No primeiro dos 11 discursos que vai pronunciar durante os três dias da visita, o chefe da Igreja católica lembrou que “a queda do muro de Berlim marcou uma viragem decisiva na história mundial” mas foi ainda mais importante para os países que viviam sob domínio soviético, pois “permitiu-lhes tomar o lugar que lhes cabe no concerto das nações enquanto actores soberanos”.
Caro Reaccionário: Está bem, a amigo Rés enganou-se. Todos vêmos que ele hpje está um pouco perturbado. Pudera: um patriota daquela têmpera. É nervosismo. Aquilo passa. Ele sabe que o Lousã é trotskista. Desses que pregavam aquela ameaça tremenda «Proletários de todo o mundo: uni-vos»... Unirem-se para quê? O Louçã sabe mas cala. Está à espera de logo à noite. Talvez lhe corra mal a vida.