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Péricles, engenhocas e o bolo da vitória: Boris no seu habitat

por Francisco Mendes da Silva, em 29.11.06

A proximidade entre eleitos e eleitores sempre me pareceu um argumento fraquinho para a necessidade de círculos uninominais. Primeiro, porque me parece de todo desaconselhável para a saúde mental de ambos a sobre-exposição de uns à presença dos outros. Depois, porque duvido sempre desse discurso marxista que acentua as iniquidades do sistema. Ao culpar a super-estrutura que é o nosso actual sistema político eleitoral, os primeiros aliviam-se da prestação de contas e os segundos desresponsabilizam-se do acompanhamento e consequências das sua escolhas. A verdade é que não há nada que os círculos uninominais permitem que não seja também permitido pelas listas plurinominais.

No entanto, do Reino dos círculos uninominais chegam-nos, por vezes, óptimos exemplos de prestação de contas por parte dos políticos eleitos:


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