De Alexandre Kulcinskaia a 24.08.2009 às 11:46
Que giro...
Viram ontem na RTP N, a Joana Amaral Dias e ridicularizar a vossa parvoíce da bandeira e a dizer que os "senhores" do 31 da Armada só tiveram a mediatização que tiveram porque são um bandos de meninos queques?
Foi das melhores análises que vi ao vosso feito.
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De artur mendes a 24.08.2009 às 12:41
Vindo de semelhante personagem é um elogio... JAD ... está a evoluir rápidamente para um "bolo" muito ratado...e com salmonelas
God save the quekes!
De Alexandre Kulcinskaia a 24.08.2009 às 12:49
Ah... Ok, está bem...

De blogdaping a 24.08.2009 às 14:12
God shave de queen !
Quem é a Joana Amaral Dias?
Será familiar do Prof. Carlos Amaral Dias que tem uma placa metálica dourada na lisboeta Duque de Loulé que diz:
«Consultório do Prof. Carlos Amaral Dias»
Assim tipo consultório do Prof. Karamba...
Ná essa Joana de que fala não deve ser nenhuma «dondoca», deve ser uma mulher a dias africana que se levanta às seis da manhã para descaroçar a fruta da república.
De Alexandre Kulcinskaia a 24.08.2009 às 14:16
Porque é que uma mulher a dias tem que ser africana?
Será que se pode considerar racismo este estereótipo social?!
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Em última análise somos todos africanos.
Cf. com os estudos dos Leakey sobre a «hominização», a descoberta da célebre Lucy.
O melhor futebolista (estatisticamente) português de todos os tempos era africano nasceu em Humpata, Angola... pai de Torres Novas, mãe de Lisboa.
Sempre se assumiu como africano.
Racismo?
Racismo é traduzir «black» por negro e «nigger» por preto.
Africano não é sinónimo de negro/preto a não ser para alguns obcecados do «politicamente correcto».
Fernando Peyroteo era branco, branco.
De Alexandre Kulcinskaia a 24.08.2009 às 14:36
O Leakey disse isso?!
Não tinha ideia.
Até morrer estamos sempre a aprender.
De Respública a 24.08.2009 às 14:19
É filha, e que filha...
De Marquesa de carabás a 24.08.2009 às 14:18
Ela não tem nada aspecto de menina queque. Basta olhar para ela e vê-se logo que se "alevanta" às cinco para tratar da criação, ás seis já deixou a roupa de molho no tanque e depois das lides parlamentares passa o resto da noite a aspirar e a passar a ferro,para no outro dia apanhar o comboio super hiper mega fantástico que a há-de trazer a Lisboa, da banda de lá. Vê-se logo. basta olhar que se vê logo. tadinha é uma moira de trabalho...
De Alexandre Kulcinskaia a 24.08.2009 às 14:19
Amofinou-se, Marquesa?!
De Marquesa de carabás a 24.08.2009 às 14:29
Porque é que me havia de amofinar eu estou é com pena da moça, que é uma moira de trabalho.Parece que se embaralha um bocadinho lá no tabalho...dizem as más linguas claro. Mas não é. É por causa de não estragar as unhas no teclado e além disso, coitada ainda tem o tanque...amanhã vou-lhe fazer também umas empadas que ela está muito magrinha. para desmentir aquela história dos convites e não convites fez o País esperar 2 dias...tudo fraqueza. Estava tão fraquinha que nem podia atender o telemóvel.
De Alexandre Kulcinskaia a 24.08.2009 às 14:34
Uns dos instrumentos de retórica que mais aprecio é a ironia e consigo ver que a amiga Marquesa se esforça para que o seu texto esteja carregado de ironia, mas normalmente a ironia tem algo de leve, engraçado e cativante.
Quando assim não é deixa de parecer ironia e passa a parecer inveja e reçabiamento.
Nas suas linhas não consigo encontrar nem graça nem leveza e como tal não me cativa, logo...