Rodrigo, importa ainda recordar que o assessor do Presidente da República queixou-se de que, em 2004, quando o afastaram da direcção do DN, isso deveu-se às pressões das Agências de Comunicação. E, agora, terá sido ele a funcionar como "agência de comunicação de Belém". Importa também lembrar que o director do "Público", nessa mesma altura, dizia que não andava a conspirar contra o governo e gozava com aqueles que acreditavam em teorias da conspiração. Hoje, é ele a construir uma teoria da conspiração... Enfim, é a ética da República...