De Respública a 13.08.2009 às 11:12
Bom mas essas bandeiras até são bonitas, uma é de D. João II, que inspirou a bandeira Republicana, a outra é de D. Afonso Henriques, pai restaurador do Reino dos Suevos e da Gallécia , vilipendiados pelos Visigodos de Madrid, e só foi substituída por um acto vil e odioso em que um irmão, inspirado por nobres corruptos e bispos ainda mais, roubou o reino e trono ao legítimo rei D. Sancho II.
Em que apenas a minha cidade de Coimbra se manteve fiel ao legítimo governante da Nação Galaico-Poruguesa.
Viva o 5 de Outubro de 1910
(2008)
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=42&idi=41054
Comemorações do Dia da Restauração
As comemorações do Dia da Restauração, organizadas pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, tiveram lugar na Praça dos Restauradores, no dia 1º de Dezembro, tendo como momentos altos a colocação de flores no monumento-obelisco daquela Praça, o hastear da Bandeira Nacional e a intervenção do vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Marcos Perestrello, em representação da autarquia.
Após o solene hastear da Bandeira Nacional, ao som do Hino Nacional executado pela Banda do Exército e cantado por um coro de alunos da Casa Pia, Pedro Borges referiu-se ao importante momento da Restauração da Independência, a 1 de Dezembro de 1640, como uma crucial afirmação da nacionalidade que não foi dirigida contra ninguém, pois “Portugal soube sempre entender-se com os outros”. Para este jovem representante da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, “celebrar a independência de Portugal é declarar que Portugal tem força, tem espírito e tem alma”.
Na sua intervenção, Marcos Perestrello, vice-presidente da CML, dirigindo-se aos elementos da direcção da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, à Governadora Civil de Lisboa, Dalila Araújo, aos representantes dos três ramos das Forças Armadas, ao director nacional da Polícia de Segurança Pública, aos elementos das escolas militares em parada, aos convidados e ao muito público presente, afirmou que “é com o olhar do presente e do futuro que queremos celebrar o passado”. Aludindo aos acontecimentos do dia 1º de Dezembro de 1640 e aos conjurados que os protagonizaram, o autarca lembrou os que “conseguiram vencer a adversidade, afirmando uma convicção, uma vontade e uma coragem maiores que o medo, o cálculo, o interesse ou a comodidade pessoal”, numa acção “na melhor tradição portuguesa e lisboeta da liberdade”.
Marcos Perestrello não deixou de estabelecer paralelos entre aquela época histórica e a actualidade, recordando que a Restauração é uma lição tanto mais importante em “tempos de crise e de desafio, que exigem de nós maior tenacidade, mais coesão, maior ousadia”, defendendo que “o patriotismo de hoje não precisa, para se afirmar, de ser um patriotismo negativo”, mas “um patriotismo positivo”, concluindo com uma citação de Padre António Vieira: “os bons anos não os dá quem os deseja, senão quem os assegura”.
A cerimónia terminou com a habitual deposição de flores no obelisco que recorda a Restauração, nomeadamente, pelos alunos do Colégio Militar, Instituto de Odivelas, Instituto Pupilos do Exército, Instituto de Ciências Policiais e de Segurança, Casa Pia de Lisboa, Escola Naval e Academia Militar.
[2008-12-02]
(2006)
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=42&idi=34463
Comemorações do 1º de Dezembro
Durante a cerimónia comemorativa da Restauração da Independência, que teve lugar junto ao obelisco que perpetua a gesta dos conjurados de 1640, na Praça dos Restauradores, o presidente da Câmara de Lisboa, António Carmona Rodrigues, pediu à sociedade portuguesa "generosidade, ousadia, confiança e espírito de servir".
Durante a cerimónia comemorativa da Restauração da Independência, que teve lugar junto ao obelisco que perpetua a gesta dos conjurados de 1640, na Praça dos Restauradores, o presidente da Câmara de Lisboa, António Carmona Rodrigues, pediu à sociedade portuguesa "generosidade, ousadia, confiança e espírito de servir".
O autarca, que se dirigia a quantos acorreram à cerimónia que, nesta data, é tradicionalmente organizada pela Câmara e pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, sublinhou o facto de não podermos "continuar a evocar a memória" dos conjurados do 1º de Dezembro de 1640 "sem nada fazermos em prol do futuro".
Na cerimónia, a que compareceram, para além do edil lisboeta e do presidente da SHIP, Jorge Rangel, representantes das chefias dos diferentes ramos das Forças Armadas e o Duque de Bragança, D. Duarte Pio, foram depositadas coroas de flores na base do monumento à Restauração, por alunos de diversos estabelecimentos de ensino, nomeadamente das Escolas Naval e de Polícia, das Academias Militar e da Força Aérea, do Colégio Militar, dos Institutos Militares de Odivelas e Pupilos do Exército e da Casa Pia de Lisboa.
Um coro de alunos da Casa Pia de Lisboa cantou o Hino Nacional durante o hastear da Bandeira Nacional, que foi executado pela Banda do Exército, que também executou os toques de silêncio em memória de quantos tombaram pela Pátria.
O presidente da Câmara seguiu depois para o Palácio Almada, no Largo de S. Domingos, sede da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, para assinar o Livro de Honra. Na ocasião, o presidente da SHIP, Jorge Rangel, pediu para, ao contrário de anos anteriores, em que apenas assinavam o livro as altas individualidades, todos os presentes dessem assim testemunho do seu "amor pela Pátria".
A jornada terminou com uma visita a uma exposição da colecção de música do Maestro Manuel Ivo Cruz (de partituras de Hinos, Marchas e Cantos Patrióticos, sobretudo), patente numa sala do Palácio, e com a actuação, no seu Salão Nobre, do grupo coral timorense LOIK.
[2006-12-02]
(2005)
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=42&idi=33969
Comemorações do 1º de Dezembro
A Praça dos Restauradores foi palco, uma vez mais, das comemorações do dia primeiro de Dezembro, Dia da Restauração, junto ao obelisco que evoca a data de 1640 e a sua importância para a reafirmação da independência nacional. Depois de lida, por uma jovem, a habitual mensagem da Sociedade Histórica para a Independência de Portugal, discursou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Carmona Rodrigues.
A Praça dos Restauradores foi palco, uma vez mais, das comemorações do dia primeiro de Dezembro, Dia da Restauração, junto ao obelisco que evoca a data de 1640 e a sua importância para a reafirmação da independência nacional. Depois de lida, por uma jovem, a habitual mensagem da Sociedade Histórica para a Independência de Portugal, discursou o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Carmona Rodrigues.
A cerimónia iniciou-se com o hastear da Bandeira Nacional e da Bandeira da Restauração, ao som da “Portuguesa”, Hino Nacional, executado pela Banda do Exército e cantado pelo Coro dos Alunos da Casa Pia, a que se seguiu a execução do Hino da Restauração, pelos mesmos grupos. Como vem sendo tradição, uma jovem leu a mensagem da SHIP aos portugueses, salientando a perenidade dos valores da portugalidade na reafirmação da identidade nacional.
O edil lisboeta, Carmona Rodrigues, ao evocar na sua intervenção o generoso feito dos conjurados de 1640, apelou para a necessidade de, “com base no exemplo do passado, retirar lições para o presente e para o futuro do país”. Assim, vivendo hoje num país livre e democrático, e à luz das novas realidades, nomeadamente no contexto da globalização, “devemos a obrigação, sobretudo aos mais jovens, de enquadrar os valores que procuramos preservar no nosso legado histórico”. Neste sentido, o autarca apelou aos responsáveis para a necessidade de mobilizar a nação para os desafios do futuro, mormente os que cabem ao “papel determinante da Língua Portuguesa e do património cultural como afirmação fundamental desses mesmos valores de identidade nacional”. Carmona Rodrigues concluiu pedindo à sociedade portuguesa “generosidade, ousadia, confiança e espírito de servir”.
O momento alto da cerimónia consistiu na deposição de coroas de flores na base do obelisco monumental, em representação de diversas instituições, como a Câmara Municipal de Lisboa e Sociedade Histórica para a Independência de Portugal, organizadoras da cerimónia, o Colégio Militar, Instituto D. Afonso (Odivelas), I. M. Pupilos do Exército, Escola Naval, Academia Militar, Academia da Força Aérea, Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, Governo Militar de Lisboa, Casa Pia de Lisboa, Grupo dos Amigos de Olivença e Real Associação de Lisboa, entre outras. A cerimónia encerraria com a evocação dos Heróis da Restauração de 1640, com os toques de silêncio, homenagem aos mortos e alvorada, executados pela Fanfarra do Governo Militar de Lisboa.
Posteriormente, acompanhados pelos corpos sociais da Sociedade Histórica para a Independência de Portugal, a representação da Câmara Municipal de Lisboa, as chefias militares, Sua Alteza Real D. Duarte Pio de Bragança e demais convidados dirigiram-se ao Salão Nobre do Palácio dos Almadas, sede da SHIP, para o acto de assinatura do Livro de Honra da prestigiada instituição, e onde assistiram a uma demonstração de danças do século XVII, interpretada por um grupo da Associação Danças com História. As comemorações terminaram com uma Missa Solene de Acção de Graças na Igreja de S. Nicolau.
[2005-12-02]
(2004)
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=42&idi=33567
Homenagem aos Heróis da Restauração - Comemoração do 1º de Dezembro
O Dia da Restauração, 1º de Dezembro, foi assinalado, mais um ano, na Praça dos Restauradores, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Carmona Rodrigues, assim como diversas individualidades e entidades militares.
O Dia da Restauração, 1º de Dezembro, foi assinalado, mais um ano, na Praça dos Restauradores, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Carmona Rodrigues, assim como diversas individualidades e entidades militares.
Carmona Rodrigues, no seu discurso, salientou que o Dia da Restauração é a “comemoração de uma das datas mais marcantes da História de Portugal e aquela que selou definitivamente o seu destino como nação livre e independente”, acrescentando que “importa que a juventude de hoje compreenda o gesto heróico daqueles 120 homens, de várias gerações, que na manhã do 1º de Dezembro de 1640 arriscaram as suas vidas para devolver os destinos dos seus País às mãos dos Portugueses – e importa que sinta como valeu a pena aquela atitude tão destemida e abnegada”.
A cerimónia de homenagem aos Heróis da Restauração começou ao som do Hino Nacional, tocado pela Banda do Exército e cantado pelo coro dos Alunos da Casa Pia de Lisboa. Posteriormente, procedeu-se ao içar da Bandeira Nacional.
Para além da Câmara Municipal de Lisboa, diversas Instituições e entidades depositaram uma coroa de flores junto ao Monumento da Restauração, tais como o Colégio Militar, Instituto D. Afonso, Instituto Naval dos Pupilos do Exército, Escola Naval, Academia Militar, Academia da Força Aérea, Instituto Superior de Ciências Políticas e Segurança Interna, Governo Militar de Lisboa, Casa Pia de Lisboa, Grupo dos Amigos de Olivença, Movimento 10 de Junho, Real Associação de Lisboa e Sociedade Histórica da Independência.
Assinatura do livro de honra da Sociedade Histórica da Independência de Portugal
Ainda no âmbito das Comemorações do Dia da Restauração, o presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues, assinou o livro de honra da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, no Palácio da Independência.
Na ocasião pode-se, ainda, assistir a um concerto de três composições em cravo, pela Professora Cremilde Rosado Fernandes.
[2004-12-01]
GOVERNO CIVIL DE LISBOA
http://www.gov-civil-lisboa.pt/inicio/noticias/noticia.php?idn=274
Comemorações oficiais da Restauração da Independência
A Sociedade Histórica da Independência de Portugal organizou no dia 1 de Dezembro, as comemorações da Restauração da Independência, com uma cerimónia de homenagem aos heróis da Restauração, na Praça dos Restauradores.
Esta Sociedade tem como objectivos a defesa da língua portuguesa, a integridade do património e da imagem cultural de Portugal, a comemoração de grandes datas nacionais, especialmente da Fundação, da Consolidação e da Restauração da Independência de Portugal.
VAMOS REAVIVAR A MEMÓRIA CURTA SOBRE O HASTEAR ANUAL DAS BANDEIRAS NACIONAIS EM SIMULTÂNEO EM LISBOA - REPUBLICANA E MONÁRQUICA
Todos os anos, em plena Praça dos Restauradores, em Lisboa, no dia Primeiro de Dezembro comemoram-se oficialmente, na presença do edil lisboeta, Chefes Militares, Governo Civil e da Direcção Central da SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL (www.ship.pt), os Heróis da Restauração da Independência de Portugal e a Independência em si, não vá sermos traídos pela memória curta, é sempre bom revermos as notícias da Câmara Municipal de Lisboa, sobre a cerimónia em que se hasteiam AS BANDEIRAS NACIONAIS - a Republicana e a da Monárquica, da Restauração (D. João IV - http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Flag_Portugal_%281640%29.svg ).
NOTÍCIAS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA:
(2007)
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=42&idi=34854
Homenagem aos Heróis da Restauração – Comemoração do 1º de Dezembro
O Dia da Restauração, 1 de Dezembro, foi assinalado na Praça dos Restauradores, junto ao obelisco que evoca a data de 1640 e a sua importância para a reafirmação da independência nacional e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, assim como diversas individualidades e entidades militares.
A cerimónia iniciou-se com o hastear da Bandeira Nacional e da Bandeira da Restauração ao som do Hino Nacional, tocado pela Banda da Força Aérea e cantado pelo coro dos Alunos da Casa Pia de Lisboa. Como vem sendo tradição, um jovem representando as novas gerações leu uma mensagem prestando deste modo uma homenagem aos Heróis da Restauração e reafirmando os valores que caracterizam a identidade nacional.
Na ocasião, o autarca sublinhou o facto de que “não devemos encarar a celebração deste dia, tão só, como o assinalar de uma efeméride da História de Portugal mas que cabe a todos nós escrever as páginas do futuro de Portugal” e a celebração deste dia “obriga-nos a um esforço acrescido de valorização e crescente afirmação nacional”. O edil terminou enaltecendo Lisboa como “a cidade da liberdade” e que “Portugal e os portugueses, que foram sempre capazes de caminhar pelo seu próprio pé e de protagonizar a História, não decepcionarão o legado do primeiro de Dezembro.”
O momento alto da cerimónia consistiu na deposição de coroas de flores na base do obelisco monumental, em representação de diversas instituições, como a Câmara Municipal de Lisboa e Sociedade Histórica para a Independência de Portugal, organizadoras da cerimónia, o Colégio Militar, Instituto Infante D. Afonso, Instituto Militar dos Pupilos do Exército, Escola Naval, Academia Militar, Academia da Força Aérea, Instituto Superior de Ciências Políticas e Segurança Interna, Comando Operacional da Força Aérea, Casa Pia de Lisboa, Grupo dos Amigos de Olivença, Real Associação de Lisboa, Guião - Centro de Estudos Portugueses e o Partido Popular Monárquico.
A cerimónia terminou com o hastear da Bandeira Nacional e da Restauração ao som do Hino Nacional, mais uma vez cantado pelo coro dos Alunos da Casa Pia de Lisboa e tocado pela Banda da Força Aérea que também executou os toques de silêncio em memória de quantos morreram pela Pátria.
[2007-12-01]
SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL
WWW.SHIP.PT
Artigo 3º
Objectivos
1. Constituem objectivos da SHIP:
a) promover o culto do amor pela Pátria entre os portugueses, tanto em território nacional como no estrangeiro, prestando particular atenção ás camadas mais jovens;
b) defender a integridade do património e projectar, tanto interna como externamente, a cultura nacional, com relevo para a língua portuguesa;
c) colaborar com os órgãos de soberania, na definição e no prosseguimento dos grandes objectivos nacionais e na defesa dos direitos de Portugal;
d) comemorar as grandes datas nacionais, especialmente a da Fundação, a da Consolidação e, com o relevo tradicional em cada ano, a da Restauração da Independência de Portugal;
e) combater, por todas as formas convenientes, a vulgarização de quaisquer ideias susceptíveis de ferir a dignidade de Portugal como nação livre e independente;
f) cooperar com instituições congéneres.
2. Os objectivos da SHIP são eminentemente patrióticos e culturais não se enquadrando no seu âmbito a prossecução de fins de natureza religiosa ou político-partidária.
De João Afonso Machado a 15.08.2009 às 10:02
RESPUBLICA: o facto é que não está lá nenhuma rubro-verde. Não há castelos destes no 3º Mundo.
Quanto ao pormenor do D. Sancho II - já V. vê que até na 1ª Dinastia um rei ia embora se tivesse de ir (mesmo deixando cá o seu fiel alcaide Martim de Freitas)