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Rápido, para o Brasil, rapazes

por Henrique Burnay, em 17.08.09

O Inimigo sabe onde estamos

 

"Mostrando novamente serem os representantes dos mais altos valores monárquicos portugueses, Rodrigo Moita de Deus, Henrique Burnay e Nuno Miguel Guedes pisgaram-se esta tarde, de forma atabalhoada e sem qualquer dignidade, para o Brasil, assim que a PSP e o Ministério Público começaram a montar-lhes cerco, à semelhança do que fez o muy valoroso D. João VI assim que soube que se preparava para ser detido pelas forças napoleónicas.

A sede do “31 da Armada” muda-se desta forma para o Rio de Janeiro, onde permanecerá enquanto o justiceiro Gonçalo Amaral persistir na sua ideia de construir uma guilhotina na Praça do Comércio, ideia transmitida ontem mesmo à Merche Romero. As intenções do jacobino ex-inspector não será cortar a cabeça dos monárquicos Rodrigo Moita de Deus, Henrique Burnay e Nuno Miguel Guedes, mas obrigá-los a confessar que foram eles que colocaram a bandeira real na sede da CML, atirando-os do cadafalso abaixo."

 

Visto na caixa de comentários

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De João Afonso Machado a 17.08.2009 às 21:03

Na lista dos Reis de Portugal consta a «Dinastia Filipina» (3 Filipes), a qual acabou em 1640 após revolução nacional e reunião de Cortes que aclamaram D. João IV, o iniciador da Dinastia de Bragança, que provinha do casamento de um filho de D. João I com uma filha de D. Nuno Álvares Pereira.
Já por aqui se vê que o Povo se não gosta de um Rei - como era o caso dos Filipes, que carregavam nos impostos para sustentar a sua guerra contra ingleses, etc - corre com ele.
Aconteceu isso com D. Sancho II (deposto por D. Afonso III) e com D. Afonso VI que era doente mental. E D. João I era filho natural de D. Pedro I. A Rainha (D. Beatriz) porque casou com o Rei de Castela não foi aceite pelos portugueses que optaram por D. João I - daí Aljubarrota, etc.
Por isso, a intervenção espanhola na Coroa portuguesa acabou em 1640, ou antes, uns anos de guerra depois, e hoje o assunto pertence definitivamente ao passado.
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De Respública a 17.08.2009 às 21:12

Mas foram os nobres que indicaram os vários reis espanhóis e os apoiaram, o povo sempre apoiou a casa de Aviz, enquanto reis de caris popular (Pela Lei e Pela Grei), por isso é que D. João II foi assassinado (os testes realizados aos seus restos mortais provam envenenamento) e os restantes descendentes da casa de Aviz-Lencastre foram sendo eliminados.
Saudações Republicanas
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De João Afonso Machado a 17.08.2009 às 21:17

LÁ ESTÁ VOCÊ AOS PONTAPÉS À VERDADE. OS 40 CONJURADOS QUE INICIARAM A REVOLUÇÃO QUEM ERAM: ADVOGADOS DE COIMBRA?
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De Respública a 17.08.2009 às 21:23

Não advogados de Coimbra era o Dr. João das Regras, os Restauradores eram nobres, mas o que restava da nobreza , como disse Oliveira Martins, um bando de coxos , dementes e sifilíticos , o resto dos restos dos que morreram em Alcácer-Quibir e na Invencível Armada, só agiram desse modo porque o povo já tinha iniciado a sua Revolução libertadora.
Seja como for não foram os nobres que lutaram e deram o sangue nas batalhas, foi o povo, é a ele que compete exercer a soberania e decidir quem governa , nem que seja um rei estrangeiro, mas desde já lhe digo preferia um Habsburgo espanhol, que um bragança português.
Saudações Republicanas
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De João Afonso Machado a 17.08.2009 às 21:48

SABE O QUE O O. MARTINS ESCREVEU NO »PORTUGAL CONTEMPORÂNEO» CUJA LEITURA RECOMENDO A BEM DO ORDENAMENTO DAS SUAS IDEIAS?
CITO: «A LEGITIMIDADE DE. MIGUEL ESTÁ NA UNÂNIMIDADE COM QUE FOI ACLAMADO. ESSA A LEGITIMIDADE DO MESTRE DE AVIZ»

Pode confirmar no 2º vol. ed. Europa América, livros de bolso (o nº não me lembra, nem a página)
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De pedro a 17.08.2009 às 21:18

Sr. João Afonso Machado,
assim a Coroa Espanhola não tem argumentos, e de acordo com as vossas Leis de Sucessão de reclamar com razão, isto é com legitimidade a Coroa Portuguesa?
Agradeço a explicação e paciência.
Eu teria algo mais a acrescentar sobre as Ordenações Filipinas, mas poderá ficar para mais tarde!
Obrigado
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De João Afonso Machado a 17.08.2009 às 21:44

AS ORDENAÇÕES FILIPINAS NUNCA EXTINGUIRAM AS AFONSINAS. MAS AINDA AÍ TODO O PROBLEMA ESTÁ RESOLVIDO COM O MOVIMENTO LEGISLATIVO DO SÉC. XIX, INSPIRADO EM NAPOLEÃO: FOI QUANDO SURGIRAM TODOS OS CÓDICOS: CIVIL, PROC. CIVIL, COMERCIAL, PENAL, PROC. PENAL, ETC.
Entramos então no período do chamado Direito Positivo (obra do legislador) e não do Direito Consuetudinário, baseado nos usos e costumes.
Mas, a propósito, há uma frase curiosa de um pensador que cito: as instituições do passado não eram boas por serem antigas; eram antigas por serem boas.
Abraço
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De Respública a 17.08.2009 às 21:51

Errado... As filipácias substituíram as Ordenações Manuelinas, que substituíram as Afonsinas, embora contivessem, em muitos casos as mesmas leis, mas com um texto diferente.
A codificação só substituiu as Ordenações após termos todos os Códigos, mas a sucessão era regulada nas Constituições, que afastam a linha Miguelista, os Espanhóis, etc. do trono (a de 1822, a melhor de todas, quase estabeleceu uma República).
Saudações Republicanas
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De João Afonso Machado a 17.08.2009 às 22:36

CARO PEDRO: DEIXE LÁ. VÁ PELA MINHA VERSÃO QUE VAI BEM

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