E a senhora concebe a democracia sem a existência dos partidos? De resto esse argumento não é verdadeiro, pois se bem que seja verdade que a maioria dos políticos seja profissional, não é menos verdade que temos tido muita gente independente a assumir cargos governativos. Se lesse os meus comentários anteriores compreenderia que eu não renego o nosso passado histórico. Ninguém mais do que eu se orgulha do nosso passado glorioso, pleno de coragem e universalidade. Só porque defendo a República significa que desprezo o nosso passado? Que raio de conclusão é essa?
De facto, tempos houve em que era mister a afirmação pela espada, mas esses tempos terminaram, felizmente.
Quanto à jactância das familias nobres, que tanta incomodidade gerou aqui, não me referi a uma família especifica, nunca me referi ao duque de Bragança em particular. Também é verdade que nunca os ouvi se autoproclamarem superiores, mas quem acha que os destinos de um país lhe pertence apenas porque provém de determinada linhagem, parece-me que isso fica de algum modo implicito. Quem se quer curvar a essa gente que se curve.
Já conheci muita gente ao longo da vida, por isso não me venham negar algo que já constatei por experiência própria - Existem pessoas de certas famílias que se acham acima do povo, que o menosprezam e subvalorizam.
De Plebeu da sangue agrícola a 05.10.2009 às 10:38
Meu caro senhor,
nasci alguns anos após o 25 de Abril de 1974.
Meu senhor,
a mentira do socialismo, comunismo, fascismo passa por aí mesmo. Sobre essa irreal pretensão de que se elege os governantes republicanos, seja no governo ou para a sua presidência...
Meu senhor,
o povo foi enganado em pelos maçons, que após a revolução burguesa em França, disseram que o povo iria ter mais "direitos".
Os partidos têm de facto pessoas boas e competentes (de uma ponta a outra), mas na sua maioria são pessoas sem qualquer vontade do bem comum...
Portugal só existe porque houve gente que defenderam as Quinas!, não como somente um símbolo de uma família, mas como alma de um projecto de uma nação...
E sempre com a influência anti-portuguesa, perdemos.
Perdemos para Castela, perdemos para Napoleão, perdemos para com os Britânicos, perdemos com a Maçonaria, e no fim perdemos connosco próprios...
Receba os meus cumprimentos,
de sangue plebeu
Eu também nasci alguns anos após o 25 de Abril, mas que relevância isso tem para este caso?
Então quer o senhor dizer que os nossos governantes não são realmente eleitos? Gostava que me explicasse isso melhor.
À Maçonaria muito temos a agradecer. A ela devemos a queda do absolutismo, o fim de muitas ditaduras, o laicismo, etc. Bem-haja a Maçonaria, que nos livre do Fanatismo, da Tirania e da Ignorância.
E viva a República!!!