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Não fomos nós.

por Carlos Nunes Lopes, em 13.08.09

Foto em destaque no Sapo Fotos.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De ALA INFANTE DOM HENRIQUE a 13.08.2009 às 13:52

(2008)
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=42&idi=41054

Comemorações do Dia da Restauração
As comemorações do Dia da Restauração, organizadas pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, tiveram lugar na Praça dos Restauradores, no dia 1º de Dezembro, tendo como momentos altos a colocação de flores no monumento-obelisco daquela Praça, o hastear da Bandeira Nacional e a intervenção do vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Marcos Perestrello, em representação da autarquia.
Após o solene hastear da Bandeira Nacional, ao som do Hino Nacional executado pela Banda do Exército e cantado por um coro de alunos da Casa Pia, Pedro Borges referiu-se ao importante momento da Restauração da Independência, a 1 de Dezembro de 1640, como uma crucial afirmação da nacionalidade que não foi dirigida contra ninguém, pois “Portugal soube sempre entender-se com os outros”. Para este jovem representante da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, “celebrar a independência de Portugal é declarar que Portugal tem força, tem espírito e tem alma”.

Na sua intervenção, Marcos Perestrello, vice-presidente da CML, dirigindo-se aos elementos da direcção da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, à Governadora Civil de Lisboa, Dalila Araújo, aos representantes dos três ramos das Forças Armadas, ao director nacional da Polícia de Segurança Pública, aos elementos das escolas militares em parada, aos convidados e ao muito público presente, afirmou que “é com o olhar do presente e do futuro que queremos celebrar o passado”. Aludindo aos acontecimentos do dia 1º de Dezembro de 1640 e aos conjurados que os protagonizaram, o autarca lembrou os que “conseguiram vencer a adversidade, afirmando uma convicção, uma vontade e uma coragem maiores que o medo, o cálculo, o interesse ou a comodidade pessoal”, numa acção “na melhor tradição portuguesa e lisboeta da liberdade”.
Marcos Perestrello não deixou de estabelecer paralelos entre aquela época histórica e a actualidade, recordando que a Restauração é uma lição tanto mais importante em “tempos de crise e de desafio, que exigem de nós maior tenacidade, mais coesão, maior ousadia”, defendendo que “o patriotismo de hoje não precisa, para se afirmar, de ser um patriotismo negativo”, mas “um patriotismo positivo”, concluindo com uma citação de Padre António Vieira: “os bons anos não os dá quem os deseja, senão quem os assegura”.
A cerimónia terminou com a habitual deposição de flores no obelisco que recorda a Restauração, nomeadamente, pelos alunos do Colégio Militar, Instituto de Odivelas, Instituto Pupilos do Exército, Instituto de Ciências Policiais e de Segurança, Casa Pia de Lisboa, Escola Naval e Academia Militar.
[2008-12-02]

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