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Rápido, para o Brasil, rapazes

por Henrique Burnay, em 17.08.09

O Inimigo sabe onde estamos

 

"Mostrando novamente serem os representantes dos mais altos valores monárquicos portugueses, Rodrigo Moita de Deus, Henrique Burnay e Nuno Miguel Guedes pisgaram-se esta tarde, de forma atabalhoada e sem qualquer dignidade, para o Brasil, assim que a PSP e o Ministério Público começaram a montar-lhes cerco, à semelhança do que fez o muy valoroso D. João VI assim que soube que se preparava para ser detido pelas forças napoleónicas.

A sede do “31 da Armada” muda-se desta forma para o Rio de Janeiro, onde permanecerá enquanto o justiceiro Gonçalo Amaral persistir na sua ideia de construir uma guilhotina na Praça do Comércio, ideia transmitida ontem mesmo à Merche Romero. As intenções do jacobino ex-inspector não será cortar a cabeça dos monárquicos Rodrigo Moita de Deus, Henrique Burnay e Nuno Miguel Guedes, mas obrigá-los a confessar que foram eles que colocaram a bandeira real na sede da CML, atirando-os do cadafalso abaixo."

 

Visto na caixa de comentários

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Respública a 18.08.2009 às 10:20

Ora afinal havia uma razão para eu dever gostar do Afonso III, derrubou um herege... Cataros não eram deixe de ler Dan Brown ...
O que havia em Portugal era um rito próprio que existiu até ao Vaticano II, em que o Avé Maria era rezado antes da Santa Missa.
E se o Papa depôs um rei é porque tinha razão para isso, o Papa era o único Soberano de Portugal, era a ele quem Afonso I pagava tributo.

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