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Não fomos nós.

por Carlos Nunes Lopes, em 13.08.09

Foto em destaque no Sapo Fotos.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De ALA INFANTE DOM HENRIQUE a 13.08.2009 às 13:48

VAMOS REAVIVAR A MEMÓRIA CURTA SOBRE O HASTEAR ANUAL DAS BANDEIRAS NACIONAIS EM SIMULTÂNEO EM LISBOA - REPUBLICANA E MONÁRQUICA

Todos os anos, em plena Praça dos Restauradores, em Lisboa, no dia Primeiro de Dezembro comemoram-se oficialmente, na presença do edil lisboeta, Chefes Militares, Governo Civil e da Direcção Central da SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL (www.ship.pt), os Heróis da Restauração da Independência de Portugal e a Independência em si, não vá sermos traídos pela memória curta, é sempre bom revermos as notícias da Câmara Municipal de Lisboa, sobre a cerimónia em que se hasteiam AS BANDEIRAS NACIONAIS - a Republicana e a da Monárquica, da Restauração (D. João IV - http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Flag_Portugal_%281640%29.svg ).

NOTÍCIAS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA:
(2007)
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=42&idi=34854
Homenagem aos Heróis da Restauração – Comemoração do 1º de Dezembro
O Dia da Restauração, 1 de Dezembro, foi assinalado na Praça dos Restauradores, junto ao obelisco que evoca a data de 1640 e a sua importância para a reafirmação da independência nacional e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, assim como diversas individualidades e entidades militares.

A cerimónia iniciou-se com o hastear da Bandeira Nacional e da Bandeira da Restauração ao som do Hino Nacional, tocado pela Banda da Força Aérea e cantado pelo coro dos Alunos da Casa Pia de Lisboa. Como vem sendo tradição, um jovem representando as novas gerações leu uma mensagem prestando deste modo uma homenagem aos Heróis da Restauração e reafirmando os valores que caracterizam a identidade nacional.


Na ocasião, o autarca sublinhou o facto de que “não devemos encarar a celebração deste dia, tão só, como o assinalar de uma efeméride da História de Portugal mas que cabe a todos nós escrever as páginas do futuro de Portugal” e a celebração deste dia “obriga-nos a um esforço acrescido de valorização e crescente afirmação nacional”. O edil terminou enaltecendo Lisboa como “a cidade da liberdade” e que “Portugal e os portugueses, que foram sempre capazes de caminhar pelo seu próprio pé e de protagonizar a História, não decepcionarão o legado do primeiro de Dezembro.”
O momento alto da cerimónia consistiu na deposição de coroas de flores na base do obelisco monumental, em representação de diversas instituições, como a Câmara Municipal de Lisboa e Sociedade Histórica para a Independência de Portugal, organizadoras da cerimónia, o Colégio Militar, Instituto Infante D. Afonso, Instituto Militar dos Pupilos do Exército, Escola Naval, Academia Militar, Academia da Força Aérea, Instituto Superior de Ciências Políticas e Segurança Interna, Comando Operacional da Força Aérea, Casa Pia de Lisboa, Grupo dos Amigos de Olivença, Real Associação de Lisboa, Guião - Centro de Estudos Portugueses e o Partido Popular Monárquico.
A cerimónia terminou com o hastear da Bandeira Nacional e da Restauração ao som do Hino Nacional, mais uma vez cantado pelo coro dos Alunos da Casa Pia de Lisboa e tocado pela Banda da Força Aérea que também executou os toques de silêncio em memória de quantos morreram pela Pátria.

[2007-12-01]

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