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Agora é que vai dar gozo malhar a sério...

por Rui Crull Tabosa, em 23.10.09

34 anos depois do PREC, as Forças Armadas Portuguesas foram brindadas com um Ministro que, em 1976, apoiou a candidatura de Otelo Saraiva de Carvalho à Presidência da República.

Recorde-se que Otelo foi responsável pelo COPCON, a polícia política do gonçalvismo, e ficou na altura conhecido por assinar mandados de detenção em branco e por querer meter os reaccionários no Campo Pequeno.

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De Manuel Menezes de Sequeira a 23.10.2009 às 00:38


Em busca do referendo que todo o povo espera de uma forma latente (uma sondagem da epoca dá conta de que 94% da população apoiava a monarquia... um tiro de uma fragata faz cair a bandeira do palácio real e o povo acha que é um sinal... Não está claro ainda que não era um sinal.. vamos acreditar no nosso Portugal e vamos lutar pelo referendo sobre a monarquia...Viva o Rei...
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De Veronica a 23.10.2009 às 02:00


Apenas abro o computador, é ao 31 da Armada que vou, e assim continuarei,para me manter (bem) informada!
Obrigada
Veronica
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De Baixo Alentejo a 23.10.2009 às 02:23

Fico parvo com isto..
da-lhe 31! 
viva a Monarquia!
viva Portugal! 
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De Ega a 23.10.2009 às 06:51

Excerto de «Memórias de um Átomo»:

Pois, pá, é preciso analisar o contexto, pá, as massas exigiam, pá, e eu não queria perder o comboio, pá, nem o avião para Cuba, pá, e isto de ser o Fidel da Europa, pá, era um ideal, pá, mas agora a conjuntura é outra pá, pá.

Entretanto, pá, passei a ferro uns gajos, pá, fascistas, pá, fascistas e opressores, pá, sou preso, pá e digo, pá à justiça burguesa, pá ninguem pára a classe operária.

Pá, o juiz reaccionário manda-me para o chilindró, pá e se não é o Mário, pá, ainda hoje lá estava, pá, contra-revolucionários, pá, o povo quer a revolução, pá, as massas exigem-na, pá.

Pá, agora estou na reforma, pá, sou coronel de aviário, pá, e já não me meto em aventuras.

Pá, yambém já sou burguês pá. Coronel e tudo, pá.
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De Anónimo a 23.10.2009 às 07:10

O gajo queria ser uma espécie de chaves ou chéché e saiu-lhe o tiro pela culatra, que rico menino, ele teve uma boa oportunidade para sair-se em grande em defesa da liberdade e estar do lado do "povo reaccionário" mas o escolheu o lado errado, o dos cabeludos guedelhudos, barbudos, unhas pretas de crude, enfim aquele gentinha que tinha um ódio visceral ao remediado, ao rico ao assim assim, à vida privada, ao bem estar e que hoje em dia vivem do rendimento mínimo à preguiça de fusca no colchãoou ou coisa que o valha. ALIÁS UMA COISA QUE FICOU POR ESCLARECER É SE DE FACTO HOUVE UM 25 DE ABRIL PARA TODOS, OU SE FOI SÓ PARA ALGUNS COMO PARECE QUE FOI O QUE ACONTECEU, É QUE NÃO SE NOTOU MESMO NADA, por isso daqui vai um PUTA QUE OS PARIU! à FERNANDO ROCHA, daqueles, do tal povo que ficou sem perceber nada.
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De Manuel Castelo-Branco a 23.10.2009 às 09:05

Meu caro Rui:
Só para relembrar que não foi apenas através do Copcon que Otelo se tornou celebra. Otelo, nome de código Oscar foi o chefe de uma organização terrorista que tinha como objectivo tomar o poder pela força  enfraquecendo o Estado democrático.
Sob o seu comando, Otelo foi responsável pelo assassinato a sangue frio e de forma cobarde de 17 vitimas inocentes entre os quais um bébé, funcionários públicos e agentes das forças de segurança. Um grande abraço.
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De Ega a 23.10.2009 às 09:29

Julgado, condenado e o Marocas pô-lo cá fora.
Viva a democrácia.
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De Amêijoa Fresca a 23.10.2009 às 09:42

Esta república decadente vai ter… um “malhador” na Defesa!

Um político “malhador”
aos comandos da “armada”,
será deveras prometedor
de uma política mimada.

Será, sem dúvida, curioso
estar atento às malhações,
sentir um ministro furioso
na prática dessas funções.

A sobranceria intelectual
e castradora de liberdades,
é uma escória conceptual
de abjectas virtualidades.
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De Bordalo a 23.10.2009 às 09:49

ste governo em dois ou três tecnocratas sólidos, quatro ou cinco homens de mão, e o resto é uma incultura miserável.
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De Tiago Mouta a 23.10.2009 às 20:38

Para quem estava com medo do Bloco no poder...
Estamos obviamente muito melhor...(NOT!)

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