escolhdos. O que não é, óbviamente sinónimo de qualidade, já que tratando-se de políticos profissionais,  nada demonstraram sobre a sua qualidade numa ´qualquer área profissional.

E sinceramente choca-me esse comentário mil vezes repetido, de que quem defende o Regime Monárquico, defende um Regime, em que uma ou mais famílias se considera superior, pelo seu nasciento.

Mas já alguém disse, que se considera superior?
Já ouviu alguma vez essa afirmação ao Duque de Bragança, por exemplo?

Desculpe que lhe diga, mas não é Ético, atribuir ao outros afirmações e intensões que nunca manifestaram!

E também não é  Ético, e muito menos é justo, menosprezar a Antiga Nobreza de Portugal, porque essa, lutava de espada em punho, não se escudava em Gabinetes ou Bunkers.
Arriscava a Vida como todos. Alí, no Campo de Batalha!

Não me refiro só ao Conde Dom Henrique e a Dom Afonso Henriques.
Refiro-me a Dom João I, O Mestre de Aviz, e aos seus Filhos. Refiro-me a Dom João II, a Dom Sebastião a Dom António I e a Dom Miguel I.
Refiro-me a Dom Nuno Álvares Pereira, O Condestável.

Combateram de arma na mão. O seu combate pelo Reino, não foi a retórica balofa.
Eles arriscaram a Vida. E muitos perderam-na!

Refiro-me Também ao Duque de Viseu, Dom Diogo, ao Duque de Bragança Dom Fernando, a Dom Fernão da Silveira e a tantos, tantos outros que sacrificaram a Vida, as Terras e os Bens, por uma Causa.

Lamento, se face ao nosso  Passado Histórico,  esta Burguesia reinante, comerciante e oportunista, me repugna.
Mas não estão, nem nunca estiveram, à altura dos nossos Maiores!
Pelo contrário, têm destruído ao longo destes anos, todo o nosso Património, a nossa História, a nossa Cultura, a nossa Língua e a nossa Gente!

Falta-lhes a Nobreza. Não o Título, mas a Alma.
A Portugal, nada deram! Tiraram tudo!

Rosa de Maio
Plebeia
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De Rosa de Maio - Plebeia a 19.09.2009 às 19:48


Errata

Deve lêr-se: ...pressupõe e não pressupõem...
                   ...consideram superior e não considera...
                   ...intenções e não intensões...

Rosa de Maio  
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De Mário Ramos d´Almeida a 19.09.2009 às 20:11

E a senhora concebe a democracia sem a existência dos partidos? De resto esse argumento não é verdadeiro, pois se bem que seja verdade que a maioria dos políticos seja profissional, não é menos verdade que temos tido muita gente independente a assumir cargos governativos. Se lesse os meus comentários anteriores compreenderia que eu não renego o nosso passado histórico. Ninguém mais do que eu se orgulha do nosso passado glorioso, pleno de coragem e universalidade. Só porque defendo a República significa que desprezo o nosso passado? Que raio de conclusão é essa?
De facto, tempos houve em que era mister a afirmação pela espada, mas esses tempos terminaram, felizmente.
Quanto à jactância das familias nobres, que tanta incomodidade gerou aqui, não me referi a uma família especifica, nunca me referi ao duque de Bragança em particular. Também é verdade que nunca os ouvi se autoproclamarem superiores, mas quem acha que os destinos de um país lhe pertence apenas porque provém de determinada linhagem, parece-me que isso fica de algum modo implicito. Quem se quer curvar a essa gente que se curve.
Já conheci muita gente ao longo da vida, por isso não me venham negar algo que já constatei por experiência própria - Existem pessoas de certas famílias que se acham acima do povo, que o menosprezam e subvalorizam.
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De Plebeu da sangue agrícola a 05.10.2009 às 10:38

Meu caro senhor,
nasci alguns anos após o 25 de Abril de 1974.

Meu senhor,
a mentira do socialismo, comunismo, fascismo passa por aí mesmo. Sobre essa irreal pretensão de que se elege os governantes republicanos, seja no governo ou para a sua presidência...

Meu senhor,
o povo foi enganado em pelos maçons, que após a revolução burguesa em França, disseram que o povo iria ter mais "direitos".
Os partidos têm de facto pessoas boas e competentes (de uma ponta a outra), mas na sua maioria são pessoas sem qualquer vontade do bem comum...
Portugal só existe porque houve gente que defenderam as Quinas!, não como somente um símbolo de uma família, mas como alma de um projecto de uma nação...
E sempre com a influência anti-portuguesa, perdemos.
Perdemos para Castela, perdemos para Napoleão, perdemos para com os Britânicos, perdemos com a Maçonaria, e no fim perdemos connosco próprios...

Receba os meus cumprimentos,
de sangue plebeu
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De Mário Ramos d´Almeida a 05.10.2009 às 16:37

Eu também nasci alguns anos após o 25 de Abril, mas que relevância isso tem para este caso?
Então quer o senhor dizer que os nossos governantes não são realmente eleitos? Gostava que me explicasse isso melhor.
À Maçonaria muito temos a agradecer. A ela devemos a queda do absolutismo, o fim de muitas ditaduras, o laicismo, etc. Bem-haja a Maçonaria, que nos livre do Fanatismo, da Tirania e da Ignorância.
E viva a República!!!

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