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A proibição da excisão feminina não é um sinal de intolerância religiosa?


lavagem de mãos e outras medidas profiláticas

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De Réspublica a 30.11.2009 às 11:39

O problema dos minarestes claro está é a forma... se virmos bem a coisa fazem lembrar misseis apontados ao céu, prontos a disparar...
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De camarinha- algarve a 30.11.2009 às 14:35

Mine...tes...mineretes... que mil lembranças de prazeres passados nas  praias  " calientes" do meu Allgarve!!!!
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De Miguel Madeira a 30.11.2009 às 11:43


Em primeiro lugar, a excisão femenina afecta terceiros não necessariamente concordantes.

E, em segundo lugar, qual é a religião que tem a excisão feminina como principio? Eu não conheço nenhuma (recordo que beber vodka não é um principio da religião ortodoxa).
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De Rodrigo Moita de Deus a 30.11.2009 às 12:23

A obrigatoriedade do uso da burka também não está no Corão e afecta "terceiros não necessariamente concordantes".
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De Rui Silva a 30.11.2009 às 15:33

E nada, Miguel. O Rodrigo passou-se.
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De Ana a 30.11.2009 às 13:11

Não conheço até o dia de hoje nenhuma religião que obrigue à excisão feminina, se alguém souber de alguma, é favor divulgar...


O que acontece é que a excisão feminina não é uma questão religiosa, mas sim cultural!


A pergunta deveria ser:


"A proibição da excisão feminina não é um sinal de intolerância cultural?"


Esta dúvida só pode existir na cabeça do género masculino ou de quem, não saiba exactamente o que é a excisão feminina e a confunda com a circuncisão masculina.


Na excisão feminina, é extraída uma boa parte, ou por vezes a totalidade, dos órgãos sexuais externos da mulher com o intento de impedir que esta tenha prazer sexual.


Tentando assegurar que desta forma as mulheres permaneçam fieis aos maridos que as compraram aos pais.


Compreende vários graus e no mais extremo, além de retirar, a sangue frio, o clítoris e os grandes e pequenos lábios, ainda é cosida ferida de maneira a deixar apenas uma pequena abertura para passar a urina e a menstruação.


Na noite de núpcias o marido abre, com uma faca, a cicatriz para poder consumar o casamento.


Durante o parto a parteira tem de abrir a ferida completamente, para passar o bebé, e depois voltar a costurar.


Estas mulheres, como se pode imaginar, devem estar cheias de vontade de estar com os seus maridos e de ter relações sexuais com eles, ou com quem quer que seja.


Portanto, é uma questão cultural, sexista e diminuidora da condição feminina levada a cabo por culturas onde as mulheres não têm qualquer valor, são tratadas como objectos de troca e ninguém as respeita…


E, se alguém ainda duvidar, que é preciso descriminar uma cultura para não descriminar 50% da população mundial…


eu pergunto se não será a altura de por a mão na consciência…


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De Ega a 30.11.2009 às 13:21

Desconheço em absoluto o assunto para a poder contrariar, ou confirmar o que acaba de dizer.
Mas, a ser verdade que determinadas «culturas» praticam a excisão feminina na forma e com os propósitos que refere... - então, que diabo!, a espécie humana está realmente muito atrasada ainda.
Espero que existam outros modos de analisar a questão e assim explicar tal barbaridade. Muito sinceramente!
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De Na Marquesa a 30.11.2009 às 19:40

O(a) Ega desconhecia o assunto? ? Pronto, tá bem... eu acho que o Rodrigo a modos que também desconhece.
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De Velho da floresta a 01.12.2009 às 01:06

A descrição acima é diferente das descrições habituais da selvagem brutalidade da excisão, sendo que eleva essa barbaridade a um nível superlativo, nunca vi referencia a tal pormenor e desconheço onde poderá ser praticada. Mas basta a normal ablação de clitóris e labia minora, por vezes também labia majora, para horrorizar qualquer pessoa, de matriz cultural diferente da das zonas da Ásia e Africa onde essa aberração existe.
Não basta que se tente generalizar a democracia, pois se tal medida não for acompanhada por substancial esclarecimento cultural, pouco se altera no curto e medio prazo.
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De elmano a 30.11.2009 às 13:50

Mote:


A Rapariga que fala de minaretes....
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De Mário Guinapo a 30.11.2009 às 14:59

Apenas gostaria de perguntar em quantos paises de maioria muçulmana(principalmente no Golfo Pérsico)é consentida a construção de igrejas cristãs?
Haverá nesses mesmos países liberdade de culto para todas as religiões e culturas?
É possivel a um Ocidental demonstrar a sua cultura e modo de vida nessas sociedades?
São perguntas que deixo á consideração,e que me pareçem de resposta facil.... 
Os muculmanos protestam que são limitados na sua liberdade no Ocidente,mas são esses mesmos os que nos seus países de origem censuram e proibem qualquer diferença cultural.
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De Miguel Madeira a 30.11.2009 às 23:39

"Apenas gostaria de perguntar em quantos paises de maioria muçulmana(principalmente no Golfo Pérsico)é consentida a construção de igrejas cristãs?"


No golfo pérsico (contando com o Irão e o Iraque) vive cerca de 9% da população muçulmana mundial - não vejo qual a relevancia do "principalmente no golfo pérsico".

Em paises como a Indonésia, Banladesh, Turquia, etc., penso que não haverá proibição de construir igrejas cristãs. Pelo menos o relatório da liberdade religiosa do Departamento de Estado dos EUA não fala disso:

http://www.state.gov/g/drl/rls/irf/2007/index.htm

A maiores referencias a violação da liberdade religiosa em muitos paiseses muçulmanos (sobretudo no Médio Oriente) até me parecem ser da liberdade dos muçulmanoss: mesquitas sob estrito controle oficial, mulheres ocasionalmente presas por usarem véu, etc (afinal, paises como a Siria ou a Tunisia são governados por versões locais do Marquês de Pombal)
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De Bordalo a 30.11.2009 às 16:10


Caríssimas blogueiras,

onde andam as mulheres deste blog, a mui nobre e eloquente Marquesa, por exemplo, ou a escritora Sofia B.?

Este post e comentários subjacentes são do mais primário e abjecto que já vi na blogosfera.
Nunca a conversa aqui decaíu tão baixo.

E mais rasteiro ainda é este post, quando revela um machismo genético e bronco, ainda que de colarinho às riscas.

Se a liberdade de expressão tem limites, se o humor tem limites, a provocação da polémica também; são os limites da dignidade da pessoa humana.

Simplesmente lamentável.
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De Marquesa de Carabás a 30.11.2009 às 18:17

Em relação à pergunta que deixa no ar, e uma vez que fala na minha pessoa, de facto, o que posso dizer é que o nível da conversa e o tom em que se processa começou-me a ser incomodativo.
 O humor pode ser contrutivo, numa base de diálogo. Pode ajudar ao debate de ideias e favorecer um espaço que se quer diversificado, para ser interessante.
Quando as permissas são as do ataque pessoal gratuito e ao nível, em que mesmo sob um pseudónimo, uma senhora se sente incomodada, o humor que é por definição espontâneo e alegre deixa de ter razão de ser. Pura e simplesmente desaparece.

Este post do Rodrigo Moita e Deus e quero deixar isso bem claro, nos moldes em que foi escrito, não me merece nenhum comentário.


Cumprimentos,



arquesa de Carbás


 
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De Isabel Moreira a 30.11.2009 às 17:22


ó rodrigo, conta-me lá, a mim que sabes que te tenho por inteligente, tem lá essa simpatia aqui comigo, até temos amigos comuns e tudo, conta-me lá como é que vives um post como este. portanto: largas uma boca gira, minarete que até parece minete, assim dito depressa, depois lanças a provocação mais idiota do mundo sobre essa cena cultural macabra que é a excisão. claro que estás careca de saber a resposta à pergunta que lanças, limite da dignidade da pessoa humana, blá, blá, blá, finges que és daqueles trogloditas que tomam a parte pelo todo, e pelo meio achas bem assim de repente fazeres humor com uma tragédia humana. depois, para não variar, não queimas a roupa. não tomas partido. não entras em confusões cansativas. como é que fazes, rodrigo? ficas a rir a ver a malta nos comentários a tomar por séria a tua provocação digna de um iletrado mas com dinheiro para o computador? ficas delicidao e ver o tempo que a malta perde com isto em vez de dares um contributo para o problema real? como é que fazes, rodrigo? conta lá! e pelo meio, é mesmo giro fazer uma piada com a excisão/minarete? deve ser.
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De Vasco Santana a 03.12.2009 às 12:44

e eu que achava que era só a "jornalista-com-mais-de-20-anos-de-carreira-mas-que-até-namorar-com-"ele"-ninguém-conhecia,- mesmo-que-ela-teime" é que escrevia desta forma "gira" sem maiúsculas e cenas dessas.....
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De Glória a 30.11.2009 às 18:57


Obrigado Isabel.
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De beatrix a 30.11.2009 às 19:14

 rodrigo debunker, na pior versão que vi até hoje. what a pity.
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De Na Marquesa a 30.11.2009 às 19:38

ó pá, que piada tão gira! Ó Rodrigo, eles são uns chatos de uns politicamente correctos. Até parece que não se pode brincar com o corte do clitóris e lábios vaginais a crianças, pôças, pá! Asfixiam uma pessoa!

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