De Talvez... a 21.08.2009 às 23:05
Começo com uma: impostos alfandegários e preferência às empresas e produtos nacionais em construções encomendadas pelo Estado.
2. Criação directa, por parte do Estado, de indústrias necessárias ao desenvolvimento de cada região. É muito bonito dizer que é necessário atrair as indústrias etc. mas esquecem-se que o Estado tem os recursos para o fazer ele próprio.
De Antoine Silva a 21.08.2009 às 23:38
Esperem lá!
Depois de construir esse rol de ideias, vamos fazer o quê, entregá-las ao PM ou a um agente político, seja ele de que cor for? o que fará ele com isso?
Além do mais, desculpem que vos diga, tudo isto passa por isso que estão a querer começar a construir, mas passa fundamentalmente por acções de muito maior amplitude, mas muito maior mesmo.
Acham que se nada mudar profundamente, mas mesmo muito profundamente, em todo Sistema Político, conseguiremos concretizar alguma coisa? alguma coisa mudará? Nada!
Não passaremos de um ser um mero grupo de pessoas que se assemelharão a um programa "prós e contras", mas ainda com muito menos eficácia.
Agora, uma coisa vos digo, vejo muita vontade, vejo uma capacidade diferente de as pessoas se aperceberem que andam a ser enganadas e estupradas há décadas (pelo menos há 3!).
E vejo acima de tudo, um ambiente propício à mudança.
As pessoas hoje vivem mal, a classe média deixou de existir, há muita pobreza, há pessoas que tinham uma vida normal e que hoje têm dificuldade em alimentar os seus filhos.
E isso é uma condição essencial para que estejam dispostas a analisar o que se tem passado com outra profundidade, disponibilidade e interesse, o próprio, o delas e das suas pessoas próximas.
E aí sim, AGIR, como muito bem sugerem.
Acima de tudo, agirmos de uma determinada maneira, que não seja, ainda, assaltando a bomba de gasolina aí à esquina.
Dentro em breve deixaremos de trocar ideias somente aqui, por trás dos nossos monitores e estaremos juntos. Esse sim será um bom passo.
Fico à vossa espera.
De Talvez... a 23.08.2009 às 10:26
Foi isso que o Marquês de Pombal e Salazar fizeram, com êxito retumbante. Uns anos depois da saída do Marquês, as suas medidas começaram a dar fruto, e a nossa balança comercial com a Inglaterra tornou-se positiva. Quanto a Salazar, devo relembrar que, no pós-guerra, Portugal era considerado pela imprensa internacional o terceiro milagre económico, a seguir à Alemanha e ao Japão.
Há várias maneiras de concretizar essas medidas, em primeiro lugar, e em segundo, não se compare Portugal com a América Latina!