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«O PÚBLICO sabe que a apresentadora foi aconselhada a não dar entrevistas, depois de declarações a uma televisão em que dizia que é a sua empregada que lhe tira os caroços das cerejas e que prefere fazer batota a perder».

Sobre Carolina Patrocínio, que está satisfeitíssima com «fim da recessão técnica» (sic).


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Pedro Fontela a 30.08.2009 às 18:27


Graças aos deuses podemos deixar de nos preocupar com o estado da nação porque existe uma oposição completamente radical que vai realmente mudar o sistema económico de forma a não estar vulnerável às especulações e flutuações estrangeiras. E cheia de pessoas integras que tudo irão sacrificar pelo bem público.

Pelos vistos não é o caso e a podridão e decadência é partilhada pelas várias capelas (partidos) senão em 35 anos teriamos saído deste triste estado.
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De Nani Santos a 30.08.2009 às 18:39

Nota máxima: 20 Valores.
APROVADO
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De Respública a 30.08.2009 às 19:11

Olhando para esse comentário parece que nos 35 anos de Redemocracia foi tudo mau, não pode esquecer a luta do PSD e PS após 76 para criarem o Estado de Direito Deemocrático e a existência do Conselho da Revolução até 82, factor de atrazo, nem pode esquecer o governo Cavaco e o 5 primeiros anos de Guterres em que o a economia foi desenvolvida. A Democracia tem altos e baixos, felismente dia 27 se formos todos à urnas o actual baixo vai embora.
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De ZÉ POVINHO a 30.08.2009 às 19:21

Quero acreditar que o seu optimismo é verdade Respública, mas receio bem que não seja assim, porque isto não vai lá com mudar governos. Só vão lá mudando a forma de pensamento. Já fizemos um bom caminho, mas ainda estamos longe de atingir a plenitude democrática, como é bem patente aqui no blog.
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De Pedro Fontela a 30.08.2009 às 19:58


A plenitude democrática é o estado de inacção total, em suma: a preservação do status quo. O resto são boas intenções não concretizáveis.
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De Pedro Fontela a 30.08.2009 às 19:52


 

Não esqueço nada. A revolução teve promessa mas morreu na praia, no fundo ficam sérias dúvidas sobre a oposição triunfante ao antigo regime. Fica a sensação que o problema  não era tanto o totalitarismo como uma série de senhores medíocres que não tiveram lugar "à mesa". Quanto ao desenvolvimento pós-adesão UE eu tenho grandes reservas, foi uma onda gerada pela mão de obra barata e afluxo súbito de fundos mas não houve uma estratégia para gerir a coisa e nunca se integrou isso numa visão de longo prazo (décadas não meses ou anos). Não houve qualquer pensamento ou mérito, foi obra do acaso e além de servir as economias e políticas da Europa Central pouco nos adiantou.  


 


O problema não está neste governo, isso é um factor meramente circunstancial. O problema está no regime e nas suas partes constituintes.


 
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De Legitimista Português a 30.08.2009 às 22:06


O Sistema não tem inimigos

António Marques Bessa

Torna-se importante notar que, desde o Bloco de Esquerda até ao CDS, passando portanto pelo PCP, PSD e PS, não há qualquer posição que desafie o Sistema Político Instalado. Todos se dizem democratas e declaram aceitar as regras do jogo. Parece simples, mas não é.
Em 1974 e 1975, o PCP, como partido revolucionário, jogou para impor um Sistema diferente deste e semelhante ao que existia ao tempo na URSS. Vieram a perceber que não conseguiam e passaram a entrar no Sistema, que os seu dirigentes só formalmente criticam com um lista previsível de acusações, todas elas feitas ao nível prático. Segundo esse relato, o Sistema não está aperfeiçoado porque não garante uma lista enorme de direitos dos trabalhadores. O discurso não tem substância porque não ataca o sistema directamente numa linha leninista ou mesmo marxista, como devia ser a matriz do dito partido vermelho da foice e do martelo.
O recém criado Bloco, formado pelos trânsfugas de três partidos de extrema esquerda, cujo triunvirato ainda se nota com a hegemonia do demagogo Francisco Louçã, não teve senão que aceitar o Sistema e lutar por votos segundo "as regras do jogo". Mas mais: vindos de um pensamento totalitário e claramente anti-democrata, passaram imediatamente ao acto de adoração latrêutica à democracia, que segundo eles está imperfeita.

Cadeia alimentar

O Partido Socialista, vindo dos exagerados excessos dos jovens exilados na Alemanha, como bem descreve Rui Mateus, perceberam desde cedo o significado da riqueza e o peso do dinheiro. E essa compreensão era incompatível com o marxismo que diziam professar. Por consequência, tiveram que enfrentar num combate mortal a máquina treinada e subversiva do PCP, que queria o poder em Portugal e julgava isso possível instrumentalizando o poder militar, e em seguida definir o Sistema em seu favor. Meteram o marxismo e até o socialismo na gaveta da secretária e banquetearam-se, quando no controle do Sistema, com os recursos do Sistema. Definiram a exploração a seu favor, colocando-se no topo da cadeia alimentar. Foram anos em que o Sistema tomava forma e em que quem passava pelo círculo do poder ficava rico, como é hoje manifesto. A diferença de pecúlio entre o momento da chegada ao círculo e o momento de saída é verdadeiramente notável e não se explica pelos ordenados. Com vocação para o Sistema, o PS ajudou fortemente a erguer o Sistema de que beneficia agora. É um defensor do Sistema.
O PSD fez uma longa caminhada com os mal vistos pelo Sistema. Forçou a entrada no Sistema contra o PS e o PCP e tratou de colaborar na adequação do Sistema às suas necessidades alimentares. Na realidade, é um defensor do Sistema, porque o Sistema é também uma criação sua. Também entende que o Sistema tem que ser melhorado, com menos corrupção, mais transparência, mais emprego, mais seriedade. É o discurso do costume. Os slogans são pobres nesta campanha e todos intrinsecamente falsos ou ambíguos. A sua máquina desatinada defende o Sistema, só com alguns não alinhados a apontar o dedo ao sítio certo. São defensores do Sistema.
O CDS, depois de muitas mutações, conseguiu sair de uns pequenos papéis colados nas bocas de Metro da cidade de Lisboa e entrar no Sistema como parente pobre. Ensaiou na sua área de interesses todas as estratégias possíveis com Freitas do Amaral, Lucas Pires, Adriano Moreira, Ribeiro e Castro e Paulo Portas. Foi do Centro (de quê?), foi partido democrata-cristão fora de tempo, foi a direita possível no Sistema, foi conservador, foi neoliberal, tornou a ser cristão e de direita. Bom, mas é do Sistema. Propõe mudanças no Sistema, mas é democrata.
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De Legitimista Português a 30.08.2009 às 22:08


Não se vê no espectro de partidos políticos com representação na Assembleia quem não seja do Sistema e esteja ali para derrubar o Sistema.

Oligarquia satisfeita

Isto significa o êxito da democracia em Portugal, mas não uma democracia de êxito, de sucesso. É o sucesso do Sistema, mas o Sistema não nos leva ao sucesso. É caro, inoperacional, pouco eficiente, facilmente corrompido e, acima de tudo, proporcionou a formação de uma oligarquia política que se alimenta do Estado e que desempenha essa função sem sentido de serviço a não ser o serviço que faz a si mesma.
A oligarquia existente tem mudado muito lentamente no tipo de pessoas, mas revela-se incapaz de se renovar verdadeiramente até pela presença de famílias, cujos descendentes parecem que herdam a faculdade de subir ao círculo do poderio político.
É interessante estudar o modo como a oligarquia reage a uma ameaça de expulsão ou de renovação. A primeira feita com sentido foi a do partido dito PRD, que aproveitou a figura do General Eanes para se desenvolver e ganhar uma parte substancial da Assembleia, preparando-se, como é lógico, para partilhar os bens disponíveis no Sistema. Todos os partidos (claro que queremos significar os dirigentes contentes dos partidos) identificaram o inimigo: os despojos do dia, o festim, estava ameaçado porque chegavam uns sujeitos esfomeados. Tocaram as trombetas e o partido, depois de umas manhosas habilidades, desapareceu por onde veio, espalhando-se o pessoal dirigente por uns tachos adequados para os manter longe da grande gamela, mas satisfeitos. A
mais recente experiência é a sanha com que tratam a rapaziada pouco cristã, cabeça rapada, fatos pretos, correntes, do partido nacionalista. Crêem piamente que ali há nazismo, xenofobia, que os miúdos e as miúdas têm quartos que em vez de exibir cartazes dos Bandemónio, ou dos figurões do heavy metal, têm é o preocupante hábito de pintar suásticas nas paredes, talvez meter umas fotos do tio Adolfo em vez do sorumbático e doente Lenine, e para mais são capazes de ter escondido algumas cópias proibidas do Mein Kampf. É tão preocupante que todos querem eliminá-los e nem sequer os querem deixar ter acesso ao Kindergarten político. Isto já é maldade ou querer mostrar serviço, quando o serviço deveria consistir em prender os criminosos que infestam o país e que, contra a opinião dos abalizados e indocumentados comentadores, no Sistema, na minha opinião só vai piorar.
Em jeito de resumo: o Sistema só pode ter inimigos nas cabeças quentes dos miúdos enquadrados pelo partido declarado inimigo. Os dependentes do Sistema: são os desempregados com subsídio, ciganos financiados, emigrantes assaltantes, bandidos, funcionários da máquina, enfim, tudo pequena gente. O que consta é que as alternativas a este Sistema nem sequer foram enumeradas ou formulados ou enunciadas. Isto significa que a oligarquia política está satisfeita. Não luta entre si, entende-se. O povão vê o espectáculo mediático da luta política que parece um jogo de futebol morno e sem craques. A oligarquia, depois da festa, vai fazer o festim. O que é importante para a oligarquia é enganar sistematicamente o povão composto infelizmente por uma percentagem razoável de gente boa que ainda não passou à floresta. Só isso preocupará a oligarquia impávida e arrogante.

António Marques Bessa

Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

http://jornalodiabo.blogs.sapo.pt/15099.html
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De Pedro Fontela a 30.08.2009 às 22:19


Não discordando nada da análise da oligarquia e das razões pela falta de alternativas formais tenho que dizer que não percebi bem o interesse em justificar os totalitaristas neo-fascistas (se não gosto dos do PC não quero outros iguais mas com idolos alemães em vez de russos). Se são miudos com problemas de identidade como diz o texto são politicamente irrelevantes e inuteis para coisas sérias se são sérios são totalitários.

Quanto ao resto: bem podiam pegar nos actuais partidos (e no sistema que deles depende) e deitar tudo fora. Não nos servem a nós (país), servem-se a eles próprios. A procura de um sistema político que possibilite de uma vez por todas o mérito, a justiça e individualidade é algo complicado e que só foi tentado em Portugal de forma intermitente e sem grande sucesso.
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De Legitimista Português a 30.08.2009 às 22:27

Caro Pedro,

Creio que não entendeu, o cerne da questão é também permitir mais um partidozeco para o festim. 14 Milhões dá para todos comerem e à farta ou não? Por mês em alimentação, não gasto mais de € 200 p/ pessoa, p/ mês no supermercado.

Também é verdade que tenhamos enfim de ser coerentes e acabar de vez a provinciana proibição de ideologias políticas, ou das duas uma, proibimo-las todas as totalitárias.

Quem não está interessado em juntar-se ao festim, ou não foi convidado a nele participar, também não está interessado, orbita como faz a contra-elite, orbita e orbita, ou estão na floresta como Junger:
http://www.youtube.com/watch?v=Bar7dPblidI (http://www.youtube.com/watch?v=Bar7dPblidI)
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De Pedro Fontela a 30.08.2009 às 22:37


Admito que me falhou então o ponto principal. Na minha opinião a verbal formal para os partidos não é importante em si... o preço da sua incopetência, as decisões para favorecer conhecidos e afilhados e demais semilegalidades (dado o estado da justiça é como se fossem legais) é que é demasiado elevado para continuar a suportar (e estamos a dar sinais de aguentar).

A questão da proibição é interessante porque levanta uma pergunta (para mim é ponto assente que as duas deviam ter sido afastadas desde sempre, tudo o que aspira a hegemonia social tende a sufocar a "pessoa"): qual é a legitimidade do poder actual de proibir seja o que for? Se não é um poder justo (no sentido de ser racional e justificado) como pode emitir leis? Sem uma ordem institucional mais clara e justa não é possivel emitir esse tipo de juizos de proibição ou aprovação com um minimo de credibilidade.

Quem não está interessado neste festim de podridão tem que realmente orbitar meu caro mas na minha opinião não deve fazê-lo sozinho. As pessoas têm que saber mais o que querem em vez de só saberem o que não querem de forma a que as suas ideias comecem a formar uma "constelação" com alguma coerência e poder de persuasão - afinal de contas a elite existe apenas quando integrada numa organização formal e o mesmo se passa com a contra-elite. Mas enfim, isto sou eu a dar largas ás minhas tendências organizadoras e filosóficas :)
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De Legitimista Português a 30.08.2009 às 22:48

Ilustre,

Concordo. Atenção, que sobre a contra-elite, apesar de estar a orbitar, a orbitar, a orbitar, ou na floresta, não quer dizer que esteja desinformada ou desatenta.
Quando o festim terminar, e quando os convivas mal se conseguirem levantar, a contra-elite entrará pelo salão a dentro de rompante, e começará a limpeza. É dar tempo ao tempo, enquanto houverem ainda cinco ratos a dar espectáculo e circo, é deixá-los jogar sozinhos, representar, até não haver mais público, e assim o circo ou o teatro serão obrigados a fechar a loja.

A elite tem sempre imenso medo da contra-elite que até vai acompanhando o festim, sempre comedido, a entreter-se com o farto espectáculo para dar sinal à entrada triunfal da C-E.
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De Legitimista Português a 30.08.2009 às 23:17

Enquanto a V Coluna da Contra-Elite vai assistindo ao farto festim nas extremidades do banquete oficial, estaremos sempre preparados para zelar por Portugal e seus superiores interesses nacionais a qualquer momento, a qualquer hora e parte do mundo, tal e qual fazem estes - http://www.youtube.com/watch?v=s0lPmlLiCpk&feature=related (http://www.youtube.com/watch?v=s0lPmlLiCpk&feature=related) - pelo Bem Comum da sua Nação e em prol do bem da sua Pátria.

Todos os dias ao por do Sol existe uma real tradição militar que começa por sinalizar o fecho do forte e pela limpeza das armas para montar sentinela durante a noite - http://www.youtube.com/watch?v=v_jFNfzvVBU (http://www.youtube.com/watch?v=v_jFNfzvVBU) 
http://www.youtube.com/watch?v=s0lPmlLiCpk&feature=related (http://www.youtube.com/watch?v=s0lPmlLiCpk&feature=related)
- , ou quiça para enfrentar as trevas..., e ora nem mais, o mesmo que a C-E faz, fazendo a guarda a Portugal durante dia e noite, e haverá concerteza uma manhã em que o Sol irá nascer para todos os portugueses e todos os não portugueses que queiram contribuir para o Bem Comum de Portugal e dos seus superiores interesses nacionais.

http://www.youtube.com/watch?v=s0lPmlLiCpk&feature=related (http://www.youtube.com/watch?v=s0lPmlLiCpk&feature=related) 
http://www.youtube.com/watch?v=s0lPmlLiCpk&feature=related (http://www.youtube.com/watch?v=s0lPmlLiCpk&feature=related)
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De Pedro Fontela a 30.08.2009 às 23:36


Veremos então quanto tempo esta farsa de mau gosto dura. Cá estaremos.
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De Rosa de Maio a 31.08.2009 às 00:29

A Farsa durará, enquanto houver espectadores.
Se a Sala em peso se levantar e sair, inevitávelmente o Pano caírá.
Há sempre um Quorum Mínimo para todos os Espectáculos.
Basta que nos próximos, a maioria dos Bilhetes, fiquem por vender.
Segundo creio, na Última Récita, ficaram nas Bilheteiras cerca de 60% dos Bilhetes.

Rosa de Maio

 
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De Pedro Fontela a 31.08.2009 às 00:46


Está a pregar aos que já estão convertidos :)
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De Rosa de Maio a 31.08.2009 às 01:06

Não caro Pedro!

Sou uma mulher optimista.
Tenho esperança, que muitos dos que colaboram, não porque concordem, mas porque ainda não entenderam que A Escolha, ou o O Voto, não  personifica um Direito Adquirido, mas sim, um Direito Inacto, e temem por isso perdê-lo, analisem friamente a questão, e entendam finalmente onde reside a sua verdadeira força.
É só isso!

Rosa de Maio
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De Legitimista Português a 31.08.2009 às 15:32

Cara Rosa de Maio,

Nem optimista nem pessimista, bastando ser realista para conhecer de facto o que se anda a passar.
Há de tudo na natureza humana, acreditar que são naturalmente bons (bons selvagens) ou naturalmente maus (maus selvagens) são visões que desembocam no mesmo caminho, da servidão. Tratar de igual o que é igual, de diferente o que é diferente, com unicidade o que é único, que é o caso da Pessoa (diferente de Indivíduo, segundo a Doutrina Social da Igreja).

Vamo-nos encontrando, aqui, além, e espíritos semelhantes tendem a encontrar-se, é o destino, o inevitável.
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De Anarca a 31.08.2009 às 00:45

 Pois se não formos, tavez desapareçam todos mais depressa.
Não só este!
O mal é que nos queixamos, mas nunca temos a coragem de dar um passo decisivo, e vamos indo ao sabor da maré. Miseráveis, mas sempre disponíveis para pagar faustoso circo eleitoral, onde se renova na continuidade!

Anarca

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De Pedro Fontela a 31.08.2009 às 00:48


Estou longe de ser anarca mas pela parte que me toca sempre fui coerente com aquilo que defendi. Não há colaboração com o sistema e muito menos participo ou incentivo rituais de continuidade deste sistema (vulgo eleições).
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De Respública a 30.08.2009 às 18:38

E a fazer publicidade à Staples, não foi, é que a publicidade de regresso à escola pode não ser a melhor campanha... olhando aos preços dos materiais ecolares e ao IVA...
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De Manuel Cintra a 30.08.2009 às 21:00

Isto revela que a direita não tem nada para dizer.
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De Pedro Fontela a 30.08.2009 às 21:10


Nada mais doce do que a ilusão que existe uma diferença real entre os dois termos.
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De Rosa de Maio a 31.08.2009 às 00:51

E a Esquerda, tem?
É que para além do imenso vazio dos chavões ultrapassados, na prática, que é o que conta, assistimos diáriamente à destruição de Portugal, pela mão dos Salvadores da Pátria.

Rosa de Maio
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De Respública a 31.08.2009 às 10:53

Será que lhe esplicaram o que é a recessão técnica e as cauas do facilitismo, quero dizer fim do insucesso escolar...
Não baralhem muito a rapariga se não ela ainda se põem a soltar paredes ou a vender máquinas de escrever na Staples.
Mas já agora segundo o tipo dos óculos azuis do 5 para a meia noite, a empregada tira os caroços das uvas, será que também o descasca?

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