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A arte de distorcer

por Rui Crull Tabosa, em 13.09.09

Ontem, Sócrates dizia categorico: (i) "novo Governo, novos ministros", (ii) "desculpe, são novos ministros", (iii) "novo Governo novos ministros" e, para deixar bem claro o sentido e alcance das pretéritas declarações, rematou uma quarta vez: (iv) "em todas as pastas haverá novos ministros".

Hoje, o mesmo Sócrates, consciente da indelicadeza de ter feito um despedimento em directo, reinterpretava assim o que ainda ontem afirmara: “Disse que vai haver um novo Governo e, naturalmente, que haverá novos ministros. Espero que todos tenham compreendido o que quis dizer”.

Compreendemos perfeitamente.

Por um lado, se já sabíamos que Sócrates gosta de distorcer o que os outros dizem, agora ficámos a saber que o ainda Primeiro-Ministro também se desdiz a si próprio, conforme a conveniência do momento.

Por outro lado, Maria de Lurdes Rodrigues, Mário Lino e Santos Silva, entre outros brilhantes ministros deste Governo, perceberam que podem continuar a contar com a benção do amado líder.

Finalmente, os Portugueses tiveram mais um bom exemplo do valor que Sócrates dá à própria palavra..


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Luis Inácio a 13.09.2009 às 22:37

As Escolhas de Marcelo

As notas do Prof. Marcelo R. de Sousa no "As Escolhas de Marcelo" na RTP1 quando avaliam individualidades ímpares são algumas vezes exageradas, tanto por defeito como por excesso, e percebe-se porquê, mas quando aquilo ou entidade que está a ser avaliado é relativo a um outro indivíduo ou entidade avaliadas quase sempre nunca falha, mesmo que as notas em absoluto em ambos os casos sejam inflacionadas, são os incentivos necessários para os avaliados se esforcem mais e dêem mais de si próprios, parabéns Prof Marcelo R. de Sousa.

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