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Consagração.

por Vasco Campilho, em 12.08.09

Os moços do 31 da Armada (assim os escaladores se designam a si mesmos) têm já o seu lugar assegurado na História de Portugal, ao lado da padeira de Aljubarrota

 

Quem o diz não sou eu. É José Saramago, galardoado por uma Real Academia com o Prémio Nobel e exilado político-literário no Reyno de España. Só faltava mesmo pôr o linquezinho para a consagração da mocidade ser total. É pedir à Pilar.


comentários

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De Luis Bento a 12.08.2009 às 02:44

És um merdas. Um cobardolas. A primeira coisa que fizeste a seguir à troca da bandeira foi um post a informar que não tinhas sido tu. Borrado de medo. Mete a ala marimbista na peida e desanda.
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De Sempre Atento a 12.08.2009 às 14:26

Parece que a jornalista do Público, Maria José Oliveira, quis dar uma lição de cátedra à malta portuga mais incauta, quiçá por acreditarmos nos Reais Valores da Pátria Portuguesa, somos tomados por obscurantistas, provincianos, antiquados (por não aderirmos à ideologia  modernista...de Gramsci, Marcuse a Hockenheimer) e incultos, mas de certeza que muitos de nós também temos andado distraídos, alguns mais distraídos-resignados, e todos nós que somos levados muitas vezes pelas lenga-lengas e cátedras iluminadas e sentenciadoras publicadas, como verdade suprema. No mesmo Público, na página última, dou razão a Rui Tavares que diz "Para eles (monárquicos da nova geração) um acto político significa fazer as coisas como os republicanos fizeram". Simplesmente a Monarquia não é uma República com um Rei, a Monarquia é muito mais e superior.

1. Hoje, 12 de Agosto de 2009, na página 3 do Público, a iluminada jornalista "nada parcial" foi pedir opinião "científica" a dois Doutores (logo um atestado de imparcialidade e de superioridade moral) Villaverde Cabral e Luís Farinha, sobre a história da república, pontaria tal que teve a Doutora jornalista, logo dois elementos ligados à aos movimentos culturais da extrema-esquerda portuguesa.

2. Sabendo da tensão existente entre a Causa Real e o PPM, jornalista que os explora com premeditação para desvalorizar e menosprezar os "monárquicos" tem sido a estratégia adoptada... Dividir para reinar e inimigo do meu inimigo, meu amigo és....

Ora, quem não conhecer essa gente toda ao serviço da revolução totalitária e da propaganda política nos "media" e nas "universidades" portuguesas (pois Portugal é uma aldeia em dimensão e o quem é quem é fácil de se saber) que a compre!

Portugueses estejam atentos.

Por um Portugal Livre!
Por um Portugal Independente!
Por um Portugal Grande!

Viva o Rei!
Viva Portugal!
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De Henrique Baltazar a 12.08.2009 às 03:10

Foi um belo golpe publicitário e o blog deve estar a bater recordes de visitas, mas talvez se estejam a levar demasiado a sério.
Acham mesmo que o que fizeram tem alguma importância?
Essa monarquia que querem restaurar é algo mais do que uma brincadeira?
É que a causa monárquica não tem mais do que meia dúzia de aderentes. É mais um clube do que uma causa.
E, se é uma causa para levar a sério, talvez se justificasse organizarem-se politicamente e concorrer a eleições.
Ah, já me esquecia... Temos o PPM, que até está representado na Assembleia da República.
Tem sempre menos votos que o MRPP, mas isso é um detalhe. De certeza que os portugueses anseiam por uma monarquia. O D. Duarte é que nos vai salvar.
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De Anónimo a 13.08.2009 às 00:54

Se o hastear da Bandeira Monárquica no Palácio da Maçonaria, não foi relevante, porque é que  o Establishment ficou histérico?

Lady V
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De Henrique Baltazar a 13.08.2009 às 02:23

Mudou alguma coisa? Prevê-se que venha a mudar?
Poderiam ter hasteado uma bandeira anarquista, que o resultado era o mesmo: "tanto barulho por nada".
Talvez concordem que vivemos em democracia. 
Se sim, organizem-se e concorram a eleições (se é que não estão já representados pelo PPM).
Se acham que não, então vão preparando um golpe de estado.
O povo mal pode esperar que o libertem da opressão republicana e D. Duarte o venha salvar.

 
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De Ice Age - Lady V a 13.08.2009 às 05:43

Caríssimo

Golpe de Estado, é um método típico do substracto "Filosófico"-Económico, que suporta a República.
O Assassinato também. Antigo, ou mais recente.
Impunes, obviamente!
A venda a interesses estrangeiros, também.

Pelo que:

Não. não vivemos em Democracia. 
Vivemos numa Oligocracia.

Pergunta se algo mudou.
Mudou, sim.

O facto do simples gesto de hastear a Bandeira da Monarquia, ter desencadeado as reacções desproporcionas, e por vezes insultuosas, por parte dos fãns do Regime, prova que a pedrada agitou o charco.
Pelo que afinal, não estamos, como alguns diziam mortos.
O fantasma do Rei, ainda faz tremer as hostes republicanas.

E com razão.

Porque Dom Afonso Henriques e os seus Homens, não criram Portugal  por acaso, ou pelo destino.
E não foi o acaso ou o destino, que levou Dom João II, a mandar levantar as Quinas Laterais da Bandeira em 1485.
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De Ice Age - Lady V a 13.08.2009 às 06:05

(continuação do texto, interrompido pela sensibilidade do teclado do Magalhães).

Foram 500 anos de Trabalho colectivo, Rei, Ordens Religiosas, Nobreza e Povo.
Com armas, na guerra.
Com Mapas, desenhos, manuscritos e memórias, na Paz.

O vínculo que existe entre o Rei e o Povo, em Portugal é único, porque foi forjado num projecto colectivo, que mudou o Rumo da História.
E quer se queira ou não, esta ligação não se apaga.
Persistirá sempre, na Memória Colectiva.

E nem Filipes, nem Inquisição, nem Napoleão ou a  Quadrupla Aliança, nem a República, com a Quádrupla Aliança e outras  mais alargadas e subtis, o conseguirão apagar.

Se se prevê, que alguma coisa vá mudar?

Já nada ficará na mesma!

Lady V
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De Henrique Baltazar a 13.08.2009 às 14:02

Estou esclarecido.
Cá ficarei então à espera do D. Duarte...
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De Ice Age - Lady V a 13.08.2009 às 00:57


Desculpe a confusão de nomes, mas estou a usar a porcaria do Magalhães.

Lady V
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De 1143.blogs.sapo.pt a 12.08.2009 às 04:18

José Saramago é um português de gema, ora vejamos...vive em Espanha, nas ilhas Canárias, é casado com uma espanhola e defende a união ibérica. Independentemente da admiração que tenho pela sua obra, o seu posicionamento político faz-me uma confusão enorme, e não será só a mim.
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De JLB a 12.08.2009 às 06:54

Tu nao percebes mesmo nada de ironia, pois nao?
E es tao vaidoso que ainda colocas um link para o texto...
ahahahahah

BURRO!
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De Ricardo a 12.08.2009 às 09:45

O texto de Saramago era nitidamente irónico. Nem seria preciso ler o texto, até pela frase transcrita se percebe logo. O seu amor à padeira de Aljubarrota não será propriamente o mesmo que o dos monárquicos aqui da casa...
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De Infidel a 12.08.2009 às 09:48

O Saramago é aquele que está na fotografia a fazer a vénia ao rei ? Ou está a tentar beijar-lhe a mão ?
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De Praça da Alegria a 12.08.2009 às 09:52

Na minha opinião pessoal, prefiro sexo, mesmo.
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De JoãoF a 12.08.2009 às 10:05

PARA OS MUITOS QUE FALAM SEM SABEREM:
Atenção que Saramago foi viver para Espanha em sinal de protesto por o governo de Cavaco (pela mão do então Secretário de Estado da Cultura, Sousa Lara) lhe ter vetado a participação a um prémio literário com o livro "O Evangelho segundo Jesus Cristo".
Por isso, dizer que ele é não é português porque foi viver para Espanha é falacioso.
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De Santo Condestável,D.Nuno Álvares Pereira a 12.08.2009 às 11:01

Isso já são contas que o comunista-internacionalista-não-português Saramago terá que ajustar com a Maçonaria Regular.
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De Praça da Alegria a 12.08.2009 às 10:19

subsecretário de estado, diga-se
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De Miguel Crespo a 12.08.2009 às 10:43

não é uma vénia, o cheque que vem com o prémio Nobel tinha caido ao chão e el Saramago ia apanha-lo...

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