No primeiro dos 11 discursos que vai pronunciar durante os três dias da visita, o chefe da Igreja católica lembrou que “a queda do muro de Berlim marcou uma viragem decisiva na história mundial” mas foi ainda mais importante para os países que viviam sob domínio soviético, pois “permitiu-lhes tomar o lugar que lhes cabe no concerto das nações enquanto actores soberanos”.
Este rapaz que tem medo de dizer é impagável. Um belo exemplo da indigência mental lusitana! Com um bocadinho de sorte ainda é eleito para algum órgão autárquico.