Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Não fomos nós.

por Carlos Nunes Lopes, em 13.08.09

Foto em destaque no Sapo Fotos.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

Sem imagem de perfil

De ALA INFANTE DOM HENRIQUE a 13.08.2009 às 13:55

(2006)
http://www.cm-lisboa.pt/?idc=42&idi=34463
Comemorações do 1º de Dezembro
Durante a cerimónia comemorativa da Restauração da Independência, que teve lugar junto ao obelisco que perpetua a gesta dos conjurados de 1640, na Praça dos Restauradores, o presidente da Câmara de Lisboa, António Carmona Rodrigues, pediu à sociedade portuguesa "generosidade, ousadia, confiança e espírito de servir".
Durante a cerimónia comemorativa da Restauração da Independência, que teve lugar junto ao obelisco que perpetua a gesta dos conjurados de 1640, na Praça dos Restauradores, o presidente da Câmara de Lisboa, António Carmona Rodrigues, pediu à sociedade portuguesa "generosidade, ousadia, confiança e espírito de servir".


O autarca, que se dirigia a quantos acorreram à cerimónia que, nesta data, é tradicionalmente organizada pela Câmara e pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal, sublinhou o facto de não podermos "continuar a evocar a memória" dos conjurados do 1º de Dezembro de 1640 "sem nada fazermos em prol do futuro".

Na cerimónia, a que compareceram, para além do edil lisboeta e do presidente da SHIP, Jorge Rangel, representantes das chefias dos diferentes ramos das Forças Armadas e o Duque de Bragança, D. Duarte Pio, foram depositadas coroas de flores na base do monumento à Restauração, por alunos de diversos estabelecimentos de ensino, nomeadamente das Escolas Naval e de Polícia, das Academias Militar e da Força Aérea, do Colégio Militar, dos Institutos Militares de Odivelas e Pupilos do Exército e da Casa Pia de Lisboa.
Um coro de alunos da Casa Pia de Lisboa cantou o Hino Nacional durante o hastear da Bandeira Nacional, que foi executado pela Banda do Exército, que também executou os toques de silêncio em memória de quantos tombaram pela Pátria.
O presidente da Câmara seguiu depois para o Palácio Almada, no Largo de S. Domingos, sede da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, para assinar o Livro de Honra. Na ocasião, o presidente da SHIP, Jorge Rangel, pediu para, ao contrário de anos anteriores, em que apenas assinavam o livro as altas individualidades, todos os presentes dessem assim testemunho do seu "amor pela Pátria".
A jornada terminou com uma visita a uma exposição da colecção de música do Maestro Manuel Ivo Cruz (de partituras de Hinos, Marchas e Cantos Patrióticos, sobretudo), patente numa sala do Palácio, e com a actuação, no seu Salão Nobre, do grupo coral timorense LOIK.
[2006-12-02]

Comentar post