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Calendários

por Ana Margarida Craveiro, em 31.10.09

É só para dizer que se é para marcar o referendo para o casamento gay, então mais vale marcar logo o segundo para o desempate. Sempre escusamos de andar oito anos a discutir uma mesma coisa. Vai-se a ver, e o país até é capaz de ter (outras) coisas importantes para perder tempo.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De fsc a 31.10.2009 às 18:32

não há nada mais importante no nosso Portugal que legalizar a situação dos gay s
O caso é serio as criatuas andam aflitas muitas vezes sem saber o que vestir para irem trabalhar
Sóe se pensa em futilidades como Corrupção, desemprego, juros da Euribor, defice, violencia, fome, eleiçoes do PSD, etc
O PS está aqui paa trabalhar e resolver os prolemas dos portugueses.
(gays)
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De Raul a 31.10.2009 às 19:25

Concordo, os gays são de facto um problema da sociedade, agora querem casar uns com os outros criando ainda mais problemas. Se é uma questão de afirmação social não vejo qual a diferença entre um gay solteiro e um gay casado. Somos normalmente confrontados com este tipo de situações quando se trata de grupos minoritários, que, coitadinhos, são rejeitados pela sociedade. Não sei até que ponto não serão estas grupos a auto-excluirem-se, e não vai ser a dar nas vistas desta forma que vão deixar de ser vistos como gente que não interessa, e que só deixam cenários de destruição por onde passam.

Palavras destas provocam sempre alguns comentários adversos e cheios de insultos.

Mas se esmiuçar-mos o que um gay contribui para a sociedade certamente que chegamos todos à mesma conclusão - NADA.

Podemos discutir se quiserem mas imaginem uma sociedade só de gays e depois convençam-me que esta é a solução para estes individuos.
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De Daniel João Santos a 31.10.2009 às 19:18

Vou seguir a ideia do post anterior da sua colega e tomar isto como pura ironia, se fosse serio era algo muito triste.
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De Anónimo a 31.10.2009 às 19:58

Mas a Ana Margarida não devia estar agora a fazer qualquer coisa muito mais importante para salvar o país do que a falar do casamento dos gays? Vocês perdem imenso tempo com iso pá, e entretanto o país afunda-se! Vamos a trabalhar.

(aposto que na semana que vem, vão-se escrever mais 56 895 posts chateados ou indignados por se perder tempo com o assunto ;)

Pedro
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De fsc a 31.10.2009 às 20:20

quem etá preocupado com os gays são os politicos não é cidadão comum que trabalha que se farta e quando chega a casa quer é estar com os filhos é essa a famlia que nos preocupa não a treta do casamento de gente sem sexo

 
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De Miguel a 01.11.2009 às 15:37

E se esse trabalhador comum for homossexual??
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De Aborígene a 31.10.2009 às 21:56

Por momentos ao ler o título julguei que vinham aí calendários de gays desnuados...
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De Francisco Castelo Branco a 31.10.2009 às 22:16

Deêm lá o osso aos gays quer para ver se eles se calam de uma ver por todas

o problema é que depois vem a adopção, a isenção no IRS, prioridade em todo o lado, viagens em classe executiva, salario minimo nacional superior aos outros cidadaos e nao sei lá mais o quê....
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De anti-saramago e alho a 31.10.2009 às 23:53

O sr presidente CM António Costa, já deu garantias de que se a lei for aprovada antes de Junho, não haverá discriminaçao na escolha das noivas (os)de Sto António.
Vai ser bonito!

 
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De Daniel João Santos a 01.11.2009 às 17:12

Enfim... enfim...
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De Anónimo a 31.10.2009 às 23:43

A coisa ainda não vai ficar por aqui, ainda hão-de querer dar o nó com o cavalo ou com o cão lá de casa. (quem seriam os padrinhos!?) Aliás, muito legitimamente!
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De Anónimo a 01.11.2009 às 03:21

mas qual referendo?? ja agora faz-se referendos por tudo e por nadaa,:) daqui a uns dias tambem querem que o novo presidente do PSD seja escolhido por referendo.haha
 
ai ai...tanta homofobia que anda aqui pelo 31:):) nao me digam que na nobreza nao havia tambem uns gueysitos??
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De Ega a 01.11.2009 às 11:30

Tenho medo de não saber distinguir os dois «tenho medos» deste filme. É que com o 1º parece-me que me consigo entender. Já com o 2º (este que agora comento) tenho medo de me dar mal.
Srs. «Tenho medo», sejam gémeos mas não induzam os comentaristas em erro ou malentendidos.
Obrigado.
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De Miguel a 01.11.2009 às 15:34

um referendo ao casamento de pessoas do mesmo sexo, ou como o tentam diminuir chamando casamento gay, é a coisa mais absurda que existe. Não faz sentido referendar o acesso a um direito civil que todas as pessoas tem desde que não sejam homossexuais. Como se não chegasse, falamos de uma comunidade estigmatizada, muitas vezes desprezada e odiada por uma fatia muito grande da população que por razão de ideologia religiosa, ou por mera estupidez psicossomatica quer negar a existência de homossexuais, e quer limitar os direitos.
não estamos portanto numa situação igual ao referendo da IVG, ai discutia-se se a pratica devia ou não ser crime, se as mulheres deviam ou não ser julgadas, e caso a sociedade decidisse descriminalizar, onde e em que condições uma mulher poderia aceder a essa pratica.

O casamento de pessoas do mesmo sexo é diferente, é um direito civil que a maioria da população já o tem e o quer negar a outros e outras devido as suas orientações amorosas e sexuais. Não é dificil perceber que qualquer referendo deste tipo em portugal resultará numa vitoria do não, resultando mais do odio, do que da analise critica da população. Não faz sentido referendar nestas condições.

Por isso qualquer lei sobre casamento de pessoas do mesmo sexo, tem que ser aprovada ou reprovada pelo parlamento, os legisladores e as legisladoras tem que analisar e votar a sua opinião.
Sobre o argumento das questões mais importantes só o comentario que esse argumento é completamente falso, resolver isto demora 2horas no parlamento, e a aprovação de uma lei que permita o acesso a esse direito tem custo zero para a economia. Mas todos temos a sensação que nada que não nos afecte é importante... egoistas!
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De Maria da Fonte a 01.11.2009 às 20:47

Caro Miguel

Deixe-se de vitimizações absurdas, porque o Lobby Gay é dos mais poderosos do País.
A choradeira é pura estratégia!

Maria da Fonte 
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De Ega a 02.11.2009 às 07:35

Estamos já, portanto, em campanha.
Mas, pedindo desculpa pela minha ignorância, o que é uma «ideologia religiosa»?
Só para eu começar a perceber o argumento do lobby gay.
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De Anónimo a 01.11.2009 às 18:32

 Esta questão, a ser discutida (não deve), deverá sê-lo por via de referendo.
 Tal como a questão do aborto, esta á uma matéria com forte componente moral e ética e, caso a comunidade homossexual entenda e tenha capacidade para provocar uma discussão sobre o tema, deverá ser por referendo. O único motivo que leva a que os homossexuais tenham medo que se proceda a um referendo, é o simples facto de ser inequívoco que sofreriam uma derrota colossal. A intolerância de que dizem ser alvos, intolerância essa provocada por "fanatismos religiosos"(isso sim é intolerância da parte dos homossexuais, que associam a religião ao fanatismo) ou por puro conservadorismo resume-se apenas à evidente situação, facilmente entendida pela maior parte das pessoas (homofóbicas ou não), de que não se pode exigir um direito para o qual não se reúnem as condições necessárias para o usofruir e que nem sequer se entendem.
 Passando a explicar, para a esmagadora maioria dos portugueses, o casamento não se resume a um contrato, e continua a ser, para nosso bem, uma instituição que promove os valores do amor, da partilha e da família!
 Nessa medida, creio que seja óbvio que essa esmagadora maioria se possa manifestar e impedir uma legislação que seria contra os valores em que acreditam, sendo o referendo justificável pela natureza moral da questão.
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De Miguel a 01.11.2009 às 23:21

sim promove esses valores de amor familiar assim como o adultério, a pedofilia, e a violência domestica, tão moralistas que nós somos que não conseguimos imaginar que 2 pessoas do mesmo sexo, também se possam amar e tambem possam ser uma familia
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De Ega a 02.11.2009 às 07:38

Quer-me parecer que continuamos a confundir as coisas. O argumento da pretensa «hipocrisia» não valida o pretendido «casamento de pessoas do mesmo sexo» (assim por extenso para não parecer «homofóbico»).
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De Raul a 02.11.2009 às 23:58

A família representa um grupo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo) social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É um grupo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo_%28Sociologia%29) de pessoas (http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessoa), ou um número de grupos domésticos ligados por descendência (demonstrada ou estipulada) a partir de um ancestral comum, matrimónio (http://pt.wikipedia.org/wiki/Matrim%C3%B3nio) ou adoção (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ado%C3%A7%C3%A3o). Nesse sentido o termo confunde-se com clã (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%A3). Dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco (http://pt.wikipedia.org/wiki/Parentesco). Membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome (http://pt.wikipedia.org/wiki/Sobrenome), herdado dos ascendentes directos. A família é unida por múltiplos laços capazes de manter os membros moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante as gerações.

Miguel

Sendo esta a definição de familia pergunto-lhe o casamento de pessoas do mesmo sexo não acaba com tudo isto? Ai não?? Porra...

Chamem-lhe o que quiserem menos familia arranjem outro nome porque este já está ocupado

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