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Simplesmente indefensável

por Rui Crull Tabosa, em 03.11.09

Dia 9 de Novembro completam-se 20 anos sobre a data da queda do Muro de Berlim.

Muro da vergonha foi construído em 1961, com o extraordinário argumento de que serviria para defender a Alemanha de leste, ocupada pela União Soviética, da Alemanha e do Ocidente livres...

O Muro tinha cerca de 66 km de gradeamento metálico, mais de três centenas de torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para cães de guarda.

Ao longo de 28 anos nenhuma pessoa saltou de Berlim ocidental para o lado de lá do Muro.

Ao longo de 28 anos estima-se que morreram 192 pessoas a tentar saltar do lado de lá do Muro para Berlim ocidental.

Ao longo de 28 anos, milhões de famílias, de amigos e de europeus viveram separados uns dos outros, por decisão da ditadura comunista imposta à parte ocupada da Alemanha.

Entre 1949 e 1989 calcula-se, também, que cerca de 75 mil alemães foram presos sob a acusação de deserção da República, ou seja, de arriscarem fugir da antiga Alemanha de Leste apenas para tentarem viver em liberdade.

Perante esta realidade tenho a maior dificuldade em perceber que alguém possa ainda defender o antigo bloco de leste, ou seja, as ditaduras comunistas que se abateram sobre metade da Terra.

Compreendo e concordo com as críticas que muitas vezes se fazem ao sistema capitalista, não raro gerador de injustiças e potenciador de egoísmos ilegítimos.

Mas como aceitar uma doutrina que na sua génese rejeita a existência da propriedade privada e propugna a luta de classes como instrumento de destruição da presuntiva ordem burguesa?

Como defender uma ideologia que, no fundo, sinceramente, não se revê no pluralismo político, antes preconiza a ditadura do proletariado, na qual, evidentemente, não haveria eleições livres ou justas?

Que argumento se pode aduzir em defesa de regimes que, entre inúmeros outros crimes contra a Humanidade, construíram muros como o de Berlim, para só dar o exemplo que aqui nos ocupou?

A verdade é que em nenhum regime comunista as pessoas alguma vez puderam viver livremente. Não porque esses regimes concretizassem defeituosamente a doutrina política que os enformava, mas, precisamente, porque o comunismo tem uma génese política anti-democrática e é intrinsecamente incompatível com o conceito de Liberdade.

 

 


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Luísa a 03.11.2009 às 23:46

Frequento um curso de alemão para estrangeiros que é frequentado por todo o tipo de gente, até por ignorantes. Numa aula, em que abordávamos o tema das viagens, a professora, para nos obrigar a falar, perguntou quais eram as nossas viagens de sonho e porquê. Imagine-se que uma russa (instruída, com curso superior na área da economia) disse que gostaria de visitar Cuba porque é o último reduto do socialismo e porque lá ainda circulam carros dos tempos aureos da URSS.  Deu-me uma náusea... só mepergunto por que razão veio ela morar para a Suíça, que de comunismo tem o que se sabe...
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De Jorge Diniz a 04.11.2009 às 00:20

Por isso, quando a seguir ao 25 de Abril algum comunista me vinha falar das "virtudes do comunismo" eu apenas lhe dizia: se é assim tão bom, salta o muro de Berlim, mas para "o lado de lá", onde existe essa ""coisa tão boa". Faz o inverso do que milhares de pessoas fazem, quando tentam saltar para o "lado de cá".
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De Réspublica a 04.11.2009 às 10:02

Tem toda a razão, mas foi graças a essas atrocidades que a maioria dos portugueses, após as sessões de exclarecimento do PPD aderiram ao ideal da liberdade e se tornaram adversárias do socialismo.
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De Raul a 04.11.2009 às 01:12

O que eu acho absolutamente extraordinário, é a Ana Drago estar sempre a dizer que acha absolutamente extarordinário que se defendam todas as politicas de direita e "afins".

O que acho absolutamente extraordinário é que se continuem a filiar no PCP jovens, que certamente na altura do muro de Berlim seriam os primeiros a saltar o muro para o lado ocidental.

O que eu acho absolutamente extraordinário é a Rita Rato vir dizer na praça pública que se cometeram alguns erros no passado e fazer querer que o comunismo continua a ser a melhor alternativa quando vemos países no presente que as seguem como no passado.

O que eu acho absolutamente extraordinário e começo sériamente a desconfiar é que ser comunista em Portugal é um estado de espirito, um desporto radical, uma aventura no deserto e nada mais que isso.

E se alguém me perguntar em que Páis queria eu viver, acreditem que de longe prefiro este Portugal com todos estes Inergumenos que nos governam ( já se pode dizer inergumeno) do que um país comunista e de olhos em bico.
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De Maria da Fonte a 04.11.2009 às 03:10

Não será sobre o Muro, mas sobre o que se esconde por detrás da Historiografia Oficial.

O Expresso noticia que um investigador espanhol, Manuel Ross Agudo, encontrou  na Fundação Francisco Franco, o Plano de invasão de Portugal, que teria sido executado em Dezembro de 1940, se não tivesse começado a II Guerra.
Franco e os Falangistas planeavam um "Passeio Triunfal até Lisboa".

O Plano de Campanha, nº 1 (34), elaborado pelo Estado-Maior de Franco, foi apresentado por Ross Agudo, numa Conferência no Instituto de Defesa Nacional de Espanha.

O ataque seria efectuado, de surpresa, por cerca de 250 000 mil homens.

É espantoso, como os Castelhanos, raça de traidores compulsivos, não desistem, nem aprendem!

E ainda o Rés, Robespierriano convicto, duvida da Razão do que escrevo, sobre Espanha, o Tratado de Tordesilhas, e o Assassinato dos Comuneros -  D. Pedro Maldonado e D.Francisco Maldonado, netos do Dr Rodrigo Maldonado, embaixador dos Reis Católicos  para o Tratado de Tordesilhas, D. Juan Bravo, O Bispo Acuña,  D. Juan de Villoria, os irmãos Guzman e D. Juan Lopez de Padilla, entre outros elementos destacados da Santa Junta do Reino -  e o posterior Sequestro do Rei Dom Sebastião.

"Y QUE HABERNOS DE VOLVER AL PRIMERO AMOR FRATERNO, Y QUE NOM LO PODERÁ NEGAR PORQUE MI SERVICIO LE FARÁ QUE SEA ANSI."
(Cristóvão Colombo- Nota para o Bispo de Palencia)


Maria da Fonte 
 
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De Réspublica a 04.11.2009 às 10:08

Ora, toda a gente sabia dessa operação, chamava-se operação pelicano, era um plano nazi e espanhol de ocupação de Portugal, foi graças a esse plano que salazar e Churchill delineram a operação de defesa territorial, com a saida do governo para os Açores ou Cabo Verde, com a maioria das forças e equipamento militar, fasendo-se uma mera defesa simbólica de Portugal continental, para qual nem nos nem os ingleses tinham forças suficientes.
Após a reorganização militar e integrada nas operações de libertação da Europa seria desenvolvido um conjunto de operações militares de desembarque para iniciar a libertação do território continental, o meu avô foi parte dessas forças de defesa estacionadas nos Açores, até ao Dia D temeram a invasão.
Sabe porque é que Franco não nos invadiu, porque Hitler não lhe cedeu a todas as exigências militares e territoriais, seja como for não é este facto que invalida que Franco tenha sido um grande líder e um grande Galego.
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De Ega a 04.11.2009 às 10:31

Mas V. fica assim moralmente obrigado a reconhecer que D. João Vi agiu muito bem em retirar para o Brasil, transferindo assim a capital para o lado de lá do Atlantico e impedindo que Junot conquistasse o Reino de Portugal e o dividisse conforme o «combinado».
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De Réspublica a 04.11.2009 às 10:35

Não necessáriamente, podia ter ido para os Açores como queria Salazar, mas seja como for em 1800 era mais fácil defender o reino, uma força bem organizada podia facilmente derrotar os esfarrapados franceses, enquanto que em 1940 nãos e conseguia parar o exército alemão.
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De Ega a 04.11.2009 às 12:12

Caro Rés: Beresford e Wellington, na altura, não fizeram cá falta nenhuma, pois não?
Mesmo sem eles, os franceses perdiam as sucessivas invasões. Sobretudo nas Linhas de Torres, só falta V. acrescentar.
Para o bem e para o mal quantos generais tinhamos de jeito na altura? Sepúlveda, Conde de Amarante, Bernardim Freire, Rangel Pamplona (no Porto) e quantos mais.
E os maçons que já por cá havia e integraram a Legião Portuguesa (20.000 homens)?
Vá lá, não seja fanático e apresente os factos.
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De Réspublica a 04.11.2009 às 12:22

A primeira invasão quem a expulsou? Foram os Ingleses ou o povo em armas?
Os maçons já nessa data trairam Portugal, mas era possível defender o reino, os franceses, à data da entrada em Portugal, tinham a maior parte do seu armamento inutilizado e encontravam-se desmoralizados, basta ver os efeitos dos constantes ataques de guerrilha que sufreram até Lisboa, não fosse a Junta governativa ter traido o país e a rainha/príncepe regente terem fugido sem preparar minimamente qualquer forma de resistência e a França Napoliónica seria humilhada face ao exército português.
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De Ega a 04.11.2009 às 12:37

Foram as tropas inglesas. Claramente. Desembarcaram na Costa de Lavos, creio que em Fevereiro de 1809. Venceram-nos aí para os seus lados, no Vimeiro e Roliça e obrigaram Junot a retirar pela Galiza, depois de passagem pelo Porto. No percurso, - aí sim - foram atacados pelas guerrilhas portuguesas.

Só a partir de então se reorganizou o exército português, sobretudo com Bernardim Freire.

É por causa desas que o Remexido no outro dia estava capaz de o comer. Isto não vai só de bocas: há que lhes dar substância.
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De Ega a 04.11.2009 às 12:39


Erro monumental: Junot entrou pela Beira Baixa, foi até Abrantes e chegou a Lisboa com 1.500 homens exaustos.
Foi bem recebido por uma guarnição de 8.000 e não sofreu um unico ataque ao longo de todo o trajecto.

Telefone ao Pulido Valente e pergunte-lhe se não foi assim.
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De Marquesa de Carabás a 04.11.2009 às 13:56

Ei-los que avançam...de D. João II em direcção, quiçã ao infinito, Senhor J. da Ega e senhor Réspublica em grande prformance.
Maria da Fonte: já não restam dúvidas, penso eu, de que, que chegamos à dinastia de Bragança.(com ou sem empadinhas)e, corremos mesmo o risco de a ultrapassar...
Entra-se assim, na segunda parte do brilhante folhetim rodado na cidade do México "Os Filhos de el rei D. João II" com o sub título: intergalática I e II. Que é onde eles se vão situar mais ou menos por alturas do natal.

Vim da baixa, onde comi um duchese cheio de pó. Não consegui alcançar um pastelinho de belém que o Costa não deixou.Por isso é que ele está gordo. Está entrincheirado na baixa a comer os pastelinhos todos.

Cumprimentos,

Marquesa de Carabás
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De Marquesa de carabás a 04.11.2009 às 14:07

Crull Tabosa em grande estilo!
Adonde é que se meteu o Xóvem Pós Mouta? Hein? Ó Xóvem pós Mouta da Esquerda caviar, já viu o filme?
Isto é que era complicado...não havia óculos fashion como os da Jona Amaral nem nada.Era um grande treta.
Que vida triste.

Cumprimentos,

marquesa de Carabás
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De Marquesa de Carabás a 04.11.2009 às 14:10

Saiem duas dúzias de empadas e duas dúzias de Rissoles para o Ega de Celorico e o Rés ao bord du "Mondego" que os cavalheiros só podem estar: exaustos! O que eles marcharam meu Deus, esta manhã, no 31...


Cumprimentos,


marquesa de Carabás
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De Ega a 04.11.2009 às 15:12


Sra. Marquesa, minha Senhora:

Ontem os galegos a entrarem no Minho, parece que já chegaram a Famalicão, onde bivacaram.
Hoje o Réspublica agarrado ao rabo de cavalo do Robespierre e a fazer diabruras à nossa Realeza.

Isto não é vida, Sra. Marquesa - é um calvário.
Eu agora até aceitava um rissolinho. E um copinho de verde branco, se faz favor.
 Bem haja, Sra. Marquesa!
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De Réspublica a 04.11.2009 às 14:05

Fugiram com a rainha 15 mil portugueses, mas leia o decreto do regente sobre a invasão, só faltou chamar aos franceses aliados que nos vinham libertar do jugo estrangeiro... a defesa do país foi entregue a traidores, que receberam os franceses de braços abertos.
Os francesas mal conseguiram passar o Zezere, as primeiras revoltas foram antes de agosto 8desembarque da Figueira da Foz), leia outra vez o Ir prò o maneta.

 
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De Ega a 04.11.2009 às 14:18


Rés:
1º - Ñão fugiram: mudaram a capital para o Rio de Janeiro, assim evitandoa perda de independência portuguesa. De António Sardinha a Verissimo Serrão todos reconheceram a habilidade da diplomacia do Regente.
2º - A Corte foi efectivamente com a Familia Real.
3º - A Junta governativa, presidida pelo Marquês de Abrantes, recebeu Junot efectivamente bem. A tropa portuguesa (guarnição de Lx: 8.000 soldados - não haveria lá nenhum conimbricense para revoltar o povo?) não se mexeu.
4º - O Regente deixou indicações de não hostilizar os franceses.
5º - Os ingleses não desembarcaram na Figueira. Foi em Lavos, um pouco a sul, antes da Leirosa. (Conhece? É onde está agora uma f´´abrica de celulose).
6º - Só após o desembarque dos ingleses, já em 1809, começou o levantamento nacional com pronunciamentos diversos.
7º - Manifestamente, nunca os portugueses seriam capazes de expulsar Junot sem a ajuda britânica.
8º - Assim também com Massena. Só não talvez com Soult, que não foi a sul do Porto

Termos em que requereiro articule os fatos por sequência cronológica e disciplina de veracidade.
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De Réspublica a 04.11.2009 às 15:35

Factos:
1. A questão não é a fuga, mas como foi feita;
2. Para além da corte foi muita gente, desde chefes militares, burgueses, etc.;
3. A junta comportou-se de forma inaceitável e que implica à luz de qualquer lei, das nações civilizadas e da boa razão, um acto de alta traição;
4. Em Coimbra os estudantes criaram batalhões académicos, que avançaram de Coimbra até á Figueira ao encontro dos ingleses, tendo prendido os franceses que encontraram pelo caminho;
5. O ingleses só vieram depois dos espanhois terem fugido para a galiza e o povo se ter levantado contra o invasor;
6. Tanto quanto sei a Leirosa/Lavos é parte da Figueira, e o local foi escolhido por causa da costa, sabe quem decidiu essa escolha não foi o Wellington, mas Manuel Fernandes Tomás, então residente na Figueira e pai da Democracia Portuguesa (e antes que venha com hitórias, sim houve Democracia em monarquia, na vigência da Constituição de 1922, antes de estabelecerem o regime liberal da carta);
7. Os ingleses são os amigos de peniche, nunca foram essenciais para a indepedência nacional, ou acha mesmo que uma nação em armas não tratava do nassunto, outra questão é se face às duas restantes invasões mais preparadas e bem organizadas nós precisariamos deles, o que é verdade, mas na primeira invasão bastava uma força de resistência bem organizada para mandar junot para o maneta;
8. O povo é que libertou Portugal, não os ingleses, esses quanto muito ajudaram a manter essa liberdade, não se esqueça que no buçaco e na guerra peninsular houve muito militar português a lutar, não dê argumentos aos ingleses que se consideram os únicos responsáveis pela derrota de Napoleão;
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De Ega a 04.11.2009 às 20:32


Meu caro Rés:
Replicando, digo o seguinte:

1) - Não foi uma fuga. Estamos de acordo. Quanto ao mais, podemos divergir dentro da livre apreciação dos factos que cabe a cada um de nós.
2) - Aceito.
3) - Há exagero seu. O pavor ante a chegada dos franceses era geral. Ninguém se mexeu. Mas também não aprecio - ninguém aprecia - o papel da Junta.
4) - Consulte João António Godinho Granada, («Pederneira - Sítio - Nazareth»14#CD), uma obra a que recorri para um trabalho meu a editar brevemente. Aí se fala em pormenor no papel do batalhão académico de Coimbra. Rapaziada bem intencionada, mas sem um pistolete sequer nas mãos. Fugiram à aproximação dos franceses ao litoral. Tiveram de esperar pelo desembarque dos ingleses. Entretanto, no caso concreto da Nazaré, o Sítio foi arrasado pelos napoleonicos.
5) - Os espanhois estavam essencialmente no Porto comandados por um Gen. Taranco (se a memória não me atraiçoa), homem respeitador da população. retiraram para Espanha porque aqui se declarou a 1ª revolta contra os franceses, a que as tropas vizinhas estacionadas em Portugal logo aderiram.
6) - Há umas memórias de Alfredo Pimenta que contem esta curiosa frase, resultante dos seus passeios no País: «F. da Foz - praia de beleza inexcedivel, com um borrão de tinta a manchá-la: Manuel Fernandes Thomaz!».Pai da democracia? Não - patriarca da Maçonaria. Consulte VPV mas no livro «Os Devoristas».
7) - A Nação nãpo estava em armas. Na Nazaré, quando os franceses lá chegaram obteve-se o nº redondo de 12 espingardas (de caça). Não havia resistência, partisse ela de que classe social fosse. Os ingleses, além do mais, deram o indispensável apoio logístico.
8) - Os portugueses combateram sob o comando inglês. E o seu «não dê argumentos aos ingleses» demonstra como V., levado pela paixão, perde a objectividade de análise.

Creia-me com a estima de muita polémica já.
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De Réspublica a 04.11.2009 às 21:37

Como pode dizer isso de Fernandez Thomaz, foi um homem integro que morreu na penúria, por entender que os políticos não poderiam ser remunerados, devia era haver mais portugueses como ele, mesmo que fosse da corja maçónica, nem todos os maçons são maus, alguns são pessoas bem intencionas enganadas pelos outros, como o nosso colega António Arnaut, que até foi grão-mestre do GOL.
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De Ega a 04.11.2009 às 22:35

Aceito plenamente que F. Thomaz morreu na penuria e pouco depois de 1820.
As demais conclusões são suas. Se não é radical em relação a F. Thomaz e a Arnaut (um coimbrão, claro!) também deverá dar o benefício da dúvida, pelo menos, a outros.
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De Réspublica a 04.11.2009 às 23:41

O Dr. Arnaut não é coimbrão, é de Penela, mas a consideração por ele resulta de ter sido meu professor de deontologia.
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De Maria da Fonte a 05.11.2009 às 00:26

Résito.

Todos sabiam que Franco queria invadir Portugal. Faltavam as provas.
Surgiram agora, em confirmação do que se suspeitava.
Mas os planos decobertos pelo investigador espanhol, eram planos, a executar à revelia de Hitler.
Pelo que a "Santa Espanha", não desiste nunca.
E Résito, o que está aqui em causa, não é se Franco foi o não um grande Líder espanhol.
O que aqui está em causa, é que mais uma vez, a espanolada nos quis tirar a independência.
As capacidas de liderança de Franco, são irrelevantes, face ao baixo nível do seu carácter.
Eu registei essa notícia, sob o signo da Liberdade, que de certo modo, a queda do Muro, consubstanciou.


Mas como sempre, o Rés trocou o fundamental pelo acessório!

Maria da Fonte
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De Réspublica a 05.11.2009 às 14:53

Qual baixo carácter de Franco? Tomariamos nós termos tido um Franco em vez do Salazar, veja o desenvolvimento de Espanha e o nosso.
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De Ega a 05.11.2009 às 15:13

Amiga Maria da Fonte:
Neste ponto concordo com o Rés. Franco viu o futuro de Espanha. Aliás: construiu-o, «deixando-lhe» uma Monarquia em testamento.
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De Réspublica a 05.11.2009 às 16:03

Não se tratou do regime apenas, desenvolveu a economia e a agricultura, criou as bases de uma democracia estável, o que nos deixou salazar?
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De Maria da Fonte a 05.11.2009 às 23:16

Caro Ega
Caro Rés

Não contesto que as medidas de Franco, tenham desenvolvido a Espanha.
Muito menos contesto, que a transformação do Regime numa Monarquia, tenha garantido a sobrevivência de Espanha sem alteração das fronteiras.

O que eu quis frisar, foi que Franco, tal como outros governantes de Espanha, considerou Portugal como propriedade de Espanha, momentâneamente desgarrada.

Ora Portugal nunca foi propriedade de Espanha.
Portugal tem na sua base, um grande Reino Suevo, muito mais antigo que Castela.
Não somos, nem nunca fomos uma parte de Espanha que se tornou Independente.
O Reino de Portucalle é anterior.
 E não foi por acaso que eram Germânicos os Cavaleiros que acompanharam Dom Henrique, na Reconquista de Portugal.

Espanha, deve-nos o apoio na Conquista de Granada, e deve-nos sobretudo, o Império que em tempos teve.
É a Espanha, que está em dívida para com  Portugal.
Uma dívida imensa.

Franco, tinha o dever de considerar isso, antes de pensar em nos invadir.

E não o fez.

Maria da Fonte

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De Ega a 05.11.2009 às 23:53


Amiga Maria da Fonte:
Abreviando, vou concordar consigo.
A questão principal é outra: o que levará Portugal a travar os ímpetos espanhois, como outrora o fez?
É que o acento tónico não está neles; está nesta mosca morta que nós somos.
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De Réspublica a 06.11.2009 às 10:54

A Espanha vem do Império Visigótico, mas tem razão a nossa luta com Espanha vem dos Suevos, que lutaram sempre após a queda do seu reino á mão dos Visigodos (Espanhois), pela sua independência, como é o casod e Egas Moniz e demais nobres apoiantes da independência nacional, sabe os Suegos hoje chamam-se galegos...
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De Maria da Fonte a 06.11.2009 às 19:06

Rés

Refere-se aos de Riba Douro, Riba de Vizela etc.
Outros tempos!
Mas Rés, não esqueça que o REINO SUEVO, se estendia por toda a Galiza e Lusitânia, até ao Rio Tejo.
Todo o Norte do Tejo era Suevo.
No Sul de facto, predominavam os Godos, coisa que foi alterada mais tarde, quando alguns do norte, desceram por aí,  infiltraram as Hostes Godas, e tornaram-se mais tarde pedras fundamentais dos Descobrimentos.

No entanto, no que concerne ao Reino Suevo, a sua Capital era Braga, mas se Lugo e Astorga, onde morreu o Conde Dom Henrique eram Suevas, também o eram o Porto, Lamego, Coimbra e Idanha-A-Velha.

Agora, numa coisa concordo, de tudo o que tem acontecido nos últimos séculos em Portugal, o mérito não é de Espanha. A culpa, é do grande demérito dos portugueses!
Ega tem razão.

Por qualquer motivo, que eu não entendo ainda, os portugueses perderam a coragem.
Fizeram tábua rasa da Ética e de outros valores maiores da Humanidade. 
E Portugal que foi o Berço da Europa, e o Herdeiro de um Conhecimento milenar, que o levou a percorrer o Mundo, tornou-se num povo acrítico, que um gigantesco Polvo, corrupto e indigno, invadiu.

Maria da Fonte
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De Réspublica a 06.11.2009 às 19:42

Cara Maria a fronteira de Portugal (o verdadeiro Portugal, o dos Suevos) é Tomar, a baixo de Tomar trata-se de território conquistado pela Suévia, mas também é Suévia a Galiza, a Galiza, para os galegos, é Portugal ocupado por espanhois...
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De José Ferreira a 04.11.2009 às 04:55

Parabéns pelo post. Não existe mais nada a acrescentar. Viva a liberdade. Viva a democracia. Viva o Capitalismo.
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De Maria da Fonte a 05.11.2009 às 00:39

Caro Sr José Ferreira

É impressão minha ou está a ser irónico?
E peço que me desculpe, se o interpretei mal.

Mas não me parece que a restituição da Idependência a um Povo, a qualquer Povo, possa ser encarada como um Hino ao Capitalismo.

E se o Capitalismo não conduz a uma Sociedade Livre, o Socialismo é por seu lado, o Modelo Perfeito da Escravatura!

Maria da Fonte
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De Réspublica a 05.11.2009 às 14:55

Ainda gostava de saber o que é que vocês têm contra o Capitalismo, Viva Ayn Rand.
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De Ega a 04.11.2009 às 07:25


Caro Crull:

Excelente post, excelente lembrança, excelente video.
Vamos ver quem são hoje os kamaradas de serviço que tentarão lançar areia aos olhos dos demais.

O que sempre me fez pensar é como se pode tão candidamente aceitar que os fins justificam os meios.

Como pôde e pode haver comunistas sabedores das vergonhas passadas para lá do Muro da Vergonha. E querendo trazê-las para o lado de cá. Para a nossa terra, contra a família deles próprios...

Essas meninas (Ana Drago, Joana A. Dias, etc) não arranjarão um namorado que as desvie da tolice que lhes vai na cabeça. Como não percebem o seu próprio anacronismo?
Felizmente o comunismo morreu, pelo menos na Europa. No seu sangue devem correr memórias de humilhação e sofrimento. Fez bem em trazê-las ao de cima.
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De Joe Bernard a 04.11.2009 às 09:27

A P O I A D O ! ! !
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De Réspublica a 04.11.2009 às 10:11

Muito bom post, mas o problema claro está é que essa malta socialista continua a ser "enstroida" na ideia que o socialismo é o paraiso na Terra, que os ocidentais é que estavam a infiltrar a RDA e que era por isso que havia pessoas a fugir, mal informadas dos benefícios ocidentais.
É que isto de protecção dos trabalhadores, direitos de liberdade e sociais, liberdade de expressão e religiosa, etc. que o capitalismo dá aos ocidentais é supervalorizado.
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De Alexandre Kulcinskaia a 04.11.2009 às 12:05

De tudo é possivel retirar coisas positivas (mesmo das mais negativas como a ditadura de Hitler).
Tal como essas ditaduras não tinham tudo de mau também a democracia não tem tudo de bom, o ideal seria recolher as melhores partes de cada coisa e fazer algo como deve ser em vez de se estar umbilicalmente presso a uma qualquer ideologia ou doutrina. 
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De Alexandre Kulcinskaia a 04.11.2009 às 12:06

* preso
Peço perdão.
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De Luísa a 04.11.2009 às 12:46

Eu sou uma garota, falta-me comer muita sopa para entender muita coisa desta vida, deste mundo. A área que menos compreendo é a da política e a de governar um país (sei governar a minha casa e já não é mau). Não sei debitar a história de Portugal e do mundo desde o "tempo dos afonsinhos" como alguns fazem muito bem. E, desse modo, não posso avaliar de forma pormenorizada, inteligente (e mais uma data de coisas) a ditadura de Hitler, mas gostava de saber o que se pode tirar de positivo de lá? Será que é a minha ignorância que não me deixa ver as coisas, ou será porque uma ditadura será sempre uma ditadura - e a de Hitler foi o que foi?
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De Réspublica a 04.11.2009 às 14:09

De facto a ditadura nazi teve algo positivo, o suícidio de Hitler, é pena todo o resto.
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De Luísa a 04.11.2009 às 14:55

Ah! visto por esse prisma, até que entendo...
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De Marquesa de Carabás a 04.11.2009 às 14:16


Luísa,

Não faz mal filha, isto aqui tem os seus "especialistas" e o resto ele é mais bolos. junte-se ao xóvem pós Mouta que é um Xóvem que é pós quase tudo,(deve ter nascido antes de ontem) mas anda aí de cabeça erguida:) Há valente!
É verdade...não o tenho visto, ao promissor xóvem pós Mouta...será que se foi aos pastelinhos a belém? É que se foi isso, deve demorar, que o Costa não deixa passar ninguém no quintal dele. Nem para apanhar a bola.


Cumprimentos,


Marquesa de carabás


Cumprimentos,

Marquesa de carabás
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De Luísa a 04.11.2009 às 15:00

Cara Marquesa,
não sei se é do seu estilo de escrita, se se está a referir a algo muito concreto que se passa aí em Portugal...
Muitas vezes tenho dificuldade em perceber a mensagem que quer passar, mas desta vez... não atingi mesmo nada. :S
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De Marquesa de Carabás a 04.11.2009 às 21:03


 Luisa,

Pronto, não diga mais. Já vi que está instalada no "primeiro mundo".
Referia-me ao Terreiro do Paço que continua, como sempre, em obras. Foi para isso que foi aliás, feito.Para conter um estaleiro de qualquer coisa.
Obras essas, agora estendidas para todos os lados.
A Avenida da India não existe. Pura e simplesmente evaporou-se numa nuvem de poeira.
 "Anda-se" tudo às voltinhas, num  carrossel quilométrico na baixa.E, alcançar Belém e comer um pastelinho de nata é uma aventura digna de um filme de cowboys.
O Costa, é o  presidente da Camara de Lisboa. Um Homem gorducho ( porque os pasteis são todos para ele, só ele é que chega lá através da voltinha pela camara de Lisboa)
Eu contento-me com um duchese ali para Brasileira se for a penantes, ou de caléche ao Rossio.
Só vou ao cais das colunas em caso de força maior, como no dia em que o Rés ameaçou retirada para a Madeira, ou na "quase"saída dos 31, depois do hastear da bandeira, rumo ao Brasil. Nesse dia o Sr. Costa interrompeu os pasteis para vir dizer que não trocava as bandeiras e não trocava e não trocava e que chamava a guarda.
Com o alarido vieram todos: a guarda, os jornais, a televisão...

Cumprimentos,

e um rissolinho para matar saudades da "terra"

Marquesa de Carabás





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De Luísa a 04.11.2009 às 22:16

Ah! Agora atingi... é que eu não vou a Lisboa (se não contar com as subidas e descidas do avião) desde Fevereiro. Já tinha ouvido falar do caos, mas, como não passo por lá há tanto tempo, acabo por esquecer. E como o sítio onde vivo a coisa é arrumadinha, até me esqueço do mega estaleiro que existe em Portugal.
Quanto ao Costa... apesar de não estar a morar em Portugal... também não desliguei por completo, essa ainda sei...
No entanto, obrigada pela explicação e pelo rissolinho...
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De Maria da Fonte a 05.11.2009 às 01:07

Marquesa

Chego atrasada como sempre, mas não quero deixar de referir aquela Cerimónia Campal, de Pompa e Circunstância, que foi a Investidura do Costa dos Pastéis.

A grandeza dos Objectivos, o brilho da Cultura, o elevado nível do Discurso de Sua Excelência O Costa dos Pastéis, foi algo de sublime.

E, pasme-se cara Marquesa!
A "Praça do Município", até estava varrida e lavada, quiçá para receber tão ilustres convidados!

Um deles, até definiu a sua aceitação do cargo de Vereador, como um acto de Revoluçionária inspiração Francesa!!!

Seria uma preparação para as futuras comemorações do centenário da République?
Ou uma sessão de elogios, com vista a uma outra candidatura?

Maria da Fonte
(Com vista para os Contentores de Alcântara)

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De Marquesa de Carabás a 05.11.2009 às 07:22

Maria da Fonte,
E eu que não aproveitei para conseguir alcançar belém enquanto o "gorducho" estava distraído nos salamaleques. Bolas!Agora vou ter que me contentar com as empadas de moi même e os ducheses.
Ele está absolutamente barricado e não deixa passar ninguém.
Acho que até já deve ter confiscado a canela e o açúcar só para ele.
Os contentores de Alcantara não me preocupam tanto que temos o "galã de serviço": O ilustrissimo escritor-poeta-ensaísta-cavalheiro-sempre-defensor-da-sua-dama-(se é que se pode chamar dama à Maitê) MST.
O Miguel Sousa Tavares, para quem não se lembre, defende o Caís de Alcantara, onde imagino andou de triciclo toda a vida, com unhas, dentes e jornalistas. Estamos pois entregues. Não sei se bem...mas estamos.
Quanto às demais candidaturas eu não sei.Temos aquele petit probléme do Parque das Coristas a transformar, nesta altura, imagino, que numa coisa qualquer. Mas baratinha tá bem ó senhor Doutor Pedro Santana Lopes. Tem que ser mais baratinho, tem que compreender...estamos em crise e ainda tenho que ter para meter a gasolina na caléche.

Cumprimentos,

Marquesa de Carabás

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De Raul a 04.11.2009 às 14:17

Cara Luisa

As coisas não se podem colocar nesses termos. Parece-me evidente que os extremismos sejam eles de esquerda ou de direita serão sempre condenáveis. A questão passa no entanto por perceber que existe uma luta de esquerda - comunismo - que ainda se pode obeservar em alguns países e que em tudo é semelhante ao que alguns defendem como - erros do passado. Da parte da direita a Luisa não vê qualquer movimento politico ou outro que nos possa conduzir a uma sociedade Hitleriana, se vê diga-me onde?
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De Luísa a 04.11.2009 às 14:51

Nesses termos? Quais termos? Eu só disse que sou nova e que muita coisa me escapa por falta de experiência e por falta de um conhecimento profundo do que se passou antes de 1988, mas que achava que a ditadura de Hitler não tinha nada positivo. Se acham que ter uma econimia poderosa é bom, eu também acho. Mas não consigo encontrar saldo positivo no facto de a Alemanha (entenda-se Hitler & Friends, não a Alemanha na sua totalidade) ter começado a ser uma potência económica nos anos 30 e ter feito o que fez a nível social. Isso lembra-me um pouco a saída da Sra Bush quando aconteceu a tragédia com o Katrina "até foi bom ter acontecido isto porque os pobres ganharam coisas que não tinham" [citado de cabeça].  E para mim é indiferente se é fascista, comunista ou outra coisa qualquer... ditadura é sempre ditadura.
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De Raul a 04.11.2009 às 16:16

Realmente a Marquesa não é para se levar a sério, Com o Gato das botas constantemente a saltar-lhe em cima não se esperava outra coisa.

Mas em relação ao que diz devo, dizer-lhe que também deve no seu caso ter atenção aquilo que o outros escrevem porque em nenhum momento eu vejo escrito que alguém defende extremismos. Não há coisas boas a assinalar? Só vê desgraças? Realamente só pode ser pelo motivo - sou nova. Quando começar a lidar com a vida real logo verá que vai ter necessidade de rever a História.
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De Marquesa de Carabás a 04.11.2009 às 21:20

Sr. Raúl, (ontem gato das botas)

A Marquesa dirigiu-se à sua pessoa com educação.Ontem dirigiu-se-lhe dizendo que gatos das botas há muitos e que, por exemplo, nunca aparece o moleiro, que também faz parte da história.
Foi pouco imaginativo, de facto.
É  recorrente.De vez em quando aparece mais um, mais que óbvio e previsível, gato das botas.
A Marquesa não é ofensiva nem usa palavreado menos correcto, o que parece,não é o seu caso.
A personagem da Marquesa,que diz não ser para levar a sério, tem um registo próprio, debate ideias e conversa com os comentaristas possíveis: aqueles que são educados.
A Marquesa retira-se, não sem antes lhe apresentar os seus melhores cumprimentos.

Pl'a Marquesa de Carabás,

o moleiro



 
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De Raul a 04.11.2009 às 22:19

Cara Marquesa

O bom que têm os blog é que fica tudo registado e toda a gente vê o que cada um escreve. Se se considera respeitável, então seja, e certamente será respeitada. Já vi que gosta de mandar a boquita e quando leva na mesma moeda vem armada em virgem ofendida.

Não houve qualquer tipo de ofensa da minha parte como podem todos verificar.

Também já é perceptivel a todos que os seus comentários são muitas vezes "privates" e não digidos ao grande público o que é mau, pois desse forma não há discussão possivel com a sua pessoa.

O recurso ao insulto muitas é vezes dissimulado por palavreado "floreado" é uma boa forma de lidar com pessoas que à partida serão mais sensiveis, o que não será o meu caso mas que pelos vistos é o seu.

Termino apenas dizendo que esteja a vontade para comentar o que quiser, da minha parte, estou esclarecido e pode estar certa que consigo não vou querer mais conversa.

Pl'o Raul

O Gato das Botas
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De Ega a 04.11.2009 às 22:47

O 1º§ é péssimo. É ordinário. Define perfeitamente a pessoa que o escreve. Já não se via disso no 31 há muito tempo. Se eu mandasse, mandava-o embora.
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De Ega a 04.11.2009 às 22:49

Na 2ª intervenção, a emenda é pior que o soneto.
Arma-se em escandalizado e insiste na fraseologia ofensiva.
Se eu mandasse, mandava-o embora.
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De Raul a 05.11.2009 às 00:05

Carissimo Ega

Se acha que sim lamento. Não sei de onde me conhece para fazer tal juizo. Mas fica a sua sugestão. Alguém da Administração do Blog que diga onde e quando fui eu ofensivo e nesse mesmo instante deixarei de aqui entrar.

Obrigado
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De Ega a 05.11.2009 às 00:14

Desculpe, mas não me trate por «carissimo».
Além de ter sido pouco correcto com uma senhora, V. subscreve um blog - SOCIEDADE VIGILANTE - que abertamente pugna pelo casamento gay.
Ou seja: em relação à Senhora, «armou-se aos cucos».
Quanto a mim, dispenso confusões.
Não tenho nada a ver com a sua vida, mas siga lá o seu caminho com os seus carissimos amigos.
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De Raul a 05.11.2009 às 00:34

O Quê?????????????

Você realmente não sabe mesmo é ler. Eu defendo o casamento Gay?
Não não sou nem coloque palavras na minha "boca"

Tenha mas é juizo que já deve ter idade, se tivesse a maturidade que diz ter não se escondia atrás de um nick, você e a que assina como marquesa.
Mas como é que se diz mesmo? Quem não deve não teme.

Repito tenha juizo e não diga asneiras nem se ponha a qualificar os outros dessa maneira que só lhe fica mal. Muito mal mesmo.

Enfim, peço desculpa ao moderadores mas de facto isto assim torna-se insuportável.
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De Ega a 05.11.2009 às 06:08

RECTIFICO: o «Sociedade Vigilante» não defende abertamente o casamento gay, embora aborde o tema.

Fica, portanto, apenas, o registo de uma pessoa intitulada «Raul» ou «Gato das Botas» (cuja verdadeira identidade me desinteressa em absoluto) que ofende gratuitamente uma Sra. neste blog e depois, à falta de outros argumentos, vem dar lições de moral sobre os que se « escondem atrás de nicks»...

Injuria e, a seguir, recomenda «juizo»...

Definitivamente, sem mais comentários.


 
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De Marquesa de Carabás a 05.11.2009 às 07:37

Muito bom dia Caro Sr. Ega,

Muito agradecida a V. Excia, mas não vale a pena incomodar-se mais.
A Marquesa existe através de um nik, exactamente pelos motivos que estão à vista e,teve o cuidado de o explicar em tempo oportuno aos administradores do blogue.
Quando um homem se refere a uma senhora com a expressão "saltar-lhe para cima" (sic), está tudo dito.
Normalmente e como sabe, em tanto tempo de 31, nem sequer dou explicações. Só o fiz por causa da sua intervenção.

Cumprimentos,


Marquesa de Carabás
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De Alexandre Kulcinskaia a 04.11.2009 às 14:31

A ditadura de Hitler foi sangrenta e xenófoba e nunca deveria ter acontecido, mas a força económica que a Alemanha hoje tem começou a ser construida em meados dos anos 30 quando Hitler se propôs a recuperá-la.
Em cerca de 6 anos Hitler criou postos de trabalho, resuscitou a indústria e fez a Alemanha ser uma enorme potência mundial, isto tudo durante uma enorme crise global ainda pior que a que hoje sentimos.
Volkswagen, Mercedes e BMW são nomes que hoje existem com grande força devido ao impulso dado por ele.
Também eu abomino os actos desumanos que essa personagem representa mas admiro o intelecto que ele tinha e a capacidade de evolução.
Já nós temos uma aspirantezinho a ditador da trampa que aquilo que melhor sabe fazer é falsificar estatisticas e as únicas medidas que realmente lhe importam são as dos seus fatos Armani.
Neste caso concreto acho que foi a ignorância que não te permitiu mesmo ver as coisas.
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De Luísa a 04.11.2009 às 15:03

Conseguiu ressuscitar a indústria, a economia. Quero lá saber do BMW e dos outros todos. Eu ando de autocarro e de comboio.  E, isso é que mexe comigo, ninguémn consegue ressuscitar os que ele matou... 
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De Alexandre Kulcinskaia a 04.11.2009 às 15:12

"Quero lá saber do BMW e dos outros todos. Eu ando de autocarro e de comboio.  E, isso é que mexe comigo, ninguémn consegue ressuscitar os que ele matou..."
Mas que argumento é este? O seu interesse é conversar ou desconversar?!
Provavelmente também nunca há-de vir a ter problemas na próstata e é por isso que a descoberta de novos mecanismos de combate à doença passam a ser algo menos relevante?!
Eu acho que não me expliquei bem...
Não lê em qualquer um dos meus comentários júbilo pela morte de milhares de pessoas, pois não?
Aquilo que eu disse é que há que retirar as coisas positivas para que se aproveitem.
A peste negra também matou muita gente mas até disso se retirou algo positivo, as pessoas aprenderam a combatê-la.
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De Luísa a 04.11.2009 às 15:49

Eu não desconversei. Se acha que é positivo a inovação, as descobertas, eu também o acho. Mas se me pedirem para dize a primeira palavra que me vem à cabeça quando falam de Hitler eu posso dizer: destruição, holocausto, morte, mas nunca irei dizer Volkswagen, apesar de eu saber que foi obra dele. Por isso é que eu digo que não quero saber dos carros... O saldo, para mim, será sempre negativo.
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De Alexandre Kulcinskaia a 04.11.2009 às 15:52

Mas ai estamos completamente de acordo, a questão nem se coloca.
Mas uma vez que aconteceu é ir buscar o que houve de bom e não esquecer o que houve de mau para não voltar a acontecer.
Compreendo que cause algum desconforto ler que houve alguma coisa de bom no holocausto mas não é isso que defendo. O holocausto foi péssimo.
Defendo é que o tipo que provocou o holocausto teve algumas ideias que se aplicadas por alguém que não fosse maluco pelo poder seriam de génio.
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De Luísa a 04.11.2009 às 16:01

 A sua resposta é cliché. Se não fosse maluco pelo poder, o Hitler tinha sido bom, se não tivese estado tanto tempo, no poder o Salazar tinha feito coisas boas, and so on and so on. Foi uma ditadura. Pode dizer que eu só vejo num sentido, pois só: no das pessoas que sofreram (e ainda sofrem) as consequências dos actos desse génio incompreendido que criou o Volkswagen.
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De Alexandre Kulcinskaia a 04.11.2009 às 16:28

Oh senhora, francamente...
Eu não disse que o Hitler era bom se não fosse maluco.
Eu disse que as suas ideias se fossem aplicadas por alguém que não ele seriam de génio.
As ideias eram boas, quem as aplicou, e tudo o mais que foi feito é que não.
Mas de qualquer maneira compreendo-a, mas fico com a minha ideia e a senhora com a sua.:)
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De IO a 04.11.2009 às 12:38

Meu Deus ! Alguém me pode explicar o que é que a ditadura de Hitler tinha de bom?
Talvez os  fornos.. ecologicamente...
Fome... poucos obesos..
Arte...pré formatada.. mais fácil ..
Todos limpinhos , todos iguais,,, lindo!
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De alfa a 04.11.2009 às 12:42

Curioso, curioso é que as primeiras entradas sufragadas por voto popular, de comunistas para governos foram abafadas por fieis servidores do mercado e do bastão estilo Franco e Pinochet...

Podia argumentar-se que o movimento comunista internacional vivia sobre a chantagem de optar pelo totalitarismo ou pela derrota golpista ás mãos dos "democratas".

Mas isso não interessa nada.
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De Ega a 04.11.2009 às 14:26

«Às mãos dos democratas»?

No 25/A quem é que dizia «mata, mata»?
Até o M. Soares foi corrido da comemoração do 1º Maio de 75 (era um exclusivo mdos marxistas-leninistas)´, vendo-se obrigado a assumir o comando da «reacção», isto é da esmagadora maioria dos portugueses, para pôr travão na comunada.

Não é evidente que as democracias ocidentais eram vitimas do seu próprio pluralismo nos ataques que os PC's constantemente lhes dirigiam durante a Guerra Fria?

Eunquanto isso, como podiam as pessoas livremente expor as suas ideias no Bloco do Leste.

Ceausescu (Roménia) devia ser amado pelo seu povo, não?
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De Maria da Fonte a 05.11.2009 às 01:29

Mas qual movimento comunista internacional?
Essa retórica, vem fóra de prazo.

É que desde que os da Maçonaria se zangaram e andaram ao estaladão, por causa da gestão do Património da Maçonaria, que ficámos a saber que esse Movimento Comunista Internacional, foi mais uma, das mil e uma estratégias da Maçonaria, para manter o Poder.  
Actualmente, mandam e desmandam de Estrasburgo.
E a última insanidade, foi mandarem retirar A Cruz, de todas as Escolas de Itália.

Como se a Cruz não fosse o Símbolo mais Antigo e Perfeito, de todas as Antigas Civilizações que existiram sobre a Terra, milhares de anos antes de Constantino, se ter apropriado do Cristianismo.

Maria da Fonte

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