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D de diferente

por Rodrigo Moita de Deus, em 03.11.09

A SAD do Benfica entrou ontem em falência técnica. Vêm aí os salários em atraso, os despedimentos colectivos e as assembleias de credores. Perdão, não é uma SA. É uma SAD.


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Ega a 03.11.2009 às 13:38

Será que o Benfica leva o mesmo caminho do velho Salgueiros e do Boavista?
E começa aos trambolhões pelas escadas das ligas  abaixo?

Mas isso é a revolução bolchevique, outra vez!

Azuis-e-brancos de Portugal: univo-os todos em torno da Sempre Leal e Invicta. A ameaça vermelha cavalga por aí. Ainda pior do que nos tempos do Cunhal.
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De Réspublica a 03.11.2009 às 16:04

Por falar em azuis e brancos, então o amigo perdeu a são pedro de ala para o fadista...
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De Ega a 03.11.2009 às 16:32

Não sei de nada. O fadista ganhou alguma coisa? Uma Ordem? Ou juizo na cabeça?
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De Réspublica a 03.11.2009 às 16:45

Queria dizer são miguel, mas a coisa é a mesma, o que é certo é que o fadista voltou a ganhar ao cidadão Duarte.
Juízo não ganha, que nunca o teve.
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De Ega a 03.11.2009 às 16:52


Meu Caro Dom Rés:
Tenho de me inteirar dessa história da Ordem de S. Miguel da Ala. Que para o caso não me interessa nada e só mostra que o fadista o que quer é «penacho» e chatear o nosso Rei.
Sem perceber que o Senhor nem lhe passa cartão.
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De Réspublica a 03.11.2009 às 17:10

Bem, qual rei, é que andam vários a querer ser rei, o fadista, por via da mulher, o duque de Loulé, o cidadão Duarte, os descendentes da casa de Lencastre (Duques de Coimbra e Aveiro), um italiano por via de uma tal filha do D. Carlos com uma corista ou outra que tal, os descendentes do Imperador do Brasil, etc...
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De Ega a 03.11.2009 às 18:28

V. ainda não percebeu uma coisa ao longo deste tempo todo. Com essas atoardas de «afinal quem é o Rei», está fazendo o mais diabólico jogo maquinado pela Maçonaria: dividir para (ela, Maçonaria) reinar.

É evidente que a maioria dos portugueses se não é declaradamente monárquico, pelo menos não se opõe a uma monarquia.

Mas qual monarquia se se começarem a constituir «partidos» pró este ou pró aquele «candidato ao trono»?

E V. inconscientemente colabora nessa - aliás, genial - manobra.
Pense nisso.
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De Réspublica a 03.11.2009 às 18:59

Se a maçonaria é contra o cidadão Duarte ainda bem, pelo menos fazem algo de bom...
Quanto à questão de saber quem é o rei, nãos e trata de fazer ou não o jogo dessa corja, trata-se de decidir uma questão de fundo, antes de se descutir a hipótese de restauração da monarquia tem que se definir quem é o rei.
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De Ega a 03.11.2009 às 20:22

Meu amigo:
V. é realmente incorrigivel.
Que pena!
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De Réspublica a 03.11.2009 às 20:33

Não, só não gosto da casa de Bragança.
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De Ega a 03.11.2009 às 22:03

Que pena!
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De Maria da Fonte a 04.11.2009 às 03:56

Rés

Pense!
Porque será que La Cher Maçonnerie, tanto detesta o Duque Dom Duarte, e não hostiliza, muito pelo contrário, até apoia, os outros presumíveis candidatos, a começar pela suposta bastarda de D. Carlos, cuja filiação, só existiu na cabeça dela e nos bolsos dos oportunistas do costume, e a acabar no fadista.
E não, não é só para denegrir a Causa Monarquica!
A razão Rés, é muito mais complexa, e remota!

Pense Rés! Pense!
Pense no que representa La Cher Maçonnerie, e qual foi ao longo dos tempos o seu ódio de estimação.

Maria da Fonte
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De Réspublica a 04.11.2009 às 09:50

Oh minha cara maria, o problema é jurídico, nãos e a maçonaria apoia o cidadão Duarte, trata-se de ver nas normas legais e constitucionais vigentes à implantação da República quais os critérios para determinar a sucessão real, em virtude dos quais esse cidadãos está totalmente afastado da sucessão, veja a explicação do seu contemporâneo Lopes Praça, as leis monárquicas afastam o ramo miguelista da sucessão, punindo-os com a morte caso voltem a Portugal.
O Salazar não poderia sequer revogar a lei do banimento dos miguelistas, no que corresponde à parte sucessória, embora podesse permitir-lhes voltarem a Portugal sem aplicar qualquer pena, mas sabe o pai do cidadão Duarte apoiava o Salazar e o seu regime, defendia os mesmos princípios do tetra-avô Miguelito, o que explica muita da oposição a essa família por aprte dos monárquicos liberais ou democráticos.
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De Ega a 04.11.2009 às 12:28

Rés: seja rigoroso com os factos. Não me obrigue a concluir depreciativamente das suas peças processuais.

D. Manuel II indicou como seu sucessor o Senhor D. Duarte. D. Amélia, madrinha do actual D. Duarte, fê-lo seu herdeiro. Etc, etc.

E V. aí em Coimbra a bramar contra o ramo proscrito, como se ainda estivesse em Évora Monte.

Sabe que mais: Coimbra já foi a 3ª cidade do País. Com anacronismos desses, Braga, Aveiro e Setubal já lhe passaram à frente.
E a Académica está em último lugar na Liga.
A culpa é sua, caro Rés.
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De Réspublica a 04.11.2009 às 13:53

Não vamos começar a atacar a Académica, se não chateio-me...
Mas seja como for Évoramonte é que releva e as leis daí resultantes, como jurista o amigo sabe bem que as leis da monarquia afastam o ramo do cidadão Duarte da sucessão, independentemente do que o rei D. Manuel II ou a sua mãe a rainha D. Amélia (que merece todo o respeito pela dignidade que demonstrou em relação a Portugal, tal como a sua sogra a grande D. Maria Pia de Saboia) tenham decidido em relação a ele, pois apenas o parlamento poderia revogar tais leis, D. Manuel II já não exercia qualquer soberania sobre Portugal pelo que não poderia alterar ou revogar as nosssas Leis, nem mesmo que fosse rei o poderia fazer.
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De Ega a 04.11.2009 às 14:31

D. Manuel e as leis da Monarquia estavam no mesmo plano.
A República revogou toda a legislação monárquica. O banimento atingiu os 2 ramos, o pedrista e o miguelista.
Ou seja a Républica nada tem a ver nem pode interferir na ordem normativa monárquica, designadamente a sucessória.

Mais um golo na baliza da Académica...
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De Réspublica a 04.11.2009 às 15:21

O caro amigo tem a certeza da barbaridade jurídica que está a dizer? Que eu saiba a República alterou pouca legislação monárquica e restauraram a vigência de muita legislação vintista e setembrista, quanto a leis do banimento criaram uma nova para banir o ramo de D. Maria II, mas mantiveram em vigor as restantes (sabe foram essas leis que extinguiram os títulos nobiliárquicos e que ainda hoje estão em vigor).
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De Ega a 04.11.2009 às 21:21

Caro Rés:
Como sabe, em 1911 havia já uma nova Constituição. Uma nova Lei Fundamental: republicanizava toda a ordem jurídica e cilindrava toda aqueloutra inerente à Monarquia.
Títulos nobiliárquicos e prerrogativas da Família Real incluidos.
É disso que estamos a falar.
O que pode incluir a repristinação de determinadas normas vigentes em períodos mais acesos do Regime anterior.

O que interessa para o caso é que a legislação da Republica não reconhecia a Dinastia nem se pronunciava sobre a ordem sucessória que não admitia.

Nada de confusões: estamos cingidos à questão sucessória, sobre a qual a República dizia: ninguém.

Portanto, o normativo desta matéria é da competencia dos monárquicos e rege-se pelas antigas leis do Reino.

E aqui, meu caro: somos nós. A República só tem de se calar. A escolha foi unânime e resultou na re-união dos 2 ramos desavindos através do casamento do Senhor D. Duarte Nuno com a Senhora D. Mª Francisca.

Há malucos a dizer o contrário? Há. Se me dá um AVC, um destes dias, também eu posso arranjar argumentos para me intitular pretendente à Coroa.
Deus me livre dessa triste manifestação de alienação mental.
Creio não saber ser mais claro.
Aceite a cordialidade deste seu «rival» politico.
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De Réspublica a 04.11.2009 às 21:41

O problema é que são as leis e autores do tempo da monarquia que afastam totalmente qualquer membro do ramo miguelista, leu como eu lopes praça que explica muito bem essa questão, não se esqueça que com D. Maria II nasceu uma nova casa reinante, a Sax-Cobe-Gotta-Bragança, que implica sempre que o rei, mesmo que seja o cidãdão Duarte, seja descendente de D. Maria II e do seu marido o rei D. Fernando II, de preferência apenas de D. Fernando II, que não tinah sangue bragança.
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De Ega a 04.11.2009 às 22:56


Mas foi o próprio D. Manuel - Rei !!!!!!! - que torneou essa questão, caramba!

Amigo Rés: V. faz parte da equipa técnica da Académica, não faz?
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De Réspublica a 04.11.2009 às 23:45

Torneou, muito bem é o terno correcto, logo problemas jurídicos de tal relevância não se torneam, são resolvidos por normas positivas, em que se disciplinam questões juridicamente relevantes, logo deve considerar-se que se aplciam as leis vigentes (em matéria sucessória) a 4 de Outubro de 1910, antes da rendição das forças monárquicas em Lisboa, que excluem o cidadão Duarte do trono, apenas admito fechar os olhas à questão se ele abdicar a favor do filho e, mesmo assim, se a única escolha for entre a família dele e a do fadista (com essa conversa o amigo já parece procurador, e daqueles mausinhos que apenas se levantam a pedir justiça).
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De Ega a 05.11.2009 às 00:03

Mas quem é que está legitimado para considerar o quê? V?
Robespierre o que diria sobre esta matéria, além de humanisticamente apontar a guilhotina?
Ora, ora, ora. É assim que se apanha um republicano como um grilo na toca...
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De Réspublica a 05.11.2009 às 14:51

Para sua informação, a legitimidade está no povo, que procederia à eleição dos seus representantes em cortes...
Robespierre inialmente apoiou o rei Luis XVI, defendia a monarquia constitucional, só depois da traição do rei é que apoiou a extinção da monarquia.
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De Ega a 05.11.2009 às 23:59

Amigo Rés: Assim que puder, conte lá essa história da traição. Não fale, é claro, na putativa intervenção de tropas austriacas. O Terror aconselhava medidas que até visavam a protecção pessoal dos Reis. Faça a cronologia, estabeleça relações causa-efeito. Diga lá.
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De Réspublica a 06.11.2009 às 10:02

Luis XVI decidiu auxiliar as forças inimigas da frança, inclusivé tentou fugir, quando estava em segurança e protegido pelo Marques de Lafaitte, comandante da guarda nacional, ao qual também pôs em causa.
Sabe caro Ega, os historiadores não pôem em causa a condenação de Luis XVI, apenas a de Maria Antonieta, no que se refere à punição de depravações sexuais a que foi acusada.
O único inocente em toda a história foi o duque da normandia que pagou pelos crimes dos pais.
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De Maria da Fonte a 04.11.2009 às 23:36

Sabe que mais, Rés, eu estou-me nas tintas para essas leis que evoca.
Anterior a todo esse nojo, havia, há e haverá sempre a primeira de todas.

Um Estrangeiro nunca poderá ser Rei de Portugal.
Um Traidor, nunca poderá ser Rei de Portugal.

D. Maria II, ERA BRASILEIRA, portanto foi uma usurpadora.
D. Pedro foi um traidor, que traíu Portugal e o Rei, que era então, D. João VI.

O Legítimo herdeiro foi Dom Miguel.

Tudo o que foi legislado depois, foi-o sob usurpação estrangeira!
NÃO TEM VALIDADE!!!

Maria da Fonte
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De Réspublica a 04.11.2009 às 23:50

Que bonito, entre um legitimista que pretende que o cidadão Duarte é rei, por ser descendente de D. Pedro IV, via D. Pedro II do Brasil, e uma legitimista que acha que ele deve ser rei porque não é descente desse ramo, onde ficamos, senhoras e senhores da causa monárquica decidam-se, seja como for é o que digo antes de se descutir a restauração da monarquia, tem que se resolver a questão sucessória.
Seja como for o amigo Ega é capaz de explicar aqui à Maria de quem é descendente o cidadão Duarte!
Além disso correligionários e cocidadãos, será que não há nenhum pretendente ue agrade a todos e que cumpra os requisitos legais?
Valha-me S. Ivo, s. Raimundo e Santo Expedito...
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De Ega a 04.11.2009 às 23:57

Em suma Rés: Constitucionalistas aceitam o Senhor D. Duarte.
Miguelistas também.

E V.insiste em vaguear pela R. da Sofia a pregar no deserto.
Agarre-se às oficiosas, homem!
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De Ega a 04.11.2009 às 23:59

De contrario, vai chicotada psicológica e V. vê-se fora da Académica.
Que aliás, pelo andar da carruagem, já tem lugar marcado na Liga de Honra...
Veja lá a sua obra.
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De Réspublica a 05.11.2009 às 14:46

Quais oficiosas, eu tenho lá tempo para processos que não dão dinheiro? Olhe e não é na Rua da Sofia, é na fernão de magalhães (à frente da porta do TAF), mas não faz mal...
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De Ega a 05.11.2009 às 15:17

No dia 21 estou em Souselas num magusto. Se tiver tempo bato-lhe à porta. Viva o REI!
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De Réspublica a 05.11.2009 às 16:06

Então dê os meus cumprimentos ao João Pardal, e que não desista da luta contra a co-inceneração, excepto se for o sócrates o co-incenerado...
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De Ega a 05.11.2009 às 20:55

Já vou lá tão pouco, que quase não conheço ninguém da terra. Mas darei, se houver oportunidade, saudações do grande cacique coimbrão.
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De NunoCosmeMoreira a 03.11.2009 às 14:04

D de diferente.
Por isso é que há o PS e o PSD. Diferente para melhor.
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De fsc a 03.11.2009 às 14:47


e as bandeiras?
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De jorg a 03.11.2009 às 14:57

Acho que veio (e parece que continuará a vir...) o Espirito Santo! Ou o Dos Santos, Teixeira ...
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De blogdaping a 03.11.2009 às 15:02

PORREIRO PÁ !
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De lagarto a 03.11.2009 às 15:52

O Futebol C do Porto ( de Pinto da Costa!)prepara-se para lançar uma opa hostil.
....
Nem "Jesus" os salva da derrocada!
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De Bordalo a 03.11.2009 às 15:58

o dinheiro da droga e do trafico de mulheres paga tudo

benfiquistas sosseguem

nao vai haver salarios em atraso

nem o brevet da vitoria vai caducar
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De Réspublica a 03.11.2009 às 16:06

Afinal o país até está a ir no bom rumo, a última organização fascista está na falência, o sócrates tem um governo de esquerda que não dura 1 ano, o Rui Rio vai ser presidente do PSD, a porcaria do tratado de Lisboa ainda não entrou em vigor, o Barroso não vai ser presidente da Europa e o Sócrates já não vai poder casar...
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De Ega a 03.11.2009 às 16:33

É, já se fala que o casamento socratino vai ser referendado.
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De Réspublica a 03.11.2009 às 16:42

Afinal já não há referendo, é que aquela malta dos católicos socialistas vai votar contra e faltam deputedos suficientes para aprovar a lei.
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De Ega a 03.11.2009 às 16:54

Eh!, Eh!, Eh!
Câncio, digo câmbio.
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De Criatura da Noite a 03.11.2009 às 18:24

Vendam a águia Vitória e o Jesus e talvez consigam restabelecer a saúde financeira do clube. Image

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