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União de facto republicana

por Luís Filipe Coimbra, em 25.08.09

Como diria o comentador Rui Santos, - Ai!, Ai!, Ai!

Então queriam que um Chefe de Estado eleito pelos votos da direita, traísse o seu eleitorado e virasse o bico ao prego e não vetasse a lei das uniões de facto aprovadas pela esquerda?

Conviria recordar à esquerda republicana, que em República o Chefe de Estado nunca foi nem será imparcial.

Que tal os meus queridos amigos republicanos irem até aos reinos da Holanda ou da Suécia para reverem os seus tabus ideológicos?


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Anónimo a 25.08.2009 às 21:42

Luis Coimbra, essa estorieta dos reis imparciais é muito repetida, mas está mal contada. Os monarcas também não são imparciais. Nunca foram. Pode começar pelo exemplo que tem mais perto, o Juan Carlos, e o seu papel na defesa da democracia... e posso dar-lhe outros exemplos exactamente do contrário, se quiser: Itália, Grécia etc, etc. E posso dar-lhe também exemplos portugueses, se quiser.

Pedro
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De Luís Filipe Coimbra a 27.08.2009 às 01:25

Meu caro Pedro de Tenho Medo de Dizer e Quem Sou,
Em Portugal um rei referendado pelo Povo e pela História, tem muito mais probabilidade de ser imparcial do que um árbitro de qualquer jogo de futebol que passasse a ser escolhido pelo clube que tivesse mais sócios, ou então muito superiormente pela aristocracia da política - perdão - da Comissão Central de Árbitros. Ou será que os nossos "presidentes (árbitros)  de todos os portugueses" não contribuiram também para o nosso progressivo declínio nos últimos 99 anos?

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