No primeiro dos 11 discursos que vai pronunciar durante os três dias da visita, o chefe da Igreja católica lembrou que “a queda do muro de Berlim marcou uma viragem decisiva na história mundial” mas foi ainda mais importante para os países que viviam sob domínio soviético, pois “permitiu-lhes tomar o lugar que lhes cabe no concerto das nações enquanto actores soberanos”.
Mas hoje não há Inquisição. E o poder político pelo menos que se saiba na Europa não está instalado na Igreja, o Vaticano não é um poder absoluto e déspota apesar de ter regras apertadas, caramba sempre são mais de 1 Bilião e meio de fiéis e a política não é mais que a necessária e suficiente na relações de Estado a Estado